Ótimas atuações, mas é um filme chato, enfadonho. Péssimos diálogos, incompletos e imprecisos. Talvez tenha muito sentido para quem conhece a cultura local.
Criei um cadastro somente para salvar desavisados, que por acaso do destino, queira assistir esse filme. Chato, feio e deprimente. A todo momento você pensa que ele vai entregar algo interessante, mas no fim das contas, com exceção de uma cena, é melhor fazer qualquer outra coisa do que assistir esse filme.
"Realismo cru, atuações fortes e narrativa intensa fazem deste um drama de amadurecimento sombrio e envolvente." Com direção sóbria de Debra Granik, Inverno da Alma é um coming-of-age atípico, que substitui a inocência juvenil pela brutalidade da vida adulta. A narrativa evita sensacionalismo e se apoia em um realismo frio, onde a paisagem gélida reflete o isolamento da protagonista. Jennifer Lawrence entrega uma performance contida, carregada de exaustão e resiliência, enquanto John Hawkes adiciona camadas a um tio rude, mas protetor. Embora sua condução discreta possa parecer contida demais, o filme compensa com uma história de sobrevivência envolvente e um desfecho agridoce que ressoa com autenticidade.
Eu criei essa conta apenas para falar desse filme, eu nunca comentei sobre nenhum mas precisei vir aqui expressar minha indignação por ter perdido horas da minha vida assistindo uma porcaria sem sentido nenhum, drama cansativo, o filme n tem lógica, não tem explicação, não tem nada que te prenda, não tem emoção, do começo ao fim é um filme vazio de informações, vazio de cenas, é um filme completamente vazio e raso, me assusto ao ver que tem uma nota um tanto quanto alta pelo oq ele entrega, absolutamente nada.
Inverno da alma é um filme dirigido por Debra Granik que também roteirizou o filme com a ajuda de Anne Rosellini.O filme recebeu algumas indicações para o oscar de 2011: melhor filme, melhor atriz (com Jennifer Lawrence) , melhor ator coadjuvante ( com John Hawkes) e melhor roteiro adaptado, mas não recebeu nenhuma estatueta. A trama conta a história de Ree (Jennifer Lawrence), uma jovem garota de 17 anos, que vive com os seus 2 irmãos mais novos (6 e 1 anos) e sua mãe doente em estado semivegetativo. Mora numa comunidade isolada do Missouri. A problemática do filme começa quando o pai de Ree, que era um pequeno traficante local sai da cadeia após uma fiança ser paga, dando a casa da família como garantia. Como o mesmo não comparece ao julgamento, a família de Ree está para ser despejada. Sem ter contato com o seu pai há meses, Ree busca ajuda de diversos moradores locais, que não estão dispostos a ajuda-la a descobrir o paradeiro do pai. O filme tem um ritmo lento e por ser curto, boa parte da emoção fica no seu terceiro ato. A narrativa lenta serve para acompanharmos o desenvolvimento de Ree como personagem e entender toda a problemática envolvendo o seu pai na comunidade em que mora. É preciso mencionar a boa fotografia do local, que contribuiu para entendemos o título em português do filme (inverno da alma). Além disso, esse foi o filme que lançou a Lawrence e não foi à toa, pois a mesma aqui entregou uma excelente atuação. Mesmo quando a Lawrence não estava mais sustentando o filme sozinha (não por demérito seu), o roteiro foi inteligente em incluir na história o seu tio, Teardrop (John Hawkes) que alavancou o terceiro ato praticamente inteiro.
Um filme para ser saboreado, pois sua narrativs é forte, rica, mas não é arrastada. Uma história que nunca apela para o melodramático, mas emociona, principalmente ao ver cada situação passada com pureza e força por Ree, que domina a cena onde quer que apareça. Jovem sofrida, dinâmica e de fibra, Ree! E Jennifer Lawrence está no tom exato, não apela para caras e bocas, mas sim transmite o sentimento de sua personagem de forma não caricata. Trama que conta ainda com interpretações dignas de todos os outros atores; cada um está bem ciente do que fazer, sem exageros, sem apelos sentimentalistas. A direção e a fotografia estão afiadas; tomadas tensas, cores que transmitem o clima do filme. Não acho o filme cult, acho o filme valioso para todos os que apreciam cinema.
Apesar do protagonismo de Jennifer Lawrence em um personagem forte, a dinâmica do filme deixa a desejar. O ritmo da trama é lento e não traz nada de emocionante (com exceção de 2 cenas). Além disso, a protagonista passa muito tempo caminhando entre a floresta, sem que aconteça absolutamente nada.
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