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Andréia O
1 crítica
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4,5
Enviada em 2 de janeiro de 2019
Adoro esse filme, já assisti várias vezes, mas confesso que até hoje não entendi como o Max tirou o robô da profundidade de onde caiu no ferro velho sozinho, já que disseram que o robô pesa meia tonelada e até tira-lo de lá ele ainda não funcionava.
Pra quem gosta de tecnologia aliada ao esporte no caso o boxe, se surpreende com este filme. Enredo muito bom, um pai afastado do filho, que acaba precisando cuidar dele por um tempo, mesmo que em troca de grana. No início o choque, mas logo depois, os dois se jogam em uma aventura espetacular, o que faz com que essa união perdida, seja recuperada. Filme muito bom para assistir com a família.
Um filme que foge da rotina dos outros filmes sobre robôs, Gigantes de aço apresenta o futuro das lutas, uma obra de arte, um filme em que qualquer pessoa com bom gosto ver e rever, simplesmente um dos melhores filmes que assisti! As lutas não são tão exageradas, os atores dão um show de interpretação e a mensagem do filme surpreende. Vale a pena assistir!
Um ponto de vista interessante, relevante e atual; onde família e realização pessoal são posto de frente à espera de uma decisão. Com uma trilha inicial emocionante ditando o que nos espera, este filme te contagiará, com certeza.
Esse é aquele tipinho de filme que tem o espírito Disney e Spielberg ao mesmo tempo tanto que é produzido por ambos mas felizmente consegue lançar uma nova e empolgante luz para uma história já batida. Conduzido pelo diretor/produtor Shawn Levy e escrito por John Gatins (O Voo e... arght! Norbit), ambos estão claramente "inspirados" pelo coração de Mickey Mouse e o dedo de E.T.: a história une pai e filho, até então completos desconhecidos, em torno da luta de robôs de aço gigantes, uma mania que se tornou a regra após a decadência do boxe e das lutas de UFC por conta da sede cada vez maior do público por destruição total.
Copia Rocky descaradamente, mas é tão simpático, inocente e empolgado que não dá para não dar certo crédito. Tem a alma dos clássicos juvenis oitentistas, com direito a animatronic e tudo, então não tem como não ter certo apego sentimental. Passado em 2020, quando as lutas entre os humanos perderam a graça por não atingirem um arquétipo destrutivo almejado, robôs entraram em cena em duelos cujo cume era a aniquilação total de um deles. Um deleite aos apreciadores de violência exacerbada. As apostas nesses robôs são polpudas e niveladas, o mundo inteiro está envolvido nestes combates. A insinuação é óbvia: a falta de limites com a brutalidade e a relação nossa nesse meio cada vez mais transgredido. É preciso impressionar, chocar, seja no cinema, na televisão ou nas músicas. Devido ao ceticismo do público acostumado a essas cenas, a obrigação por uma novidade leva ao exagero, ao extremo. E a sociedade do espetáculo se alimenta e espera por mais.
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