Orgulho e Preconceito e Zumbis
Média
3,4
339 notas

31 Críticas do usuário

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Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de maio de 2016
A ideia é interessante, mas minha sensação final foi que acabaram com a obra da Jane Austen.
É uma paródia, e tem seus momentos de diversão fora de sua premissa, mas achei que tudo aconteceu de forma muito apressada. A história se passa no século 19 e em várias situações os diálogos lembram o do famoso livro. E a premissa é a mesma, só que com zumbis.
Não sou muito fã de filmes com mortos vivos, tenho pesadelos com eles frequentemente, mas foi uma experiência curiosa e inusitada.
No final você não sabe se ele quis ser assustador ou engraçado e por isso acabou não sendo nenhum dos dois.
Curiosidade. A produção teve orçamento de $25 milhões de dólares e rendeu mundialmente R$16. Esse resultado deu por encerrada a continuidade de adaptar para os cinemas outros clássicos da literatura mundial com zumbis dentro do universo deles.
Nota do público: 5.6 (IMDB)
Nota dos críticos: 42%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $10 milhões
Mundo - $16 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de agosto de 2018
Uma cópia quase que fiel ao original, só com a introdução de zumbis, que por sinal também é uma adaptação de um livro cópia do original. Apesar de algumas belas imagens, esse filme foi desnecessário.
Sandro P.
Sandro P.

7.485 seguidores 572 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de novembro de 2017
Não gostei do resultado, achei bem forçado e arrastado. O destaque fica para o visual do filme e as atuações.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de maio de 2016
Apodrecendo com Estilo.

Sem perder tempo com explicações prévias, este novo exemplar dos famigerados zumbis nos apresenta a uma situação curiosa e diferente do que estamos acostumados a ver no cinema: é um filme de época.

Ambientado na Inglaterra aristocrata do século XIX, o filme é protagonizado por Elizabeth Bennet (Lily James), uma especialista em artes marciais envolvendo o manuseio de armas que, juntamente com suas irmãs também bem treinadas, seguem a vida enquanto ajudam a exterminar a praga que assola a humanidade.

Após uma divertida apresentação do oficial Sr. Darcy (Sam Riley) e das irmãs Bennet, a história aposta forte nas tentativas de pretendentes em conquistar as filhas do rico Mr. Bennet (Charles Dance), algo que gera um festival de confusões e piadas para entreter o público enquanto a verdadeira trama se desenrola de forma mais sóbria.

A temática terror se mistura bem com diversos elementos de ação, drama e principalmente comédia, pois o diretor e também roteirista Burr Steers se diverte ao criar essa pitoresca situação recheada de boas doses de violência e sangue estilo vitoriano.

ORGULHO E PRECONCEITO E ZUMBIS é uma produção com orçamento acima da média, bem temperada com momentos inspirados e divertidos, associados a um elenco bem entrosado, bons efeitos especiais, maquiagem caprichada e figurino bem a caráter.

Obs.: A presença de Lena Headey, a Cersei Lannister de Game of Thrones como a caçadora de zumbis Lady Catherine de Bourgh é não menos que poética.
João Carlos Correia
João Carlos Correia

19 seguidores 60 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de janeiro de 2018
Não querendo ser redundante nem fazer um jogo de palavras, mas já a fazer, a moda dos filmes de zumbis canibais que assolou o cinema nos últimos anos tornou-se uma verdadeira praga. Tendo como sua principal referência o clássico A Noite dos Mortos-Vivos (1968), de George A. Romero (Martin), havia desde bons exemplares como, por exemplo, o remake de Dawn of the Dead (2004), do próprio Romero, dirigido por Zack Snyder (Batman vs Superman); filmes descartáveis como Zumbis na Neve (2009), comédias como Zumbilândia (2009), interessantes minisséries como In The Flesh (2014, na qual a epidemia zumbi é vista como um doença chamada “síndrome do falecimento parcial” e o personagem principal é um zumbi gay!) e a atual série de TV de sucesso The Walking Dead (2010- presente). Isso sem contar as suas variações tais como filmes sobre, vejam só, zumbis estupradores (que gerou a infame piada “comem duas vezes”) e até zumbis mórmons!
Eram tantos zumbis para cá e tantos zumbis para lá que eu, pessoalmente, já não aguentava mais ver e saber de novos filmes do gênero e nem mesmo escutar a palavra.
A literatura também embarcou na “zumbimania”. Foram lançados vários romances tendo o apocalipse zumbi como tema. Os mais conhecidos são Guerra Mundial Z, de Max Brooks, que gerou a superprodução de mesmo nome, em 2013; e Orgulho e Preconceito e Zumbis, de Seth Grahame-Smith (no Brasil, o livro foi lançado em 2010, pela Editora Intrínseca) no qual se baseia o filme que analisamos neste texto.
Fazendo uma releitura do romance clássico Orgulho e Preconceito da escritora inglesa Jane Austen (1775-1817), Orgulho e Preconceito e Zumbis conta a história de Elizabeth Bennet (a inglesa Lily James, de Cinderela) e suas quatro irmãs: a doce Jane (a australiana Bella Heathcote, de Sombras da Noite), a frívola Lydia (Ellie Bamber, da série de TV Os Mosqueteiros), a infantil Kitty (Suki Waterhouse, de A Série Divergente: Insurgente) e a estudiosa Mary (Millie Brady, de Lendas do Crime). Elas vivem com seus pais, o Sr. e a Sra. Bennet (interpretados, respectivamente por Charles Dance, da série Games of Thrones; e Sally Phillips, de O Diário de Bridget Jones) na propriedade chamada Longbourn.
São membros de uma típica família aristocrática inglesa do século XIX, não fosse o detalhe das irmãs Bennet serem exímias praticantes de artes marciais e no manejo das armas, especialmente Elizabeth, que teve seu treinamento realizado em um templo Shao Lin, na China. Esse treinamento em lutas e armas se deve ao fato da Inglaterra estar sendo assolada por uma praga que transforma as pessoas em zumbis, de modo que as famílias britânicas, principalmente as que moram no interior como os Bennet, devem estar sempre preparadas para enfrentar os impiedoso mortos-vivos.
Como toda a mãe que se preze, a Sra. Bennet deseja muito ver as suas filhas bem casadas, mesmo porque, pelas leis da época, as mulheres não tinham direito a herança, de modo que os bens do patriarca iam para o parente masculino mais próximo que, no caso dos Bennet, era o seu primo pastor, o pedante, afetado e pomposo Sr. Collins (Matt Smith, da série Doctor Who), que não se cansa de bajular sua matrona, a riquíssima e excepcional espadachim Lady Catherine de Bourgh (Lena Headey, de 300).
Um dia, a propriedade de Netherfield, próxima à dos Bennet, é adquirida pelo jovem cavalheiro Charles Bingley (Douglas Booth, da minissérie Grandes Esperanças), que logo se apaixona por Jane. Junto com ele estão a sua irmã, Caroline (a estadunidense Emma Greenwell, da série de TV Lei & Ordem: Unidade de Vítimas Especiais) e seu amigo Fitzwilliam Darcy (Sam Riley, de Control – A História de Ian Curtis), um coronel do exército inglês especializado em exterminar zumbis. Tido como orgulhoso, não é bem visto pela sociedade local, principalmente Elizabeth. Essa antipatia aumenta quando ela conhece o oficial George Wickham (Jack Houston, de Trem Noturno Para Lisboa), que acusa Darcy de prejudicá-lo em sua vida. Ele ganha a simpatia de Elizabeth e conta a ela que tem um plano para que humanos e zumbis possam viver harmoniosamente e em paz.
Orgulho e Preconceito é uma das mais populares obras da literatura mundial. No Reino Unido, é considerada como a segunda obra mais popular, perdendo apenas para a trilogia O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien. Recebeu várias adaptações para o teatro, o cinema e a televisão. No Brasil, as versões mais conhecidas são a minissérie da BBC, de 1995, que tem Colin Firth (Kingsman – Serviço Secreto) no papel do Sr. Darcy, em uma brilhante interpretação; enquanto que a outra versão é o filme feito para o cinema, em 2005, com Keira Knightley (franquia Piratas do Caribe), também com uma excepcional atuação como Elizabeth Bennet, tendo sido, inclusive, indicada para o Oscar.
Esse sucesso não é difícil de entender. Jane Austen elaborou muito bem os seus personagens, que são todos bastante humanos, de modo que os leitores tenham os seus favoritos. E, além disso, quem já leu a obra de Austen sabe: parece um roteiro feito especialmente para o cinema com cerca de 100 anos de antecedência, a ponto de os diretores adorarem trabalhar com essa obra, pois quase não têm trabalho de adaptá-la para as telas.
Eu li o livro de Austen, mas, confesso que não li o livro de Grahame-Smith. Porém, ainda assim, é possível perceber que, embora seja uma releitura ao mesmo tempo satírica e trash da obra original, é também uma homenagem respeitosa a autora e sua obra. É possível que, ao lerem isto, os puristas estejam espumando de ódio. Entretanto, ao se ver o filme pode-se perceber que é mesmo assim.
A premissa básica do livro de Grahame-Smith continua a mesma do original de Austen, com a diferença que os zumbis foram acrescentados na história. Quem lê o resumo de Orgulho e Preconceito e Zumbis pode até pensar que colocar os zumbis na trama foi uma ideia de jerico. Porém, ao se assistir o filme, essa mesma trama soa tão original e corre de modo tão fluente a ponto de se achar que foi Austen, e não Grahame-Smith, quem teve a ideia.
O diretor estadunidense Burr Steer é um nome ainda novo em Hollywood – este é apenas o seu quarto filme. É mais conhecido pelos filmes que fez com o então astro juvenil Zac Efron (High School Musical) em filmes como 17 Outra vez e Charlie St. Cloud. Em Orgulho e Preconceito e Zumbis, seu trabalho na direção está excelente, tanto na direção de atores como nas cenas cômicas e de ação. Para mim esse trabalho se destaca mais nas cenas do Sr. Collins – de quem falaremos mais adiante - e, como não poderia deixar de ser, nas cenas entre Elizabeth e o Sr. Darcy. Se continuar com essa pegada, é só uma questão de tempo para Steer ser promovido ao primeiro time hollywoodiano.
A produção de época é precisa, suntuosa e refinada, aliada à ótima fotografia de Remi Adefarasin (Match Point). A trilha sonora do espanhol Fernando Velásquez (O Impossível) consegue construir o clima sofisticado da aristocracia britânica da época.
Porém, o ponto forte de Orgulho e Preconceito e Zumbis, é, sem duvida, o seu elenco. Toda essa produção cara em figurinos, cenários e efeitos especiais não seriam nada se não tivessem atores e atrizes de talento e comprometidos com o trabalho.
Vamos começar com Lily James. Ela comprova que é mesmo uma atriz em rápida ascensão (veja aqui). Ela é bonita, simpática e muito competente. Lily faz uma Elizabeth Bennet tal como os fãs de Jane Austen imaginam: irônica e de forte personalidade e, além disso, uma implacável exterminadora de zumbis! Ela consegue ser tanto romântica quanto engraçada e tudo feito com a maior naturalidade. Ao ver o filme, Natalie Portman (saga Star Wars), que foi a primeira a ser cogitada para o papel, deve estar agora arrependida e chutando o próprio traseiro – mesmo sendo uma das produtoras do filme.
Não seria justo comparar o Sr. Darcy de Sam Riley com o de Colin Firth, mesmo porque este está em um nível bastante acima da maioria dos atores. Ainda assim, Riley não faz feio. Consegue transmitir aquele orgulho impossível de se aguentar tanto para Elizabeth quanto para a plateia. Assim como Lily, Sam faz a sua parte com muita competência.
Mas, para a agradável surpresa de todos, quem “rouba” as cenas sempre que aparece é o atual namorado de Lily James, Matt Smith. Ele tem aquela cara esquisita, aliás, parece um extraterrestre, a ponto de ser considerado um dos melhores intérpretes de Dr. Who. Mas, essa esquisitice não atrapalha a sua performance em Orgulho e Preconceito e Zumbis. Sinceramente, eu achava que, como namorado da estrela do filme, ele seria um coadjuvante de luxo. Felizmente eu me enganei, pois ele está um estouro, engraçadíssimo. Impossível não rir. O Sr. Collins de Matt Smith chega a lembrar de outro engraçado personagem da literatura: o Conselheiro Acácio, do romance O Primo Basílio, de autoria do grande escritor lusitano Eça de Queiróz.
Gostaria de fazer uma menção honrosa ao casal Bennet de Charles Dance e Sally Phillips. Embora no filme tenha menos destaque que o Sr. Collins, tanto no romance quanto nas adaptações feitas anteriormente, o casal Bennet continua um barato! A Sra. Bennet doida para casar as filhas com um bom partido, enquanto o Sr. Bennet ironiza o comportamento da esposa. A cena na qual, após Elizabeth recusar o pedido de casamento do Sr. Collins, a Sra. Bennet, aos berros, exige que o Sr. Bennet faça a filha mudar de ideia é uma das melhores do filme.
O ótimo Jack Houston mostrou que o seu George Wickham, além de um fingido, e um vilão de primeiríssima linha, a ponto de ter um grande destaque ao final do filme. O neto de John Houston (O Tesouro de Sierra Madre) e sobrinho de Anjelica Houston (Os Imorais) não dá mesmo ponto sem nó.
O Sr. Bingley e Jane Bennet fazem aquilo que se espera deles: serem um dos pares românticos do filme. Douglas Booth e Bella Heathcote formam um casal bonito e suas performances não comprometem.
Em um artigo anterior, eu disse que Orgulho e Preconceito e Zumbis era candidato a ser um dos filmes que poderiam surpreender em 2016 (veja aqui). Ele é isso e mais: é emocionante, engraçado e muito divertido, no qual os astros são os humanos ao invés dos zumbis. Quem for assistir, não vai se arrepender e ainda é capaz de querer voltar à sala de projeção para assistir novamente.
Kai E
Kai E

1.057 seguidores 262 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de março de 2014
o livro tem cara de ser legal então filme deve ser também !
Marcus Cezar Meyer Sukevicius
Marcus Cezar Meyer Sukevicius

40 seguidores 155 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de novembro de 2020
Apesar de ótima fotografia, excelente figurino, boas atuações, a mola mestra trás uma realidade paralela à história do século XIX, onde uma aristocracia dividia a Inglaterra com uma horda de zumbis que destruíam o mundo. Mesmo assim, as pessoas da elite se divertiam com bailes formais enquanto eram cercados por criaturas que lhes queria comer a cabeça. Duro de engolir esta realidade paralela, ainda com donzelas especialistas em lutas que com suas espadas cortavam a cabeça de inúmeros atacantes sem derramar uma gota de sangue em seus vestidos de gala!
Alessandra R.
Alessandra R.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de julho de 2016
Maravilhoso, acho incrível pegarem um filme tão bom e conseguirem melhorar ele, este filme te prende do começo ao fim e o final é muito bom spoiler: com o casamento das ambas partes
.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 20 de junho de 2016
Um mundo pós-apocalíptico com zumbis, certeza uma aventura que eu adoraria participar, mas sei que não iria sobreviver e por assim a morte encontrar.....(.....momento desprezo pelo seu potencial.....). E geralmente temos o caos em nossa época, nos mostrando o quanto ficamos frágeis sem a tecnologia do mundo moderno e viramos um rebanho para seres comedores de cérebro humano. Eis que tiveram uma idéia para lá de original e temos os mortos vivos em pleno XIX, desmortos inteligentes com direito a dieta, mulheres elegantes treinadas para matar e ainda é uma paródia de um grande sucesso da literatura chamado ORGULHO E PRECONCEITO da escritora Jane Austen, que encanta leitores há mais de 200 anos. Interessante, e quem ficou encarregado desta obra foi o diretor Burr Steers que começa muito bem (o inicio é bem criativo e interativo) e vai se perdendo na confusão do antigo texto. Com um elenco de atuações medianas, a atriz Lily James já entrou para meu humilde, insignificante e pessoal hall.....(.....novamente momento desprezo.....) das atrizes mais bonitas que já vi (pena que não das que conheci, até porque um número para ilustrar quantas já dei um beijo no rosto, seria o zero), não é por menos que ela já foi uma princesa da Disney nos cinemas (siiiiim, Cinderela!). E o entrosamento dela com o ator Sam Riley funciona bem, muito bem como um possível interesse romântico no meio de entranhas e lobos cerebrais. O pecado vem em transformar a trama, no início promissora, em uma que não se importa com a história, fazer sentido ou se respeitar em continuações de atos feitos anteriormente e apresentar personagens que deveriam ser importantes, mas só aparecem por aparecer. Toda a premissa fora esquecida, talvez pela adaptação, ou pelo mal direcionamento de quem dirigiu e escreveu. O trailer está bem melhor construído do que o filme, que até traz informações que neste ficam excluídas (cenas deletadas). Para quem espera ver o quinteto feminino arrancando cabeças, se decepciona, mas até curte esta narrativa inovadora do gênero. E ao estilo MARVEL, não se de contente pelo fim, depois dos créditos tem mais alguma coisinha para se ver e que confirma ainda mais o que eu disse sobre o pecado cometido (e olha que nem se encaixa em nenhum dos 7)...
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Zumbis costumam ser elementos de crítica social muito pertinentes. George Romero os criou para isso em A Noite dos Mortos Vivos, e fez tantos outros filmes com esse mesmo objetivo. The Walking Dead, a série de sucesso, usa zumbis para descrever um mundo pós-apocalíptico que em nada tem a ver com os zumbis em si. E até as empreitadas mais nerds (Zumbilândia) têm mais relação com a figura do nerd do que com a própria criatura, um pretexto tão bom quanto sci-fi ou filmes-catástrofe.
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