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Regina C.
1 crítica
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3,0
Enviada em 1 de outubro de 2017
Não gosto de finais sem finais ,achei vago não da pra saber se o personagem foi encontrado ou não ,achei muito violento o pai bateu muito no rapaz que ele achava que tinha sequestrado a filha.
O cerne da história já foi visto várias vezes em outras produções. Agora junte um grande diretor com um roteirista que se revela competente e atores que dão conta do recado e tem-se uma obra que mostra que fazer cinema não é apenas apresentar fatos, como faz o jornalismo. Implica também em incomodar o espectador, retirando-o do conforto da poltrona e das certezas que ele julgava decantadas pelos anos e, portanto, estabelecidas. É muito revelador se flagrar torcendo inconscientemente por ações que conscientemente se condena de forma veemente. Em "Apocalypse Now", um filme que o aproximou da insanidade, Coppola já mostrava brilhantemente que, além da Lua, também o ser humano tem o seu lado escuro. No presente, mais uma vez, fazemos contato com as sombras das nossas mentes. Filmaço.
O filme superou minhas espectativas em todos os sentidos, excelente atuação de Hugh Jackman, um pai dedicado à família e determinado a salvar a vida de sua filha. Jake Gyllenhaal, como Detetive Loki, também desempenhou seu papel com louvor, um detetive perspicaz, astuto e sempre atento a cada detalhe. O porém do filme fica por conta do final. Se houver uma sequência, o final do primeiro filme terá sido, na minha opinião, uma jogada de mestre do director Denis Villeneuve, caso contrário, se a história tiver morrido nesta única película, trata-se de uma grande frustração cinematográfica.
Gente a ideia do filme é justamente aguçar nas pessoas o senso crítico e a noção de justiça que cada um tem, o filme fala sobre fazer justiça com as próprias mãos e sobre o ser como cidadão ter o direito de escolha (e consequentemente) afetar a sociedade. spoiler: Quem não gostou do final do filme ser em aberto é porque não tem senso crítico construído e não entende que um filme tem que fazer muito mais do que puramente só contar uma historinha com final feliz.
O tempo todo ele mostra os desejos humanos em se vingar (aliando isso com a fé como desculpa ou razão para atos de atrocidade) e ao final ele não faz diferente e deixa o espectador se dividir em dois grupos: o que são a favor do pai ser encontrado e os que não são, deixando claro assim que cidadão você é na sociedade, os que são iguais ao pai por querer que ele sofra como fez sofrer (ideia que Keller defende o tempo todo) e os que são a favor da liberdade e da justiça acima de tudo!
Um filme sobre determinação e persistência para com quem amamos, que te prende do começo ao fim, mas para um bom filme fazer isso ele tem que ter um final surpreendente, coisa que esse não teve.Somente nos deixou curiosos em saber o final,porém não instigados ao ponto de ficarmos pesquisando que fim deu. Se você não quiser perder duas horas e meia da sua vida, não assista! Até Toy Story 3 é melhor.
Filme muito bom! Atuações dignas de grandes atores! Um drama muito bem desenvolvido, sem pular etapas, tudo no seu tempo, roteiro fechados e sem furos. spoiler: Não sou muito fã de filmes em que o final é interpretativo, mas reconheço o valor e o efeito que causa no espectador.
Outro ponto que forçou um pouco o roteiro foi na parte que ele tem a convicção que a tia do cara é a suspeita, ele vai sem ninguém.
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