O Preço do Amanhã
Média
4,2
3478 notas

193 Críticas do usuário

5
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Fernanda S.
Fernanda S.

20 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de agosto de 2014
É uma ideia interesse e original, assisti pelo sentido de capitalismo, o que para nós é dinheiro para eles é tempo. Gostei da atuação do Justin Timberlake, geralmente é ruim, mas nesse filme ele até está bem, a atuação média fica por conta da Amanda Senfriend
Gabriela P.
Gabriela P.

5 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 5 de julho de 2014
Sinceramente, o filme tinha tudo para ser excelente, mas deixa a desejar em muitos aspectos. O roteiro apresenta um cenário intrigante, no entanto, a falta de lógica bem como os diálogos de baixa qualidade comprometem muitas cenas.
Em diversos momentos, o próprio contexto do filme se torna confuso, os personagens não são bem explorados, daí, não fica claro o porquê de muitas coisas que fazem e deve ser o tipo de filme que agrada a boa parte do público, mas não àqueles mais exigentes. Se fosse um romance, seria o famoso "água com áçucar".
Em suma, o filme poderia ser muito mais elaborado e a história mais bem explorada, todavia, segue a linha de surrealismo onde tudo se torna possível sem que haja uma conexão, um motivo para tal. De certa forma, não é uma total perda de tempo; algumas cenas, apesar de subestimarem o intelecto do espectador, são empolgantes. Acho que o que mais deixou a obra desagradável, de fato, para mim foi a expectativa em torno do roteiro.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 17 de abril de 2014
Apesar de tantos prós contra o filme, estava até com medo de assistir o filme. Mas me surprieendi. Os dois ficaram muito bem juntos e fizeram um ótimo trabalho.
Osnir Sotério
Osnir Sotério

8 seguidores 25 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de abril de 2014
Repense o filme substituindo a moeda de troca "tempo" por "dinheiro" e você irá perceber a fragilidade e os furos que o roteiro tem.
O protagonista é um rebelde que quer derrubar o sistema roubando dos ricos e dando aos pobres, esquecendo-se que os guardiões do tempo podem facilmente confiscar o tempo que ele deu indevidamente aos desfavorecidos.
O filme não faz referência à quem foi ou o que fazia o tão mencionado pai de Sallas, dando a entender que ele era apenas um rebelde como o filho.
A ideia é que o filme se passa no futuro, mas com aqueles carros e arquitetura?
O envelhecimento foi bloqueado aos 25 anos, mas as pessoas ainda podem morrer antes de terminar seu tempo, porém o filme não mostra nada em relação as doenças, elas deixaram de existir? E os animais, como ficaram?
A ideia de imortalidade e a troca da moeda "dinheiro" por "tempo de vida" entorpece faz esquecer que no fim a história não tem um propósito. Se você assistir de forma displicente pode até achar que é um grande filme, mas analisando de maneira mais detalhista perceberá a fragilidade do argumento.A sinopse vende bem o filme mas na execução fica devendo.
José D.
José D.

8 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de dezembro de 2013
Uma ideia muito original que cria uma ótimo filme de ação, com um clima de tensão já que "tempo é dinheiro" e não se pode perder nenhum segundo pois isso pode custar uma vida, literalmente.
Marlon F.
Marlon F.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de outubro de 2013
O diretor Andrew Niccol, do filme “O preço do amanha” levou à ideia de que o tempo custa dinheiro ao extremo. De uma forma ou de outra, estamos todos preocupados com o tempo, e não digo isso apenas em termos de "hora pra chegar no trabalho" ou coisas do gênero.
No filme, o diretor criou um mundo onde as pessoas estavam presos à genética e que as mesma vivem naturalmente ate os 25 anos. Depois disso, elas não envelhecem, mas uma contagem regressiva para a morte é acionada e exposta em forma de relógio digital e nesse mundo ficcional a imortalidade custa caro e é um luxo para poucos.
O tempo é o relógio da sobrevivência, e a maneira de se obter tempo é através do trabalho recebendo salários, doações ou roubando e entre outras maneiras. O problema é que tudo e pago, o que forma uma economia capitalista, onde somente os magnatas sobrevivem.
Há alguns bons elementos bem interessantes para se apreciar neste filme. Uma pena que os diálogos não são tão inspirados quanto as cenas onde o diretor conta sua história apenas através deimagens, mas ainda assim o filme é muito bom.
Lucas A.
Lucas A.

