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Anderson
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1,5
Enviada em 26 de janeiro de 2023
Fui obrigado a ver "Avatar: O Caminho Da Água". Fiquei espantado com o nível técnico das imagens que o ser humano pode criar com um computador nas mãos. Apesar de monocromático, afinal quase tudo é azul!, um visual deslumbrante que me inundou de saudades, pois trouxe recordações dos antigos protetores de tela dos igualmente antigos PC's. Quem há de ainda se lembrar disso? Após dez minutos de deslumbramento todo o interesse se esgota, já que a sequência é composta de repetições do já visto, acrescidas de lutas e explosões. Ainda restam torturantes 3h02min. Creio ser unicamente culpa da minha decrépita imaginação haver considerado ridículas as conversas telepáticas, auxiliadas por mímicas, com gigantescos seres marinhos. Gigantes, feiosos e muito bonzinhos. Tão bonzinhos que não revidam nem mesmo às mortais explorações de que são vítimas. O Capitalismo alcançou o seu ideal!
Filme bem mais fraco que o primeiro, investe exageradamente nos efeitos especiais (que são belíssimos), na poesia da harmonia entre os Na'Vi e os seres vivos de Pandora e esquece do enredo, transformando o filme em apenas uma vingança de Quaritch (Stephen Lang) sobre Jake Sully e sua família. O objetivo inicial da possível colonização do planeta Pandora pelos humanos é rapidamente esquecida e todo o roteiro se transforma em uma caçada pessoal. São três horas e dez minutos que poderiam ser facilmente resumida em duas horas, mas o filme não chega a ser cansativo, apenas um pouco arrastado em alguns momentos. Vale à pena assistir, mas é importante viajar nos efeitos especiais e esquecer um pouco a trama.
Um show de efeitos belíssimos,lindas paisagens na terra e mar,personagens novos e antigos bem apresentados.Acho que só tempo 3 horas de filme pode ser um pouco cansativo,mas recomendo.
Produção fantástica, lindíssima, nos prende do início ao fim! Assim como o primeiro, aborda temas como família sistêmica, ecologia profunda e a conexão espiritual entre os humanóides e outros seres da Natureza! Vale cada minuto!!!
Filme chato e infantil. Uma historinha chata e sem graça. Um filme enfadonho com uma duração gigantesca que não tem nada para contar e cai totalmente no lugar comum. Esses monstrinhos são uma mistura grotesca de felinos.com hastafaris. Simplesmente ridículo e uma grande perda de tempo.
O filme se resume, basicamente, a um espetáculo de efeitos visuais. É inegável que o filme é bonito de se ver e que a tecnologia empregada é impressionante, mas, se retirarmos a estética, sobra muito pouco. Em termos de roteiro, a obra é extremamente fraca e vazia. A trama inteira se resume ao protagonista fugindo de vilões que querem matá-lo e ao arco da exploração das baleias de Pandora; fora isso, o filme não tem conteúdo.
A narrativa se estende por horas sem realmente resolver a história central, deixando claro que o objetivo principal foi criar um cenário para mostrar as belezas visuais do planeta, em vez de contar uma história com substância. É uma produção que prioriza a forma em detrimento do fundo, funcionando mais como uma demonstração tecnológica do que como cinema de qualidade. No fim das contas, fica a sensação de que não existe um roteiro de verdade, apenas uma sequência de imagens deslumbrantes sem um desfecho ou uma profundidade que justifique o tempo de projeção.
Estava meio reticente em assistir por conta da longa duração e, para minha felicidade, consegui aguentar as 3 horas de boa. não conhecia a história anterior mas deu para compreender muito bem a fascinante aventura dos NA vis no espetacular planeta se Pandora. Excluindo as cenas de clichê, forçando o público as lágrimas, o filme é uma verdadeira obra de arte.
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