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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
"Rei Arthur: A Lenda da Espada" surpreende por sua eficiência, como uma pérola escondida entre as superproduções do ano. Enquanto todos olham para os medalhões, esta produção da Warner corre por fora garantindo a vaga como um dos melhores e mais divertidos blockbusters de 2017.
The Playlist
O "Rei Arthur" de Ritchie é um agradável espetáculo de grande orçamento, curiosamente alinhado com os interesses temáticos do diretor e bastante compatível com os traços rocambolescos de seu estilo.
Ccine10
O próprio Charlie Hunnam não tem o carisma esperado para um papel tão icônico como o Rei Arthur, ainda assim ele consegue levar o personagem bem no filme, já que espertamente Ritchie nunca tenta explorar o seu lado dramático ao longo da projeção.
Cinema com Rapadura
Como na imensa maioria dos filmes de ação, os maiores erros residem no roteiro. Em que pese o texto tente esboçar um protagonista com personalidade prepotente e arrogante em alguns momentos, isso não dá certo porque a essência da história que dá base ao enredo é profundamente maniqueísta.
Cineplayers
No final, o novo Rei Arthur acabou se saindo muito melhor do que qualquer um poderia esperar. É um pouco menos épico do que poderia ser, mas cheio de identidade própria. A famosa lei da compensação.
Cineweb
Como sempre em se tratando do universo de Guy Ritchie, ninguém pode reclamar de filme parado. Na tela, literalmente acontece tudo e mais um pouco em altíssima velocidade e as habituais câmeras lentas aqui e ali...
Preview
O que diverte é o estilo Guy Ritchie, com sua montagem alucinada, diálogos rápidos, humor faceiro e testosterona jorrando na tela. É cinema montanha-russa, sem tempo de respiro. Senti falta de uma figura feminina marcante...
Chicago Sun-Times
Nos seus melhores momentos, "Rei Arthur - A Lenda da Espada" é sagaz, empolgante e inteligente. Nos seus piores, o longa é um filme b fraco com monstros ridículos e momentos que produzem risadas de maneira não intencional.
Collider
"Rei Arthur" parece três filmes misturados em um: um grande épico estilo "O Senhor dos Anéis", um filme satirizando este épico, e uma história de amor entre rebeldes pela rua. Fica a sensação que, se Ritchie tivesse uma visão mais clara do que queria, "A Lenda da Espada" seria muito mais potente.
Critikat.com
Guy Ritchie é definitivamente uma das figuras mais estetizantes de sua época, de modo que o filme pode ser interpretado como sua autocoroação, uma celebração do domínio da máquina hollywoodiana. O diretor nunca tinha assumido e vangloriado tanto esta lucidez.
Papo de Cinema
Um grandioso épico histórico com ares – e orçamento – de megaprodução que tem tudo para agradar os fãs das lendas arturianas na mesma proporção em que deverá incomodar os mais puristas do gênero.
Rubens Ewald
Não que o filme seja ruim, nem tanto, é o que americanos chamam de “origin story” (história da origem) apenas centrado demais nas mesmas paisagens e situações, sendo que nenhum dos coadjuvantes também tem oportunidade de ter uma presença mais forte ou impressionante.
Screen Rant
Embora esta reinvenção do universo de Arthur seja quase desleixada em seu estilo exagerado [...], a direção inspirada e cheia de energia de Ritchie impede que o filme saia completamente dos trilhos.
The Guardian
O filme de Guy Ritchie é exagerado o tempo inteiro, passeando e correndo por suas paisagens digitais através de todas as formas de loucura possíveis...
Washington Post
"Rei Arthur - A Lenda da Espada" é um primeiro passo divertido, e sacrílego, na criação de uma franquia - um filme que obedece o primeiro mandamento da narrativa: não deverás ser chato.
CineClick
Em alguns momentos ["Rei Arthur - A Lenda da Espada"] empolga e você até esquece dos problemas óbvios da obra. Em outros, os defeitos são evidentes e assistir se torna uma pequena tortura.
Observatório do Cinema
"Rei Arthur: A Lenda da Espada" sofre com a banalização dos estímulos, um longa que a todo o momento quer animar e satisfazer seu público com adrenalina visual, que por fim acaba num descompasso geral. Quando tudo é frenético e animador, nada é capaz de mexer com o espectador.
ScreenCrush
O filme tira inspiração das histórias de super-heróis e programas de fantasia medievais. O público-alvo para "Rei Arthur e a Lenda da Espada" são as pessoas que gostariam que "Game of Thrones" fosse menos complicado e não tivesse sexo nem nudez.
New York Times
O elenco ajuda a vender os bens genéricos do filme [...] e os resultados são fáceis de se assistir, especialmente se, assim como Charlie Hunnam, você não se envergonhar facilmente.
O Globo
O filme não oferece momentos de respiro, é só agito, referências folclóricas aos montes e uma dose de humor que pouco combina com a formalidade real. Dá até vontade de se torcer pelo vilão...
Screen International
Assim como o filme em si, a técnica do longa é ridiculamente exagerada mas moderadamente divertida - até que, como de costume com Guy Ritchie, tudo se torna cansativo por sua repetição.
The Hollywood Reporter
"Rei Arthur - A Lenda da Espada" dá com uma mão, mas toma com a outra, algo que pode ser frustrante para um filme que se propõe a ser entretenimento.
Variety
No fim das contas, "Rei Arthur - A Lenda da Espada" é só um espetáculo barulhento e irritante cujas visualmente cheias e beligerantes cenas de ação sucedem uma à outra rapidamente, cada uma fazendo menos sentido narrativo do que a anterior...
Boston Globe
Vamos direto ao ponto: "Rei Arthur - A Lenda da Espada" é uma porcaria de U$ 100 milhões, uma vulgarização em 3D da lenda de Camelot que atordoa os sentidos.