Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Kamila A.
7.941 seguidores
816 críticas
Seguir usuário
3,0
Enviada em 10 de julho de 2023
Se, em “Avatar”, a terra era o caminho pelo qual Jake Sully (Sam Worthington) encontra o seu propósito; em “Avatar: O Caminho da Água”, como o próprio título deixa subentendido, é a água que leva o protagonista desta história a encontrar o seu destino.
Doze anos separam os dois filmes. Neste ínterim, Sully e Neytiri (Zoe Saldana) formaram uma família, tiveram filhos e se posicionaram como líderes do povo Na’vi. Entretanto, os rastros das decisões tomadas por Sully possuem consequências e, quando eles se vêem na iminência do perigo (representado por Quaritch - personagem interpretado por Stephen Lang), eles têm que se reinventar, como clã e como família.
Assim como em “Avatar”, portanto, que promovia a transformação pessoal de Jake Sully por meio do amor e do contato com a cultura dos Na’vi; é o desejo de proteção à família que ele formou que move a personagem (e, consequentemente, seus filhos) em mais uma jornada de transformação pessoal, no contato com a cultura de um novo povo, o que habita os recifes dos ambientes marinhos.
Existem vários filmes dentro de “Avatar: O Caminho da Água”: o que retrata a descoberta do perigo representado por Quaritch, o que retrata o êxodo familiar e o exílio deles junto ao povo dos recifes, e, finalmente, aquele que retrata o grande conflito que interessa ao roteiro escrito por James Cameron, Rick Jaffa e Amanda Silver: o embate entre Sully e Quaritch.
Estas tramas se desenrolam numa obra que chama a atenção por ser um espetáculo visual, e pelo desejo de James Cameron de, como diretor, levar o seu cinema a um outro patamar. São poucos os que conseguem trabalhar com a tecnologia. E Cameron é um dos que traz isso ao seu favor. Ao custo de um roteiro problemático, diga-se de passagem, mas não é isso que interessa ao público de “Avatar”. Cameron entrega ao seu público o filme que eles desejam assistir!
"Avatar 2" continua com os mesmos méritos e problemas do seu antecessor. Temos uma direção de arte incrível, composição de cenários realmente de outro mundo, uma fotografia lindíssima, os aspectos técnicos são tão surpreendentes que as mais de três horas de filme em muitos momentos se dão pela contemplação de centenários. James Cameron realmente é um diretor incrível quando trabalha com projetos dessa magnitude, apesar de tudo isso, minha única crítica ficaria quanto ao 3D, que achei inferior ao filme de 2009. Por outro lado Avatar continua com um roteiro de incertezas, achei o roteiro da continuação muito superior ao primeiro filme, aqui temos aprofundamento forte de diversos personagens, o que cria um sentimento de apego ao mesmos, principalmente ao filhos do Jake Sully - Que continua um personagem fraco, mas está bem melhor do que sua versão de 2009 - sua esposa, Neytiri, está uma personagem fantástica, além disso temos uma ampliação dos conceitos do mundo de Avatar, embora alguns desses conceitos se contradizem ao primeiro filme, como por exemplo o motivo da exploração humana ao planeta alienígena, eu gostei dessa ampliação e mudanças, o ponto negativo do roteiro fica a volta do mesmo vilão do antecessor e da mesma história de caça, se não fosse a ótima introdução do povo da água o filme ficaria dentro de uma mesmice decepcionante. "Avatar 2" vale a experiência, é um filme muito bonito visualmente, com bons personagens e uma história, que apesar das repetições de ideia, agrada pelo acréscimo de novos conceitos, acho um pouquinho melhor que seu antecessor. 7,5/10
Um show de efeitos belíssimos,lindas paisagens na terra e mar,personagens novos e antigos bem apresentados.Acho que só tempo 3 horas de filme pode ser um pouco cansativo,mas recomendo.
Filme bem mais fraco que o primeiro, investe exageradamente nos efeitos especiais (que são belíssimos), na poesia da harmonia entre os Na'Vi e os seres vivos de Pandora e esquece do enredo, transformando o filme em apenas uma vingança de Quaritch (Stephen Lang) sobre Jake Sully e sua família. O objetivo inicial da possível colonização do planeta Pandora pelos humanos é rapidamente esquecida e todo o roteiro se transforma em uma caçada pessoal. São três horas e dez minutos que poderiam ser facilmente resumida em duas horas, mas o filme não chega a ser cansativo, apenas um pouco arrastado em alguns momentos. Vale à pena assistir, mas é importante viajar nos efeitos especiais e esquecer um pouco a trama.
Filme bom, mas que não justifica ser tão demorado. Nos desperta um senso de preservação da natureza em face do desejo humano de vingança e riqueza a qualquer custo. Os efeitos visuais são de encher os olhos.
O filme é um clichezão, cheio de estereótipos e previsível. Utiliza diversos elementos de filmes de "jornada do herói". Os diálogos e algumas cenas são risíveis. Agora, indiscutivelmente os efeitos visuais são a grande atração.
é um filme lindo, um espetáculo áudio visual, mas o filme se prende muito aos efeitos visuais e esquece de contar uma história, personagens estão jogados ali simplesmente, mas tem uma ação incrivel. Nota 7,0
Bom filme, um pouco previsível como no primeiro, o que é compreensível pro gênero. Um prato cheio pra quem gosta de aventura e animação. Efeitos visuais impressionantes.
Tem bons efeitos, atores de Avatar 1 e um visual bacana. Mas alguns pontos deixaram muito a desejar. Resgatar personagens mortos, foi uma delas. A historia tambem é fraca e no final, alguns personagens somem ou não têm o destaque que parecia que teriam. Pela demora na sequência, esperava mais.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade