Média
4,0
5612 notas
5
69 críticas
4
53 críticas
3
48 críticas
2
29 críticas
1
9 críticas
0
6 críticas
Organizar por
Filtrar por:
Tudo
Viajaram na maionese, vai ser um bom filme para pré adolescente ficar vendo repetitivamente na sessão da tarde. Abusaram da imaginação, Provavelmente as bruxas fizeram um estágio no MMA, as armas não combinam com a época, enfim, tudo exagerado. Bem fraquinho.
Não cabe aqui discutir porque o diretor de João e Maria: Caçadores de Bruxas transformou um conto infantil numa obra cinematográfica que abusa de cenas violentas e muito gore. Cabe a nós, adoradores da sétima arte analisar o filme sob o aspecto da atratividade e nesse quesito este longa oferece aos expectadores muita ação e terror misturado com fantasia. É um filme, talvez, vilipendiado pela crítica, mas adorado pelo público. Somente acho que está havendo uma seca de criatividade em Holiwood, os roteiristas não estão lá muito inspirados e recorrem a romances para alicerçar a trama. Está dando certo.
Hoje em dia tornou-se moda adaptar contos clássicos para o cinema, alterando totalmente o original. Alguns se tornam um fiasco, mas outros conquistam o público.
Com o passar dos anos, evoluiram(obviamente) os efeitos especiais dos filmes e é isso que faz mais e mais diretores quererem fazer adapções de histórias que desafiam a nossa imaginação e agora com o 3D essa vontade cresceu mais. E este é o caso desse filme, mas concerteza não é um fiasco. Esse filme tem ação, comédia e um 3D impressionante. Claro que não é a maior maravilha do mundo, mas chama a atenção do público por ter tudo o que o espectador espera de um filme, compensar pagar por um ingresso de cinema.
Com o passar dos anos, evoluiram(obviamente) os efeitos especiais dos filmes e é isso que faz mais e mais diretores quererem fazer adapções de histórias que desafiam a nossa imaginação e agora com o 3D essa vontade cresceu mais. E este é o caso desse filme, mas concerteza não é um fiasco. Esse filme tem ação, comédia e um 3D impressionante. Claro que não é a maior maravilha do mundo, mas chama a atenção do público por ter tudo o que o espectador espera de um filme, compensar pagar por um ingresso de cinema.
Muito bom apena assistir.
Uma adaptacao do original e antigo Joao e Maria muito bem bolada com uma historia boa e facil entendimento.
Uma adaptacao do original e antigo Joao e Maria muito bem bolada com uma historia boa e facil entendimento.
Gostei muito deste filme, cheio de ação, efeitos visuais incríveis. Um filme pra todas as idades. Pegue a pipoca e assista sem medo de ser feliz.
Conto de fadas sangrento tenta virar franquia, mas quem vai querer comprar um sub-Van Helsing?
Ruim
João e Maria - Caçadores de Bruxas (Hansel & Gretel: Witch Hunters), versão gore da fábula clássica dos irmãos Grimm, não tem mais nem menos banho de sangue do que muitos filmes de baixo orçamento ou produções direto para DVD voltadas para o mercado do terror. Para uma produção de grande estúdio que pega carona na moda dos contos de fada, porém, a sangueira até que é bem inesperada.
Não convém aqui discutir se foi uma boa estratégia ou se a violência cartunesca misturada com fábula infantil vai cair num vácuo demográfico (o filme pode ser impróprio para pré-adolescentes e considerado bobo por adolescentes). A questão é que a surpresa de ver astros como Jeremy Renner e Gemma Arterton besuntados de sangue falso é a única atração deste filme - que, de resto, é um grande equívoco de concepção e execução.
Na comparação, João e Maria - Caçadores de Bruxas faz Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros parecer muito sofisticado. O parentesco mais próximo é com Van Helsing, não só porque as armas e os figurinos parecem reaproveitados do filme de 2004 (quando teremos um blockbuster sem vergonha de se assumir steampunk?), mas principalmente porque ambos tentam contar uma história medieval com uma linguagem pop e terminam num indeciso meio termo, descaracterizando tudo.
Van Helsing pelo menos não tinha a intenção - que hoje Hollywood trata como obrigação - de estabelecer uma nova franquia de ação. Desde o início João e Maria - Caçadores de Bruxas é apresentado e martelado como um produto que vieram nos oferecer na nossa porta, que o vendedor diz ser irrecusável mas não se presta a explicar pra que serve ou como funciona.
Quinze anos depois de sobreviverem à casa de doces, João/Hansel (Jeremy Renner) e Maria/Gretel (Gemma Arterton) ganham a vida como matadores de aluguel, indo de vila em vila atrás das tais bruxas. Produtos que são, seus diferenciais são a inovação (a vila do filme já tem um caçador de bruxas, mas incompetente e vil) e o ineditismo (ninguém da vila ouviu falar de João e Maria, embora o lugar seja perto de onde os irmãos cresceram e nos créditos iniciais a notícia dos dois tenha se espalhado).
