Perdi meu tempo, Além de passar o filme todo nervosa e angustiada acaba daquele jeito: "Ué, acabou assim?!" Não sei se a personagem tem muita sorte, ou muito azar. Tirando isso, a fotografia e a parte técninca do filme são bem boas. E só, no meu ponto de vista.
Apesar de retratar coisas do espaço que eu adoro, achei o filme muito fraco. Espera muito mais vindo da atores tão bem nomeados. Quando acabou, a primeira pergunta que fiz foi: "É só isso?".
O lixo espacial é um assunto cada vez mais importante para a segurança de missões espaciais. Milhares de fragmentos, provenientes de destroços de satélites e foguetes, e entre outros itens menores, ameaçam os equipamentos que se encontram em funcionamento ao redor do planeta. E justamente essa ameaça é o que desencadeia o início da história do filme Gravidade, quando uma missão russa abate com um míssil um satélite desativado, cujo impacto gerou uma nuvem de detritos. Parece absurda essa idéia dos russos, mas a China tomou essa atitude em 2007, causando grande preocupação internacional. Nos EUA, especialistas advertiram que tal ato poderia ocasionar sérios riscos para os satélites em funcionamento, já em 1985. O filme apresenta excelentes efeitos visuais e fotografia, vencendo nestas categorias o Oscar 2014. O restante da história se resume na luta da astronauta Ryan (Sandra Bullock) em sobreviver à catástrofe. Os absurdos mostrados na tentativa de salvar a astronauta, indicam o excessivo otimismo do filme.
Filminho bem insosso. Uma amadora no espaço, um herói sem adrenalina e uma estação chinesa sem ninguém, nenhum falecido, nenhum buraco. Enfim, só salva mesmo os efeitos sonoros (inclusive a ausência deles), deram o pouco de emoção que o filme poderia proporcionar.
Inegavelmente os efeitos especiais são de ponta. Entretanto, o enredo deixa a desejar. A história é fraca em se tratando da temática dos filmes "intergalácticos". O enfoque se baseia constantemente nas concepções dos personagens, o que dá a prolongação do filme pois, do contrário, todo ele poderia ser contado em minutos. spoiler: O frustrante foi o fato de Matt Kowalski (George Clooney) se separar da doutora Ryan Stone (Sandra Bullock) uma vez que, pelo andamento da trama, os dois poderiam chegar a Soyuz tranquilamente.
Não sei como tantas pessoas elogiam esse filme. Não é que achei ruim, para mim simplesmente é um filme super, super, chato. É angustiante sim, mas dá mais vontade de que acabe logo por causa do fraco roteiro do que pela angústia que os personagens passam, principalmente a Ryan Stone, de Sandra Bulock, spoiler: a única que sobrevive no final. Também, se depois de focar tanto nela, era de se esperar que sobrevivesse no fim. . George Clooney aparece como contraponto ao nervosismo de Bulock. Seu personagem é legal, divertido e sabe como agir nas situações difíceis. Impossível não simpatizar com ele. Agora, o filme é muito bem conduzido por Alfonso Cuaron, a fotografia é linda e passa a impressão de que foi filmado realmente em pleno espaço. No mais, é um filme que oferece excelentes efeitos especias, mas que a história é fraca e arrastada. É daqueles que você assiste e esquece logo em seguida
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