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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinema com Rapadura
Porém, o roteiro se perde em seu ato final. Parece sedento por um clímax apoteótico, dando origem às mais bizarras reações. Dessa forma, quase joga fora todo o bom e até certo ponto complexo desenvolvimento de personagens e de suas respectivas adequações à abrupta mudança de caminho que foram levados a (ou escolheram) embarcar.
Screen International
Os clichês do cinema independente americano estão super evidentes em "A Filha do Meu Melhor Amigo", filme de estreia do diretor britânico Julian Farino.
Cinepop
A obra não é de todo ruim, e tenta salpicar questões para discussões inteligentes, entre uma cena de pastelão e outra, como quando a personagem de Keener persegue seu marido infiel com o carro atropelando os ornamentos natalinos do jardim.
Cineweb
A falta de ousadia compromete, no entanto, a própria graça do enredo, que se encaminha para um desfecho que tem um quê moralista. Se o diretor queria fazer um drama, era bom se orientar melhor, porque isso ele também não conseguiu.
Preview
O maior lapso aqui é o roteiro, pois essa é uma relação dura de engolir e nem os atores parecem acreditar nela. No mais, é um olhar delicado sobre as mudanças na vida e a busca pela felicidade.
CineClick
Apesar de levantar a discussão pertinente, "A Filha do Meu Melhor Amigo" peca por não fazer rir - falha notável se tratando de uma comédia. Assimila-se àqueles filmes americanos de natal.
New York Times
Como pode um filme estrelado por Hugh Laurie, Oliver Platt, Allison Janney e Catherine Keener sair tão errado? Esse é o mistério por trás de "A Filha do Meu Melhor Amigo", uma comédia sobre uma família disfuncional - desculpem o clichê - que se afasta em terror de seu tema potencialmente explosivo.
O Globo
A rigor, não tem nada de muito errado com o tratamento de situações que se alternam entre pretensamente divertidas ou melodramáticas. E é esse o maior problema: o filme fica no limbo do certinho-metido-a-transgressor e não convence em nenhuma das vertentes. Um resultado tão insosso como canja de hospital.
Omelete
Por mais que o elenco tenha nomes conhecidos, o diretor Julian Farino é estreante nos cinemas, assim como os roteiristas, Jay Reiss e Ian Helfer. Talvez por falta de experiência, talvez por insegurança, a equipe tenha evitado ousar e criado algo com tão pouca personalidade.
The Guardian
Apesar do seu tom jovial promissor, "A Filha do Meu Melhor Amigo" decepciona com seu liberalismo pegajoso e seu fracasso em encontrar um registo dramático convincente para o relacionamento central.
Rubens Ewald
Não tem porque perder tempo com esta pseudo comédia familiar, mal dirigida, com péssimo roteiro e um elenco muito discutível. O realizador [...] não demonstra qualquer criatividade ou talento.
Variety
Com um romance sem química, uma sensibilidade de sitcom e um buraco redondo no lugar da sua humanidade, "The Oranges" é uma confecção intragável cuja abordagem imatura para seu tema adulto deve deixar algumas pessoas confusas e outras ofendidas.