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Omelete
"O Passageiro" não deixa de ser mais um excelente exemplo do vigor que os filmes B preservam em si hoje, e ao mesmo tempo representa uma evolução do cinema feito por Collet-Serra em direção a um impressionismo no registro.
Cineplayers
Além da proposta de realizar um trabalho que reflexione para além do gênero e ao mesmo tempo o enriqueça, o filme nunca é desprovido das ferramentas que o fazem também ser um produto pop, e que permite a esse cinema abrangente um cuidado que poderia ser dispensado a propostas ambiciosas...
Collider
Um filme que usa a idade de Neeson a seu favor enquanto ainda traz uma mistura divertida de ação e suspense hitchcockiano. Collet-Serra usa o cenário claustrofóbico a seu favor enquanto discute os problemas da corrupção.
The Hollywood Reporter
Completamente bom de assistir e inteiramente esquecível assim que sair da sala do cinema, "O Passageiro" parece aqueles filmes que não são mais feitos, pelo menos em Hollywood.
The Playlist
Por mais absurdo que seja o filme, ele também funciona como comentário social sobre as classes desfavorecidas e a recessão econômica de 2008 - particularmente com uma menção a Wall Street - e revela-se muito direto e transparente em suas intenções.
Cinepop
Apesar de suas inúmeras qualidades, seja no roteiro, atuações, clima e parte técnica, onde o talentoso Serra realmente pode se exibir, incluindo momentos de plano sequência, como lutas – e até no uso de efeitos visuais mesclados com a narrativa, "O Passageiro" não é a colaboração mais vibrante da dupla.
Diário de Pernambuco
Uma trama misteriosa e envolvente a bordo de um trem. [...] Neeson é figura batida de filmes de ação, [...] Novamente, ele protagoniza cenas de lutas, tiros e heroísmo, algumas delas sem tanto compromisso com a verossimilhança.
Boston Globe
O personagem financeiramente amarrado de Neeson seria mais convincente se ele de alguma forma não tivesse um BMW estacionado nos fundos do depósito, mas apoiamos ele de qualquer forma.
Cinema com Rapadura
Que entretenimento pode ser mais fugaz que um blockbuster sem muito conteúdo e praticamente despido de criatividade, mas razoavelmente bem feito e com uma grande estrela de Hollywood como o protagonista? “O Passageiro” leva essa cartilha ao pé da letra – e o resultado, se não é notável, também não é ruim.
Cineweb
O que Collet-Serra tem a oferecer é cinema de ação em sua forma mais pura – é "Velozes e Furiosos" dentro de um trem. Ajuda muito, é claro, o fato de que em cena tem-se Neeson ao invés de Vin Diesel, mas o princípio é o mesmo.
Preview
É eletrizante. Jaume Collet-Serra dirigiu Neeson em "Desconhecido", "Sem Escalas" e "Noite Sem Fim", e sabe como ninguém “tirar o sangue” de seu astro.
The Guardian
Talvez você não possa pedir muito de um simples filme que agrada o público como esse, mas a experiência acaba sendo como um serviço para passageiros: você sabe para onde vai e ele te leva lá perfeitamente, mas em poucos anos seria difícil distinguí-lo de dezenas de outras viagens similares.
Variety
A incoerência vertiginosa de "O Passageiro" - isso sem contar o comportamento geralmente mais severo, com mais falta de humor acidental do que a maioria dos trabalhos de Helmer - torna o filme um pouco menos divertido do que seus anteriores.
Veja
O diretor catalão Jaume Collet-Serra não inventou a roda, mas, como poucos, recicla o filme de gêreno com muita energia e criatividade. [...] É uma história inverossímil, porém com invejável estilo narrativo.
Screen International
O que "O Passageiro carece em nuances, profundidade, surpresas, lógica e diálogo útil... ele não consegue compensar com sua tensão efetiva de localização única ou ação bem coreografada, embora ambos estão entre os melhores destaques do filme.
Screen Rant
"O Passageiro" é um suspense desengonçado e cheio de clichês, mas também é divertido graças ao talento de Liam Neeson e ao senso de estilo de Collet-Serra.
Chicago Sun-Times
Praticamente toda mudança ou grande revelação em "O Passageiro" é mostrada com muita antecedência, e do momento em que o trem deixa a estação e a história realmente começa, a gente se pega virando os olhos a cada 10 minutos.
New York Times
Nem é muito bom como exercício de gênero, e não consegue se sempre manter focado em qual músculo do gênero quer flexionar. Por um momento é um mistério de portas fechadas. Depois é um suspense de fuga no trem.
O Globo
O negócio piora quando se percebe que “O Passageiro” tem uma estrutura bastante semelhante a “Sem Escalas” (2015), outro filme de Liam Neeson, ambos dirigidos por Jaume Collet-Serra. O que muda é que um se passa num trem, e o outro numa avião.
Observatório do Cinema
O desgaste da imagem de Neeson não é o maior dos males, diante do fato de Collet-Serra não conseguir construir a tensão nas entrelinhas. Uma inquietação, que se estende ao espectador, toma conta do filme, sendo disseminada arbitrariamente.
Rubens Ewald
Não se pode dizer que é especialmente convincente nem original, mas apesar de tudo prende a atenção e tem suspense e ação. Sim, em filme de trem o que você esperava?
Washington Post
A história (por Byron Willinger, Philip de Blasi e Ryan Engle) não existe para atender as necessidades da lógica, mas sim as do Neeson, que, como tem se tornado um hábito para ele nesse tipo de coisa, entrega, no mínimo, um bocadinho de prazer com um homem carinhoso, mas forte em um lugar apertado e tenso.
Critikat.com
"O Passageiro" permite constatar uma regressão das habilidades (do diretor, em particular) na qual não se percebe mais o mínimo esforço pessoal para além de gestos automáticos.
Télérama
Um homem de negócios que acaba de perder o emprego começa a receber mensagens misteriosas... [...] Com pontas mal costuradas, esta história de manipulação acaba gerando um filme forçado.