João e Maria: Caçadores de Bruxas: Críticas - Página 13
João e Maria: Caçadores de Bruxas
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Déborah D.
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4,5
Enviada em 29 de abril de 2014
Muito bom. Um filme sem frescura, com bastante ação, mas pecou um pouco no quesito "sangue", que achei que foi pouco para tanta pancadaria. Mas a trama é legal, os atores são muito bons, ótimos efeitos especiais.
Você fica atento aos efeitos e o ritmo do filme. As ferramentas de ataque as bruxas são bem legais e o desenrolar do filme é bem criativo. Particularmente, Jeremy Renner foi desperdício pois poderiam ter convocado um desconhecido para o papel.
esse filme eh muito bom,recomendo para todos conta uma historia muito diferente da infantil! Parabens! Esse filme ultrapassou tudo que eu esperava,foi melhor do que todos os outros!
A história de João e Maria, a original, deve ter surgido lá pelo início do século XIV, quando a Europa vivia uma crise e as pessoas morriam de fome. Os níveis crimes, doenças, mortes em massa e infanticídio eram extremamente altos.
Nesse contexto, surgiu a história infantil. Esse filme também pode mostrar alguns aspectos da inquisição da mesma época medieval, como as tais suspeitas bruxas serem mortas, queimadas, torturadas etc, etc.
João, o mano da Maria, tinha diabetes por causa daquela coisa de comer doces do que eu chamo de casa da perdição. Ele aplicava injeções para conter as crises da doença. Entretanto, a época do filme não é lá bem clara. Apenas no século XVIII os tratamentos da doença começaram a avançar, ainda que o nome "diabetes" tenha surgido na segunda centena de anos depois de Cristo.
É um filme cheio de confusões do tipo, com um elenco fraco, do qual eu não gostei. A fotografia (ninguém liga pra isso) é o que há de mais interessante do filme, apesar de não ser nada excepcional. No geral, é regularmente ruim.
Uma bobagem esquecível. Na onda dessas "releituras" de clássicos que ninguém nunca lê, em meio a um mar estagnado de falta de imaginação e de ventos de criatividade, em vampiros brilhantes, lobisomens saltitantes e zumbis pagando paixãozinha...
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