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3,2
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinema10
Mesmo sendo carregado de racismo, "Histórias Cruzadas" também tem seus momentos cômicos e a sua força é a coleção de personagens criada pelo elenco feminino (...).
Cineplayers
"Histórias Cruzadas" se sobressai pelas grandes interpretações. O roteiro é por vezes raso, incapaz de sair do didatismo emoção/riso em horas marcadas e de personagens superficiais e unidimensionais.
Cinepop
"Histórias Cruzadas", longe de ser um filme racista, é um belo retrato, mesmo que suavizado, da crueldade humana sustentada por falsos ideais (...).
O Globo
"Histórias cruzadas" permite que o espectador pondere, questione e se emocione, tudo no mesmo pacote.
Omelete
O diretor e roteirista Tate Taylor soube extrair o melhor de seu elenco e também do best-seller de Kathryn Stockett. A trama se desenrola sem tropeços, prende e diverte.
CineClick
Claro que no afã de sensibilizar, "Histórias Cruzadas" também comete seus deslizes, como exageros na montagem didática. (...) porém, o filme também faz escolhas certas. Elas estão na qualidade do elenco (...).
Cinema com Rapadura
A relevância da temática, porém, esbarra em um roteiro preconceituoso, mais preocupado com causos cômicos e caricaturais do que com a dura rotina de discriminação vivida por empregadas e ajudantes de lares.
Cineweb
(...) "Histórias Cruzadas" soa um tanto artificial, no sentido de que retira energia daquilo mesmo que tenta construir. Salva-se, no entanto, por conta do trabalho magistral de suas atrizes (...).
A Tarde
[O diretor] parece ter as mesmas boas intenções da personagem Skeeter e, como ela, peca por condescendência, também uma forma velada de preconceito.
Cinema em Cena
"Histórias Cruzadas" é um filme cínico, moralmente repreensível e maniqueísta que não se envergonha de usar descaradamente uma questão social e histórica trágica (o preconceito racial) como isca para garantir indicações ao Oscar.
Rolling Stone
O diretor e roteirista novato (e branco) Tate Taylor fez um filme para comover e manipular plateias... brancas, que ao menos nos Estados Unidos se debulharam em lágrimas em clara manifestação de culpa inconsciente.