Melancolia
Média
3,9
520 notas

66 Críticas do usuário

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Luza Basso Driessen
Luza Basso Driessen

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3,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
...Apos DogVille me tornei uma fã de Lars Von Trier, mas com este filme ele perdeu alguns pontos.
Pra começar, a atriz, não entendi porque a escolha, enfim, achei que poderiam ter colocado alguém bem mais marcante no papel.
A primeira parte do filme é dispensável, tem uma hora de duração e depois é não tem muita relevancia com a história do filme. Mas vindo do diretor isso é até perdoável.
As cenas finais são lindas, parabéns para o diretor de arte.
O título resume o humor do filme, mas não ha outro que se esperar do diretor: ele é parado sim, é lento e melancólico, para aqueles que não simpatizam com o gênero fujam do filme. Eu particularmente gosto
Acho que o produto final tem seu valor sim, a camêra é típica de Lars Von Trier, algo mais "caseiro", parece que dá uma vista mais pessoal ao telespectador, há imagens lindas. Mas diria que é um filme dispensável.
Charles Eduardo Man
Charles Eduardo Man

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Melancolia é um filme para poucas pessoas. Não é fácil compreender a genialidade de Lars von Trier, que aqui, cria um ambiente perfeito para um estudo psicológico profundo. O filme acompanha Justine, personagem de Kirsten Dunst que passa por uma inegável e perigosa confusão mental, variando seus sentimentos a cada minuto de projeção (se no início a vemos brincar ao dirigir uma Limousine, logo nos assustamos quando Justine em um colapso, "trai" o marido em uma cena surpreendente ou mesmo, ao se banhar a luz da Lua, nua, revelando uma depressão escancarada, que já se fazia notar pela passividade que se apoderou de Justine diante de sua família e amigos).

Melancolia nos obriga a refletir sobre um dos maiores temores e incertezas do Homem: Como será o fim do mundo? Isso ocorrerá? E o perfeito final criado por Lars von Trier choca o público ao revelar nossa fragilidade perante a Natureza e ao Universo. A esperança de que alguma reviravolta aconteça ao final do filme é inútil.

Existe um comentário em determinada parte do filme, onde a personagem de Justine se mostra incrédula quanto a existência de seres extraterrestres (opinião obsolutamente pessoal do Diretor e desnecessária).

Um drama maravilhoso, uma obra-prima!
Rogerio Moreira P.
Rogerio Moreira P.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de dezembro de 2014
Querem ver um filme muito loco! Loco de verdade. Ta ai.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 24 de junho de 2021
Lars e seus filmes surrealistas.Esse foi um dos mais surreais de sua carreira,deixa o espectador numa melancolia com um enredo totalmente interessante e bem desenvolvido.
O drama se eleva a cada momento e a vida da protagonista vai se tornando um grande escape para o filme e suas subtramas.
Uma das melhores atuações da vida de Kirsten Dunst.
thamidi
thamidi

3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
E' um otimo filme e seu nome se encaixa perfeitamente em seu conteudo. Meio cansativo em algumas partes, mas e' realmente sensacional =) Vejam!
LuPenelupe
LuPenelupe

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
...Bem, como os demais filmes do Lars, não é uma coisa assim lá tão fácil de digerir. Mas certamente, possui uma acidez de metáforas desconcertantes, porque, sem querer estragar a graça de quem ainda não viu, (ou seja, podem continuar lendo), mas quem era só calma e razão, precisão e cálculo, terminam por se curvar diante da inocência aliada à representação da própria melancolia em si, feita por Dunst. A melancolia em tempos de "shine happy people" é muito criticada e vista como doença a ser medicada, mas no fundo, é uma percepção necessária do mundo, porque, independentemente de se ele vai mesmo acabar por agora ou não, ficar vivendo na superfície das decisões que todos esperam já é um fim do mundo dentro de si mesmo. O choque com a melancolia, no caso, parece nos querer dizer que a única forma de sim, realmente viver, é encarando essa parte quase morta, esse cavalo que não atravessa, as certezas que se diluem, e ainda assim, desafiadoramente, construir sua "cabana mágica" de valores de modo a continuar vivendo. Enfim, eu gostei, achei difícil de levar na boa, mas gostei, e muito.
Bruna M.
Bruna M.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de maio de 2020
Ótimo filme, completamente fora dos padrões, onde você se sente desconfortável do começo ao fim, sem contar o pânico que o final transmite. Eu amei essa obra e está no minha lista de melhores, Lars não decepciona quando o assunto é renovar além da imaginação.
wekissley
wekissley

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme magnífico... introspectivo... fotografia e trilha sonora excelentes e um roteiro focado em conflitos filosóficos e psicológicos frente à hecatombe global. Ótimo pra quem gosta de filmes profundos e complexos. Muitos dos que não gostaram esperavam assistir a um Blockbuster típico de cinema catástrofe. Esta não é a intenção do diretor... e se deu muito bem. Que tal abrirmos mentes e corações para o cinema-arte?
Brander S.
Brander S.

2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 25 de novembro de 2015
Quando achei esse filme no netflix, de cara eu torci o nariz. Havia assistido três filmes de Lars Von Trier - Ninfomaniaca, Dançando no Escuro e Anticristo. O primeiro simplesmente não me tocou (uma espécie de Emmanuelle do cine band privê, só que cabeça). Os dois últimos, um "chocar por chocar" só pra ser bacana. Tanto Bijork de babaquinha se ferrando o filme todo, quanto Charlotte Gainsbourg, depois da culpa pela morte do filho em detrimento de uma trepada, e depois ainda mutilada, espancada e tudo mais, achei de mal gosto.
Já Melancolia é um filme sensível. A Justine que no início se apresenta como uma moça alegre, leve, bem sucedida profissionalmente, no decorrer do filme, em meio a uma sucessão de questões culturais, familiares, e talvez de sua própria natureza inconformada, vai meio que definhando; ficando doente. No final é tomada por uma espécie de redenção, como se a falta de perspectiva lhe desse certa lucidez. Eu não consegui ver as duas partes como histórias independentes. As emoções provocadas pela aproximação do Melancolia - planeta muito semelhante à terra, vão se intensificando. A povoada e
constrangedora festa de casamento da primeira parte, agora é solidão. Todo aquele esplendor catastrófico do início da história, diante do inevitável, cede lugar a uma relação natural entre as irmãs e o menino filho/sobrinho dentro da "caverna mágica da tia durona". A ficção em si, é o que menos importa; estarmos sós ou não no infinito universo é tão relevante quanto o número de grãos de feijões dentro da garrafa.
mae sil
mae sil

2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de outubro de 2025
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