Além da inovação e do ineditismo, todo produto de franquia implica uma legião pronta de fãs (não vendida separadamente). Então depois que a fama e o talento de João e Maria são repetidos pela décima vez em meia hora de filme, surge um fanboy adolescente medieval pra afirmar tudo de novo e emendar: "I'm a fan of your work!". Depois disso, dá até pra se divertir com algumas coisas que acontecem no clímax (a galeria de bruxas é bem politicamente incorreta), se você aguentar até o fim do filme.
Talvez um dia João e Maria - Caçadores de Bruxas seja visto como uma transgressora obra de arte que implode a lógica das franquias hollywoodianas ao revelar parodicamente suas entranhas, uma bomba de metalinguagem que deixa estilhaços e vísceras por todos os lados. Até lá, é só um filme com a ilusão de que pode imitar Os Vingadores (a superequipe com suas armas viradas pra câmera no final), o modelo de franquia hoje, como se ninguém fosse perceber
Ruim
João e Maria - Caçadores de Bruxas (Hansel & Gretel: Witch Hunters), versão gore da fábula clássica dos irmãos Grimm, não tem mais nem menos banho de sangue do que muitos filmes de baixo orçamento ou produções direto para DVD voltadas para o mercado do terror. Para uma produção de grande estúdio que pega carona na moda dos contos de fada, porém, a sangueira até que é bem inesperada.
Não convém aqui discutir se foi uma boa estratégia ou se a violência cartunesca misturada com fábula infantil vai cair num vácuo demográfico (o filme pode ser impróprio para pré-adolescentes e considerado bobo por adolescentes). A questão é que a surpresa de ver astros como Jeremy Renner e Gemma Arterton besuntados de sangue falso é a única atração deste filme - que, de resto, é um grande equívoco de concepção e execução.
Na comparação, João e Maria - Caçadores de Bruxas faz Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros parecer muito sofisticado. O parentesco mais próximo é com Van Helsing, não só porque as armas e os figurinos parecem reaproveitados do filme de 2004 (quando teremos um blockbuster sem vergonha de se assumir steampunk?), mas principalmente porque ambos tentam contar uma história medieval com uma linguagem pop e terminam num indeciso meio termo, descaracterizando tudo.
Van Helsing pelo menos não tinha a intenção - que hoje Hollywood trata como obrigação - de estabelecer uma nova franquia de ação. Desde o início João e Maria - Caçadores de Bruxas é apresentado e martelado como um produto que vieram nos oferecer na nossa porta, que o vendedor diz ser irrecusável mas não se presta a explicar pra que serve ou como funciona.
Quinze anos depois de sobreviverem à casa de doces, João/Hansel (Jeremy Renner) e Maria/Gretel (Gemma Arterton) ganham a vida como matadores de aluguel, indo de vila em vila atrás das tais bruxas. Produtos que são, seus diferenciais são a inovação (a vila do filme já tem um caçador de bruxas, mas incompetente e vil) e o ineditismo (ninguém da vila ouviu falar de João e Maria, embora o lugar seja perto de onde os irmãos cresceram e nos créditos iniciais a notícia dos dois tenha se espalhado).
Além da inovação e do ineditismo, todo produto de franquia implica uma legião pronta de fãs (não vendida separadamente). Então depois que a fama e o talento de João e Maria são repetidos pela décima vez em meia hora de filme, surge um fanboy adolescente medieval pra afirmar tudo de novo e emendar: "I'm a fan of your work!". Depois disso, dá até pra se divertir com algumas coisas que acontecem no clímax (a galeria de bruxas é bem politicamente incorreta), se você aguentar até o fim do filme.
Talvez um dia João e Maria - Caçadores de Bruxas seja visto como uma transgressora obra de arte que implode a lógica das franquias hollywoodianas ao revelar parodicamente suas entranhas, uma bomba de metalinguagem que deixa estilhaços e vísceras por todos os lados. Até lá, é só um filme com a ilusão de que pode imitar Os Vingadores (a superequipe com suas armas viradas pra câmera no final), o modelo de franquia hoje, como se ninguém fosse perceber
Gostei muito do filme, mta acao, uma boa historia. So achei desnecessario a quantidade de sangue.
O filme conta com um bom elenco e efeitos especiais,mas,porem,o filme não tem um enredo muito bom,basicamente o filme inteiro é eles matando bruxas e não passa disso,achei que poderia ser um pouco melhor !
Esse filme não tem absolutamente nada a ver com a história de João e Maria, não tem sentido nenhum... roteiro péssimo e atores... fracos.
Não gostei.
Não gostei.
gostei muito , historia muito legal é um filme que não enjoa rápido , amei os atores ficaram ótimos cada um em seu papel , trilha sonora me agradou muito , único problema desse filme é o fato dele ser muito curto , mas é ótimo ,principalmente o enredo , tem uma comédia no meio muito bom mesmo
- As últimas críticas do AdoroCinema
- Melhores filmes
- Melhores filmes de acordo a imprensa