O melhor filme de todos os tempos!! Todas as habilidades de um cinema verdadeiro estão neste filme. Ele utiliza do som e do vídeo como ninguém, você se sente "na pele" do protagonista, e tudo isso gravado em um único local, uma caverna no Grand Canion! Genial!! Recomendo aos cinéfilos de plantão.
Baseado em uma historia real ,127 horas traz exatamente para o publico oque Aron Ralston o alpinista (James Franco) sofreu por ter uma pedra enorme caída em seu braço de forma que o não deixasse sair de lá , e todos os momentos de delírio que Aron sofre é registrado por uma câmera , mas algo muito interessante é que o importante desse filme é mostrar o delírio que Aron sofre , as cenas da vida dele sendo passadas diante seus olhos , como se você soubesse a historia dele e acompanhasse desdo começo da vida dele. Claro essa historia parece cansada mas não é , a atuação de James Franco ajudou bastante acho que ele ficou ótimo , a historia do filme trata-se da historia do personagem em pequenas imagens é gravações que Aron faz , gostei muito do filme bem impactante .
Um alpinista arrogante e egoísta, ao escalar as montanhas de Utah ( EUA ), caiu e ficou com o braço preço numa rocha em meio a uma fenda da montanha. Ele acaba ficando 5 dias preso, em uma grande luta para sobreviver, daí o nome “ 127 Horas “, que é baseado numa história real. Danny Boyle faz uma ótima direção, principalmente com a câmera, que faz milagres. James Franco, no papel do alpinista, simplesmente arrasou, em uma atuação forte, perturbadora e dramática, muito merecido sua indicação ao Oscar. Outro grande ponto é o roteiro, também rescrito por Boyle, que impressiona bastante para uma adaptação. Fotografia estupenda, muito bela. E a trilha, ótima, merecia vencer o Oscar. Mas o filme, mesmo sendo tão elogiado por pontos técnicos e artístico, se torna ao todo, até cansativo, vendo James Franco o tempo todo preso na rocha, o que me fez não ligar para este pequeno errinho, foi mesmo a atuação de Franco, e o roteiro que fez o filme não ficar tanto entediante. Tudo mais fortes cenas do alpinista tentando furar seu braço com um canivete, até a cena mais chocante, a cena em que ele corta seu braço ( literalmente ). Em minha opinião, um filme que merecia mais que meras 6 indicações ao Oscar.
Um dos filmes que mais me marcaram , é muito forte , isso sem contar a parte técnica , roteiro , atuação ,trilha sonora que é ótima . Filme que faz vc refletir muito , é na verdade um balde de motivação e ânimo . É ideal para aqueles que estão passando um momento difícil na vida...
Acontecimentos rápidos marcam o filme onde Aron vive uma experiência desagradável. Um filme muito bom para quem está afim de uma historia atraente e inspiradora.
27 Horas conta a história real do alpinista Aron Ralston. Em abril de 2003, Aron resolveu fazer um passeio rotineiro em um dos lugares mais bonitos e perigosos no mundo, o cânion Bluejohn, em Utah, o detalhe é que ao sair para se enfiar um labirinto de pedras, Aron resolve que a emoção se dará se ele não avisar ninguém e simplesmente curtir a natureza pura e crua. Durante a viagem o alpinista resolve descer por uma fenda e ao pisar em um ponto errado, acaba levando com ele uma rocha que esmaga sua mão direita e o prende por agonizantes 127 horas. Após inúmeras tentativas a única saída para não morrer é cortar o braço com um canivete cego!
O filme é muito bem dirigido por Danny Boyle (de Slumdog Millionaire), que ao decorrer da história mostra inúmeros detalhes que complementam o filme. Entendo que a idéia do diretor era enfatizar a importância das pequenas coisas na vida, e como elas nos ajudam a viver. Além disso o filme retrata muito bem o desespero e o lado psicológico do alpinista, que no desespero acaba se apegando a pequenos detalhes, como a amizade, o amor, comida e outras coisas que são tão corriqueiras.
Estar frente a frente com uma situação de risco que possa lhe causar a morte, é uma oportunidade de refletir de modo como vivemos, as pessoas que estão ao nosso redor e como com o passar do tempo podemos perder a chance de simplesmente nos desapegarmos e curtirmos um pouco mais a vida. Todas estas questões são levantas e questionadas por Aron durante sua agonizante estadia na fenda.
O filme é contato de forma narrativa e testemunhal, coloca o personagem frente a frente com o publico e expõe de forma clara seus pensamentos, idéias, e lampejos de esperança. Aron faz questão de registrar tudo com sua filmadora e o espectador acaba ficando inúmeras vezes no lugar da câmera.
Vivenciamos um desespero solitário de Aron que no meio do nada faz um estudo de toda sua vida até o momento em que a pedra o prende. Lembra da frase: “há uma pedra em meu caminho”? Aron mostra que a clareza de seus pensamos em um momento tão complicado o ajudam a resistir mais do que uma pessoa menos preparada. Analisar-se e tentar encontrar algum tipo de resposta para uma situação tão inusitada é um tipo de conforto que poucos se apóiam.
O filme é bom e vale a pena ser visto principalmente no ponto de vista da superação. Abaixo vocês poderão assistir o trailer do filme e o começo de um documentário sobre a história verídica do alpinista.
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