Rei Arthur - A Lenda da Espada: Críticas - Página 3
Rei Arthur - A Lenda da Espada
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Renata S.
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5,0
Enviada em 23 de maio de 2017
o filme é excelente eles acharam outro jeito de contar a velha história só queria que alguém me explicasse o que foi a participação do Sr David Beckham no Filme
Um filme que eu não esperava nada, mas me surpreendi de forma positiva. É um bom filme de ação, com começo, meio e fim arrumadinho, ou seja, um roteiro bem elaborado, mas poderia ser mais curto, o que não compromete. Gostei também da atuação de Charlie Hunnam, que deve seguir nessa pegada de ação, pois tem potencial e existe uma brecha no cinema atual para esse perfil de força, ação e engraçadinho ao mesmo tempo.
Adoro os filmes do diretor britânico Guy Ritchie, desde quando assistir "Revólver" de 2005, "Snatch - Porcos e Diamantes" de 2000 e os fantásticos "Sherlock Holmes" com Robert Downey Jr. Ele sabe muito bem trabalhar a estética visual com suas narrativas fantásticas, que beiram a comédia ao aventuresco de época. Em seu novo filme "Rei Arthur - A Lenda da Espada", Ritchie consegue contar o clássico conto do Ciclo Arturiano e a mágica espada de Excalibur, passando pela infância e formação do icônico Rei Arthur até a construção do seu reinado com direito a Távola Redonda, que representa os homens premiados com a mais alta ordem da Cavalaria, na corte do Rei Arthur. O diretor não contente em apenas contar a famosa fabula britânica, consegue elevar o seu protagonista (Charlie Hunnam) em um herói das ruas versado em artes marciais e habilidoso com espadas, a construção de seu Arthur é um estereotipo de um garoto que cresce nas periferias, as margens da sociedade, e precisa se virar como pode para sobreviver em um mundo desigual. É muito legal a montagem dos filmes de Ritchie, ele consegue passar a sensação frenética em cada ato de ação, montagem essa muito utilizada em seus longas anteriores como "Sherlock Holmes", utilizando um recurso narrativo acelerado, ângulos inusitados e principalmente a sensação de uma GoPro no rosto do personagem, sem esquecer os Slow Motion. A trilha sonora de Daniel Pemberton é um ponto positivo na composição do longa, ainda mais aliado com a canção final de "The Devil and The Huntsman - Sam Lee", combinando perfeitamente com o terceiro ato e o estridente arranhar da espada no chão. Podemos esperar muito mais desses contos na telona, quem sabe com a presença de Merlin (O mago profeta e conselheiro do Rei Arthur). Rei Arthur - A Lenda da Espada é uma linda e diferente declaração de amor de Guy Ritchie para uma geração que cresceu com essas histórias.
Ótimo esse filme, a história do filme é boa, as cenas de ação são muito boas e bem feitas, principalmente a cena que o Arthur tira a espada da pedra, essa cena é uma das melhores cenas do filme, outra cena que também é boa é a luta entre Arthur e Vortigern. o estilo de Guy Ritchie funciona muito bem. os efeitos especiais do filme são bons, o filme tem um 3D bom que vale pagar mais caro o ingresso, diferente de muitos filmes 3D. Os atores trabalham muito bem, principalmente Charlie hunnam e Jude Law. Amei esse filme. Esse filme é um dos melhores do ano. Recomendo.
Arthur é um jovem das ruas que controla os becos de Londonium e desconhece sua predestinação até o momento em que entra em contato pela primeira vez com a Excalibur. Desafiado pela espada, ele precisa tomar difíceis decisões, enfrentar seus demônios e aprender a dominar o poder que possui para conseguir, enfim, unir seu povo e partir para a luta contra o tirano Vortigern, que destruiu sua família.
achei muito boa essa nova versão do Rei Arthur pois não ficou presa só na história dele mas também na história da Espada Excalibur e dos poderes que ela carregava pelo que vi parece que vai ter continuação agora é aguardar ⭐
Eita filme bom, o que dizer desse obra de arte, novos efeitos visuais, e elenco promissor, ennredo até que bom, roteiro inovador, mas mesmo assim no modo geral é um filme espetacular, porque sempre que vemos um "Mago" já esperamos aquelas cenas de magia de tirar o fôlego, mas foi mais intimista ao meu modo de ver nesse filme, claro também não poderia tirar o foco e o brilho do personagem principal e sua espada, afinal não se trata de "magos" o filme, e por fim, senti falta daquele romance épico, que sempre tem que existir nesses filmes medievais, apesar de ser uma "Maga" não deram chance a personagem ir para esse lado, afinal todo rei precisa de uma rainha, por fim é um ótimo filme.
Rei Arthur e a Lenda da espada é uma versão muito mais fantasiosa do personagem do Rei Arthur que já teve várias outras versões. Apesar de ser bem previsível em sua história e com CGI meio duvidoso" ainda sim é um filme com bastante estilo e com uma direção bem inspirada do diretor Guy Ritchie.
Espera-se mais de Guy Ritchie, mas dele só é reconhecível a trilha sonora, as cenas deslocadas e as lutas violentas e altamente realistas. A trama enfoca no pai do Rei Arthur que teria sido morto pelo irmão, mas o bebê Arthur viria a ser criado em um bordel e no devido tempo iria tirar a espada Excalibur da pedra matar o tio malvado. Muitas cenas menores em uma narrativa exaustiva, com personagens fracos e um Jude Law como o tio assassino e com sede de poder, altamente canastrão.
Meu primeiro contato com Rei Arthur foi o sensacional jogo de Super Nintendo KNIGHTS OF ROUND. Em seguida o filme sombrio, que insistiu em querer ser pé no chão, de Antoine Fuqua, que carecia de mais simpatia e elementos fantásticos. Agora Guy Ritchie lança sua versão da lenda, mas agora com efeito reverso ao filme de 2004, aqui é fantasia demais e realismo de menos. Oque pra mim não é problema. A primeira cena de batalha envolvendo elefantes gigantes sob efeito de magia é SENSACIONAL. Assim como o resumo da infância do herói. O Problema maior são os excessos que o diretor insere no filme. Diga-se de passagem que tais excessos são marcas registradas do diretor, mas num filme de Rei Arthur não cabem tais excessos, não sem gerar uma estranheza enorme. Pra ser exato me refiro a duas cenas em especial, A cena que Arthur luta contra vários soldados com a Excalibur, enquanto a câmera faz coisas mirabolantes e a outra cena é na luta final contra o vilão, onde a câmera também faz as mesmas coisas mirabolantes. São boas técnicas. Mas pra usar em filmes da Marvel ou da DC, aqui não combinou e o filme quebrou pra mim. Outra coisa que não combinou foi o figurino moderninho demais, alguns cabelos também como o do próprio Arthur, nada a ver com a época. Enfim,muitas modernidades pra um épico. A música do filme é sensacional, um dos pontos altos do filme. Eu estava razoavelmente investido no filme, mesmo com os vários problemas que tive, mas como disse, os excessos atrapalharam e fragilizaram ainda mais o filme, que já tem um roteiro pobre. Como um divertimento de fantasia é bacana. Como adaptação da lenda Arthuriana é um equívoco colossal.
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