O Pequeno Príncipe
Média
4,5
2126 notas

723 Críticas do usuário

5
531 críticas
4
130 críticas
3
46 críticas
2
10 críticas
1
5 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de setembro de 2015
Não segue exatamente a história dos livros, o foco é o velhinho e a garota, mas não deixa de ser uma boa animação que mistura 3d com stop motion.
Maisa C.
Maisa C.

1 seguidor 17 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2015
É um tapa na cara dos adultos!
Revela de maneira crua mas ao mesmo tempo muito poética como temos direcionado nossas crianças para uma vida sem humanidade, sem sentimentos. De que outra maneira poderemos transformar o futuro senão através de nossas crianças?
Essa é uma obra atemporal para crianças e adultos!
Baunilha M.
Baunilha M.

11 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de agosto de 2015
É um filme cativante,a quem assiste ,chorei muito,depois desse filme eu acho que agora vou me tornar um adulta melhor
Matheus G.
Matheus G.

9 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de agosto de 2015
Que filme maravilhoso, nunca chorei em uma sala de cinema. Adorei o final, emocionante e perfeito. Já quero assistir novamente, o único detalhe que me incomodou foi a rapidez que mostraram alguns personagens, eles deviam ter mais destaque já que têm um papel importante e ensinam uma lição.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de dezembro de 2017
Bonitinho, mas ordinário. Mínimo de 100 caracteres. Mínimo de 100 caracteres. Mínimo de 100 caracteres.
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de julho de 2022
A trama desenrola com um velho que conta a história do Pequeno Príncipe de outro ponto de vista. A criançada teria dificuldade de entender a trama do ponto de vista do roteirista que põe a menina engessada, obedecendo à regra da mãe simétrica e com mundo cinzento, enquanto do velhinho com cores vibrante e muita alegria. Nesta atualizada animação do Pequeno Príncipe temos três tipos de animação que muda de traço conforme a passagem de fase: Animação em Stop Motion quando adapta o livro do Pequeno Príncipe, animação 2D que tem com pano de fundo a imaginação do velhinho com a menina e a última que mistura 2D com 3D.
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de agosto de 2018
Baseado no livro francês de 1943, considerado uma literatura para crianças, o mesmo contém alto teor filosófico e poético. Cada personagem, animal ou objeto tem uma representação. A animação até que é divertida, mas quem sabe um remake do filme de 1974 não seria mais interessante.
Sidnei C.
Sidnei C.

127 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de setembro de 2015
Nos últimos anos, o cinema tem feito releituras de clássicos infantis, como Branca de Neve, Cinderela, A Bela Adormecida. Embora o livro de Saint-Exupéry não seja um conto de fadas, a obra é um clássico infanto-juvenil, embora também muito apreciado por adultos – no Brasil, sua popularidade foi grande nas décadas de ´60 - ´70.

O diretor escolhido para esta adaptação como filme de animação é americano – dirigiu Kung Fu Panda, mas o filme é francês e teve a mais ampla distribuição no território brasileiro para um filme produzido na França desde Intocáveis. Normal, em se tratando de um filme que vem dirigido para público infantil, o mais assíduo às salas de cinema brasileiras atualmente. A questão é: como apresentar a delicada poesia do livro, escrito na longínqua década de ´40 para o público de hoje, acostumado a filmes de pura ação, e ao formato de história já desenvolvido e consagrado pela Disney.

A saída dos produtores foi boa. A história do Pequeno Príncipe é introduzida dentro de uma história maior, de uma menina a quem o livro é apresentado por um vizinho, que aparentemente foi quem escreveu a história. Liberdade poética plenamente aceita. Assim se evitou uma releitura, mantendo-se inclusive os diálogos e famosas frases-pensamentos tal qual aparecem no livro. Mesmo as icônicas ilustrações do livro foram aproveitadas.

Outra excelente ideia do filme foi empregar 2 técnicas de animação diferentes. Para a história principal, computadorizada, como são feitas as mais modernas animações da Pixar/Disney nos dias atuais. Para ilustrar as passagens do livro, o filme usou a conhecida técnica do stop-motion (fotografia quadro-a-quadro), mas ao invés de utilizar figuras de “massinha”, inovou, criando tudo em papel. Estas são as mais belas cenas do filme, com um visual realmente inovador. A partir do momento que vai descobrindo a fantasia e o fascínio da história do livro o universo da pequena menina também vai ganhando mais cor. Outra boa sacada da animação.

Mas nem tudo são flores (ou rosas) neste Pequeno Príncipe, e o filme escorrega feio quando, ao final, tenta unir as 2 histórias, propondo até uma “o que terá acontecido com o Pequeno Príncipe?”. A proposta de unir as 2 histórias não foi uma má ideia, mas desenvolvida de forma imprópria. É como se a menina adentrasse, muito de repente, num universo paralelo habitado pelo Pequeno Príncipe, agora um adulto. E se perde totalmente o encanto, sutileza e tratamento dos assuntos delicados – como morte e amadurecimento – que vinham sendo tão bem desenvolvidos no filme.

O Pequeno Príncipe vale pelo prazer visual das cenas que ilustram as passagens do livro. Essas cenas tem o frescor das ousadias que vemos serem utilizadas mais nos curta-metragens de animação modernos, e que as grandes produtoras não arriscam nas animações de longa-metragem. A proposta de adaptação também merece elogios, por respeitar o material original e ter encontrado uma forma inteligente de apresentá-lo aos pequenos de hoje, que talvez nunca tenham tido contato com o livro. Mas, como tem sido uma verdadeira maldição dos filmes de grande produção recentes, o roteiro começa bem, desenvolve sua história, para decepcionar ao final. C´est dommage!
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 6 de setembro de 2015
Em determinado momento do filme, após ler os manuscritos do Aviador, a garota acha estranho que o menino da história esteja perdido no deserto, sem sentir fome, sede ou cansaço.

É mais ou menos com esse espírito lógico que o filme procura adaptar – e recriar – a fantasia e a poesia do famoso livro do aviador e romancista francês Antoine de Saint-Exupéry (1900-1944).

Lançado em 1943, o pequeno livro ilustrado com aquarelas do autor tem alimentado a imaginação de gerações de leitores de todo mundo, com suas palavras de amizade, amor, gratidão e, sobretudo, o poder da infância.

A escolha em colocar nova história em cima de uma obra tão querida e conhecida pelo público é algo arriscado, mas que traz uma visão contemporânea, principalmente em criticar a vida alucinante nas grandes cidades modernas, que acomete crianças e adultos.

Vivemos uma época de releituras e recriações de histórias consagradas, por mais que haja protesto por parte de puristas mais exaltados e fãs mais intransigentes. Sem contar que fidelidade é um termo controverso quando se está falando de adaptações literárias para a tela grande.

A releitura sacrifica um pouco o teor poético e filosófico em Saint-Exupéry, mas enche os olhos com momentos de muito lirismo e rara beleza. Portanto o filme, mais do que recontar o livro, mostra a história de alguém que se deixou tocar pelas páginas ao mesmo tempo poderosas e simples do Pequeno Príncipe e que não deixou a infância morrer. E se o livro termina com a lágrima da perda, o filme termina com a emoção de um happy-end no canto dos olhos.
Diácono Marcio C.
Diácono Marcio C.

20 seguidores 54 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de setembro de 2015
atualizou muito bem essa história clássica A menina roubou a cena
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa