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Diogo Codiceira
24 seguidores
883 críticas
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2,5
Enviada em 30 de outubro de 2025
A hora da escuridão é um filme de terror/ficção científica que contou com a direção de Chris Gorak. Na trama, acompanhamos 2 jovens Sean (Emile Hirsch) e Bem (Max Minghella) vão para Moscou para fechar um acordo comercial. Após a frustração, ambos vão uma boate onde conhecem duas jovens americanas Natalie (Olivia Thirlby) e Anne (Rachael Taylor). Porém, acabam naquela noite vivenciando uma invasão alienígena. O filme tem bem a cara de ser um daqueles filmes dos anos 80: com alienígenas, premissa interessante e efeitos práticos. Adicione isso a uma estética inovadora de alienígena com base em energia e ataque que deixam os seres humanos em cinzas em segundos. Além dos motivos dos ataques dos ets fazerem todo o sentido. Outro mérito do filme são os bons cenários escolhidos, como cenários reais de Moscou que proporcionou, em alguns momentos, uma interessante fotografia. Mas ficou nisso mesmo. Atuações pouco convincentes e roteiro com alguns furos grotescos, o filme vai se perdendo no seu segundo ato. É um filme que serve como um breve passatempo, pois é curto e você deve ignorar os problemas do roteiro e atuações ruins.
Bem mediano... A forma dos aliens, embora diferente do usual, é um tanto frustrante. Os efeitos são bem ruins e os personagens, nem se fala. No fim, é um passatempo bem esquecível.
Filme que não empolga em nenhum momento, principalmente em relação ao elenco, devido as interpretações horríveis. Os efeitos especiais também são desastrosos. Na verdade é um filme bem ruim, parece até amador, mesmo com alguns atores que funcionam em outros filmes. Infelizmente o filme é cheio de pontas soltas, com explicações e acontecimentos bem rasos, fraco demais.
A Hora da Escuridão, é um ótimo filme de ficção científica/suspense,boa trama,boas cenas de tensão,bons personagens e muito dinâmico e ágil! Assistia muito quando pequeno e assistir agora,ainda é um dos meus filmes favoritos
Aliens são algo ultrapassado. Sempre esperamos o mesmo enredo em todos os casos, mas sempre há elementos surpreendentes. Atuações satisfatórias nos conduzem em um emaranhado de partes conectadas cheio de luzes e efeitos, mas os ônibus sempre chegam quando queremos apesar da invisibilidade dos momentos. E a sorte é nossa.
Minha opinião: Um filme de 2012. Um estilo de filme de invasão alienígena tipo B. Se olharmos por este prisma, um filme razoável. Pois não é uma produção ao estilo #independeceday Uma atuação razoável dos atores. Já inventaram todo tipo de alienígena, mas este superou, que é a base eletricidade. Já fizeram de luzes, água, som, predador, alien,..... Começa com estranhas luzes vindo do céus. E essas luzes são tipo eletricidade, e quando você toca ele te desentrega. E assim a raça humana foi quase que desimada. Salvando apenas alguns. Que aos poucos vão descobrindo suas fraquezas. Um diálogo fraco, roteiro fraco, efeitos fracos.
A proposta do filme é bem interessante, porém muito inconsistente. Algumas cenas são contradizentes. Como a cena a cena dos carros, da submersão, do vidro/espelho.. etc.. O ponto alto foi ter sido filmado fora de Hollywood. Serve como passatempo.
Bom filme, a narrativa se desenvolve bem, tendo cenas até com alguma "explicação científica" para a invasão e para o combate às criaturas, mas realmente os efeitos especiais não são dos melhores. Se você for assistir sem expectativa de ver um filme blockbuster com vários efeitos e explosões provavelmente vai gostar.
Invasão alienígena bem mais ou menos essa que vemos nesse filme, os personagens são pouco carismáticos, enfim só dou três estrelas por que é um tema que gosto.
Sean (Emile Hirsch) e Ben (Max Minghella), desenvolvedores de software, vão a Rússia para venderem a ideia de um aplicativo para uma grande empresa, mas tem suas expectativas frustradas pelo rival Skyler (Joel Kinnaman), que se antecipou como idealizador do projeto. Frustrados pelo ocorrido, a dupla resolve aproveitar a estadia em Moscou para se divertirem, porém, o planeta começa a ser invadido por seres invisíveis que se alimentam de energia elétrica, levando os protagonistas a buscarem não somente a fuga, mas também alternativas para eliminar os recém-chegados vilões.
É difícil imaginar um filme com uma premissa clichê se dar bem sem ser praticamente inovador até nas falas, e isso nem de longe é feito por este A HORA DA ESCURIDÃO. A narrativa fraquíssima, comandada pelo fraco diretor Chris Gorak, causa constrangimento pelas diversas situações em que os personagens estão sujeitos, nem de longe causando tensão ou senso de urgência. Quase tudo tudo dá a impressão de encenação, sem fluir com naturalidade. Talvez só o carisma de Hirsch e alguns efeitos visuais se salvam, deixando todo o resto descartável e sem possibilidade de reciclar.
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