127 Horas
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4,1
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89 Críticas do usuário

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Scand W
Scand W

6 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom, é de arrepiar a historia desse cara! E James Franco se comportou muito bem, claro que exageraram um pouco na indicação.
Matheus
Matheus

80 seguidores 129 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Muito bom e agoniante
rafaelpalladino
rafaelpalladino

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
O título do novo filme de Danny Boyle, controverso vencedor do Oscar por "Quem Quer Ser um Milionário", surge na tela depois de decorridos vários minutos da filme. Ele aparece como um cronômetro que nos informa o início e a duração do inferno que aguarda o protagonista vivido por James Franco (de Homem Aranha).

127 Horas conta a história real de Aron Ralston, um jovem aventureiro americano apaixonado por esportes radicais que ficou preso sozinho a uma pedra em um canion nos EUA durante mais de cinco dias em 2003. Sua experiência em si, por mais dramática que tenha sido, parece se resumir a um enredo bem simples, que à primeira vista parece difícil de sustentar em um longa metragem de ficção. Talvez uma escolha mais óbvia teria sido fazer um curta, ou um documentário com entrevistas, estudo do ambiente e das condições de segurança e reconstituições do que ocorreu.

Mas é aí que se sobressaem os trabalhos do ator James Franco, do diretor Boyle, e de seu co-roteirista Simon Beaufoy, que fazem do filme de pouco mais de 90 minutos uma experiência angustiante e claustrofóbica que dá uma pequena noção do que foi para Ralston o passar das 127 horas do título.

O roteiro, baseado em livro autobiográfico, passa rapidamente pelos momentos que antecedem a aventura de Aron, desde seu despertar naquele dia até o início da jornada, para nos dar a exata noção do jeito improvisado como ele se lança a uma empreitada tão perigosa sem ao menos reunir todo o equipamento necessário ou avisar quem quer que seja. Sua autoconfiança é pontuada pela trilha alegre de rock que parece vir direto de seu MP3 player.

Os momentos de descontração que Aron passa com duas aventureiras perdidas no canion serve para informar o espectador que ele, apesar de inconsequente, conhece bem o que está fazendo e o lugar para onde está indo, além de oferecer contraponto à angústia que terá início nas próximas horas.

Com o personagem já preso ao que pode vir a se tornar sua sepultura, cresce na tela a força da atuação de James Franco, oscilando com perfeição entre a razão e o desespero até começar a flertar com a loucura. A trilha às vezes se perde um pouco e parece deslocada. Talvez o silêncio total dissesse mais do que qualquer trilha a partir deste momento.

Mas o que faz de 127 Horas um filme diferente do comum é a inventividade do diretor, que desde o primeiro quadro do filme decide posicionar sua câmera em ângulos interessantíssimos de forma a transformar o espectador em algoz do protagonista.

Percebendo que a história que está sendo contada é essencialmente a de um homem só em uma luta contra o meio, a natureza, é exatamente aí que o diretor demonstra extrema inteligência ao inverter o movimento. Neste filme, não é o homem que se move em meio à natureza, é ela que se move ao redor dele, e os enquadramentos da câmera deixam isso muito claro. Ele transforma a todos nós, espectadores, na água que está acabando no cantil, na formiga que passa, no corvo que aguarda a morte para se alimentar, na própria pedra. Em 127 horas, somos a pedra que quer matar Aron Ralston. E como estamos assistindo do outro lado da tela, isso acentua a sua incapacidade de fazer qualquer coisa para mudar a situação.

A sensação de prisão que toma conta do filme é pontuada gradualmente pelas memórias e alucinações do protagonista, à medida em que ele vai ficando mais fraco e delirante, e vai se percebendo cada vez mais perto da morte. Esses pensamentos servem como escape para que saiamos por alguns momentos do buraco e conheçamos um pouco mais o jovem Aron e tudo o que ele está deixando para trás. Mas a cada vez que voltamos do sonho e acordamos de novo presos junto com ele, a sensação de desespero é ainda mais urgente.

Com a duração e o clima ideais para prender a atenção do início ao fim, 127 Horas consegue fazer de uma história forte e difícil, até pela simplicidade, um bom filme onde somos convidados a ser a natureza implacável e seca do deserto, mas acreditamos até o fim no ser humano e sua capacidade de sobreviver.
Filosofia_nerd
Filosofia_nerd

42 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Atuação perfeita do James Franco!!! Digna do Oscar, infelizmente não levou. Mas o filme é de fato, mais que entretenimento, é o drama de um cara egoísta, que ao se ver em uma situação de desespero, percebe o quão egoísta ele tem sido. Filme baseado em fatos reais!
Lyzi
Lyzi

6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Eu particularmente curto muito filmes biográficos ou baseados em fatos reais,alguns são bons outros nem tanto,mas esse é excelente.Apesar do enredo ser focado em um personagem e em um só lugar,o filme não fica monótono e cansativo,pelo contrário a gente embarca na emoção e determinação do Aron,que temos que admitir é um cara corajoso e que nos dá uma lição de persistência,acho legal tirarem um tempo e ler o seu livro e ver seu documentário.James Franco está incrível,ele evoluiu muito como ator.Boa direção e muito boa trilha sonora e fotografia.Esse é mesmo um filme imperdível!!!
Renan Rossi
Renan Rossi

768 seguidores 258 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de agosto de 2012
Pode ser exagero meu, mas esse filme é sensacional.
Gostei muito, um filme sufocante, triste, dramático, tenso e até um toque de humor.
Só não levará o OSCAR pq a concorrência é muito grande, mas não perde em nada para os outros Oito concorrentes.
Léo Vilhena
Léo Vilhena

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
127 Horas é certamente da categoria "Filmes que devo ver durante a minha existência". A dramaticidade relatada no filme, exaspera num antagônico silêncio pós-queda do protagonista na fenda, contrastando com o som e imagens maravilhosos dos primeiros 15 minutos de filme. A Edição PRIMOROSA faz deste filme um relato surpreendente e apaixonante pela vida, deixando de lado clichês conhecidos que estragam 90% dos filmes. Na dose certa, este filme demonstra a dor e a agonia do Alpinista-aventureiro, que passa pelos piores momentos de sua vida. UM FILMAÇO IMPERDÍVEL. Nota 10, 1000, 1000000000000
Walcar
Walcar

8 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
galera, trata-se de um bom filme. Chega a dar um desespero ao ver a agonia do cara com o braço preso, sem comida e água. James Franco atua muito bem no filme.
Na verdade, o filme em sua quase totalidade (cerca de 80%) se passa em um único ambiente: uma pequena fenda aberta uma montanha, e o protagonista (James Franco) com o braço preso por uma grande rocha. Não é qualquer ator que conseguiria prender a atenção do público nestas condições por cerca de 01:30 hs.
Recomendo a todos.
ceci
ceci

1 seguidor 13 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Acho que vale a pena ver, mesmo já tendo sido divulgado o desenrolar da história (é um fato real). Taí, gostei.
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