23 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de outubro de 2013
Flime muito bom.... uma ficção incrível e contagiante . Presença de ótimos atores e efeitos bons. História inovadora e interessante. RECOMENDO.
Cinetrix
Cinetrix

20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de setembro de 2013
Algumas produções do diretor e roteirista Andew Niccol - “Gattaca”, “O show de Truman” e “O senhor das armas” - trazem discussões sobre a realidade e críticas sobre sistemas de poder que escondem seus reais interesses por trás de corrupções, desigualdades, regras sociais e burocracias. Em “O preço do amanhã”, seu novo filme, não é diferente e resgata mais uma vez esses interessantes debates, porém, infelizmente, os expõe de maneira rasa em uma ficção científica que traz o ‘tempo’ como fio condutor da trama.

Em um futuro próximo, o homem conseguiu se tornar imortal. Entretanto, a imortalidade custa caro e é um luxo para poucos. As pessoas crescem e vivem naturalmente até os 25 anos. Depois disso, elas não envelhecem, mas uma contagem regressiva para a morte é acionada e exposta em forma de relógio digital no antebraço esquerdo. A única maneira de continuar vivo é adquirir tempo de vida, seja recebendo salários, doações ou roubando. O problema é que tudo é pago com o tempo, o que faz dos protagonistas (Justin Timberlake e Amanda Seyfried) correrem contra ele para atingir seus objetivos: colapsar o sistema.

O tempo é o relógio da sobrevivência e, sobretudo, a moeda que sustenta uma economia capitalista inflacionada, responsável por divisões sociais fortemente demarcadas e por controlar os ‘menos favorecidos’ para evitar transtornos e superpopulação. Na primeira meia hora, Niccol desenvolve essa ideia de forma curiosa e atrativa, mas, aos poucos, parece que sua inspiração acaba e se rende a fórmulas aventurescas convencionais com soluções previsíveis que prejudicam a intelectualidade do filme.

Ao invés de seguir o estilo mais ‘cabeça’ para discutir a fundo o preço da vida eterna com base no consumismo e no capitalismo, o diretor opta por apresentar os assuntos de maneira superficial e tenta surpreender o espectador com reviravoltas subversivas que nos remetem a “Robin Hood” e “Bonnie & Clyde”. Por causa disso e, também, por ter um clímax rápido e inconvincente, o longa perde o tom poético de sua premissa e se deixa levar pelos cifrões do entretenimento.

Apesar da veia comercial, a produção não decepciona como cinema-pipoca. Andrew Niccol imprime ritmo ágil à película, insere bons diálogos (repletos de frases de efeito sobre o tempo) e conduz bem as perseguições gato-e-rato, ainda que algumas cenas de ação sejam tímidas. Esteticamente falando, o futurismo é discreto e realista de toques clássicos (como ‘novas roupagens’ nos figurinos e nos carros antigos) e apocalípticos, representado pela fotografia fria de tons esverdeados que valoriza locações degradadas.

Ainda que dê para refletir, sem esforço algum, na exposição de sua ‘pseudoproposta’ de criticar o sistema capitalista, “O preço do amanhã” tinha tudo para figurar na prateleira de cima da ficção científica, mas tem efeito efêmero por sua falta de profundidade.
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de setembro de 2013
Gostei, gostoso de assistir, mas como toda ficção científica tem alguns lances um pouco forçados. É um roteiro batido do pobre do povão contra o rico explorador enfeitado com lances de futurismo. Mesmo assumindo a premissa de que a transformação é genética é um pouco forçado o relógio na pele e a transferência de tempo por toque (wireless?). O filme perde também no lance do banho de mar, se os habitantes ricos fogem do risco, não nadam, a praia está muito cinematográfica, tem lampadas verdes instaladas no fundo, fumacinhas saindo da água. Mas o roteiro é bom e esquecendo essas forçadinhas, vale a pena.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de janeiro de 2014
Eu achei essa ficção boa, a história em sim ficou mto boa e eu gostei bastante, Amanda Seyfried e Justin Timberlake juntos em o Preço do Amanha fizeram o filme passar de um tanto chato para interessante. Oq mais me chamou a atenção foi sem duvidas a idéia do filme, é uma coisa diferente e não repetitiva e pelo menos pra mim nunca tinha visto antes alguma coisa desse tipo. Então eu gostei bastante do filme, Justin Timberlake chamou a atenção toda pra ele e teve a melhor atuação sem duvidas e a bela Amanda Seyfried soube acompanhar bem o ritimo dele.
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