Se, em “Avatar”, a terra era o caminho pelo qual Jake Sully (Sam Worthington) encontra o seu propósito; em “Avatar: O Caminho da Água”, como o próprio título deixa subentendido, é a água que leva o protagonista desta história a encontrar o seu destino.
Doze anos separam os dois filmes. Neste ínterim, Sully e Neytiri (Zoe Saldana) formaram uma família, tiveram filhos e se posicionaram como líderes do povo Na’vi. Entretanto, os rastros das decisões tomadas por Sully possuem consequências e, quando eles se vêem na iminência do perigo (representado por Quaritch - personagem interpretado por Stephen Lang), eles têm que se reinventar, como clã e como família.
Assim como em “Avatar”, portanto, que promovia a transformação pessoal de Jake Sully por meio do amor e do contato com a cultura dos Na’vi; é o desejo de proteção à família que ele formou que move a personagem (e, consequentemente, seus filhos) em mais uma jornada de transformação pessoal, no contato com a cultura de um novo povo, o que habita os recifes dos ambientes marinhos.
Existem vários filmes dentro de “Avatar: O Caminho da Água”: o que retrata a descoberta do perigo representado por Quaritch, o que retrata o êxodo familiar e o exílio deles junto ao povo dos recifes, e, finalmente, aquele que retrata o grande conflito que interessa ao roteiro escrito por James Cameron, Rick Jaffa e Amanda Silver: o embate entre Sully e Quaritch.
Estas tramas se desenrolam numa obra que chama a atenção por ser um espetáculo visual, e pelo desejo de James Cameron de, como diretor, levar o seu cinema a um outro patamar. São poucos os que conseguem trabalhar com a tecnologia. E Cameron é um dos que traz isso ao seu favor. Ao custo de um roteiro problemático, diga-se de passagem, mas não é isso que interessa ao público de “Avatar”. Cameron entrega ao seu público o filme que eles desejam assistir!
Filme bom, mas que não justifica ser tão demorado. Nos desperta um senso de preservação da natureza em face do desejo humano de vingança e riqueza a qualquer custo. Os efeitos visuais são de encher os olhos.
O filme Avatar: O Caminho da Água tem uma história bem interessante. O que mais gostei foi o fato do filme ser em 3D. No entanto, um ponto negativo no filme que me chateou bastante foi o tempo de duração do filme (3h e 12m), o que acabou se tornando cansativo de assistir. Finalizando, recomendo sim o filme, mas somente para quem está com tempo disponível para assistir.
Um show de efeitos belíssimos,lindas paisagens na terra e mar,personagens novos e antigos bem apresentados.Acho que só tempo 3 horas de filme pode ser um pouco cansativo,mas recomendo.
Tem bons efeitos, atores de Avatar 1 e um visual bacana. Mas alguns pontos deixaram muito a desejar. Resgatar personagens mortos, foi uma delas. A historia tambem é fraca e no final, alguns personagens somem ou não têm o destaque que parecia que teriam. Pela demora na sequência, esperava mais.
Bom filme, um pouco previsível como no primeiro, o que é compreensível pro gênero. Um prato cheio pra quem gosta de aventura e animação. Efeitos visuais impressionantes.
Filme extenso, porém prende a nossa atenção do começo ao fim. Quando vamos assistir uma sequência de trilogia esperamos sempre mais. E aí onde está o grande problema. O filme é o famoso "mais do mesmo" Você espera ser surpreendido como foi no primeiro anos atrás. Agora algo que achei bem desconfortável, foi a relação de ações com a família, esperava um filme leve de ação e que fosse empolgante. A questão de ter a todo momento o peso de proteção da família com os filhos o tempo todo sendo ameaçados e correndo risco, não é algo que eu esperava em um filme desse. Se for pai de família e acredita que vai relaxar vendo o filme, você vai se decepcionar...
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