Apenas Deus Perdoa
Média
2,5
102 notas

17 Críticas do usuário

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Maiko D
Maiko D

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2,5
Enviada em 12 de abril de 2015
Vi muita crítica negativa. É um filme diferente, talvez por isso eu gostei. Está tudo tão igual, comum. Senso comum, que fica uma mesmice danada. É o que vende. Assisti por acaso, passando na tv a cabo. Não pesquisei sobre o filme. No fim, vi escrito algo sobre Alejandro Jodorowski aí resolvi ler algo sobre o filme. Mas, não foi ele quem dirigiu. Mas, o filme tem uma direção diferente, um enfoque diferente. Tendo em vista o famoso Hollywoodiano do filme, a gente pensa que é a personagem principal, fiquei surpreso, realmente não se espera vê-lo nesse tipo de filme. Enfim, não achei perda de tempo, tampouco me arrependi. "Dá para assistir" uma vez.
thag
thag

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0,5
Enviada em 24 de abril de 2014
É o pior filme que já vi na vida. Diversas cenas em silêncio e flashbacks sem sentido.
A história é vazia e confusa. Ryan só fala uma frase depois de uns 30 min de filme.
O policial oriental maluco canta por mais tempo do que o Ryan falou o filme todo.
Teve cenas que eu ri de tão surreal....
Joao Pedro F.
Joao Pedro F.

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5,0
Enviada em 15 de abril de 2014
Filmaço! Prova da capacidade do cinema tem de provocar; simplesmente nos provocar. Nem todos gostam de serem provocados, se assustam quando saem da sua zona de conforto; este filme é isso, te tira do lugar comum; não é para qualquer um.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 19 de agosto de 2013
A questão é, porque Ryan Gosling se presta a atuar em um filme desse tipo? Um ator consagrado em excelentes roteiros e com elencos de peso, atuando em um filme sem sentido, com um roteiro bizarro e personagens estranhos, sem nenhum tipo de produção que mereça destaque ou reconhecimento. Este é mais um daqueles longas de fim de noite, horríveis. Sem dúvida, entra para a lista dos piores filmes.
Michel G.
Michel G.

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2,0
Enviada em 29 de julho de 2013
Assim como o filme Drive(bom filme) o ator Ryan Gosling recebeu poucas falas. O fato do filme se passar Bangcoc e ter uma pitada de boxe tailandês, drogas, clubes de stripper teria tudo para ser um filme bem interessante, mas infelizmente acaba se tornando apenas mais um filme fraco sobre "vingança".
Fernando D.
Fernando D.

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1,5
Enviada em 28 de julho de 2013
O filme é uma bomba. Nem parece que foi dirigido pelo mesmo diretor de Drive (que, aliás, nem é tão bom assim, mas é excelente se comparado com Only God Forgives). É trash. É B, com maiúscula. É intragável. É apenas um veículo para Nicolas Winding Refn mostrar rios de sangue e muita violência gratuita (a trilogia Pusher, que consagrou o diretor, já mostrava muita violência, mas na hora certa e a serviço de uma causa, ou seja, dos filmes, do seu contexto; aqui não há isso). O roteiro é um delírio (parece que o roteirista é fã de LSD). O filme começa com o irmão do personagem de Gosling aprontando todas (mas todas mesmo), sem que se saiba por que (e é gozado, pois o script sugere que a figuraça costumava fazer o mesmo quase todas as noites, sem que nada até então tivesse lhe acontecido, o que é, no mínimo, surpreendente, dado o grau do seu desatinado comportamento, como constatará quem assistir o filme). Já a escolha da Tailândia como cenário da mirabolante história serve apenas para justificar a inserção das artes marciais tailandesas, e seus executantes, no filme; tudo indica que não há outro propósito, além desse, em rodar o filme ali. Os atores se mostram deslocados e mal dirigidos. Gosling passa o filme todo com a mesma expressão, quer nas cenas de sexo, quer nas cenas de luta e matança, o que comprova que mesmo bons atores (e Rosling é um deles) precisam ser bem dirigidos (Jack Nicholson que o diga...) Mas quem causa maior estranheza é Kristin Scott Thomas, na pele de uma perua, mãe do protagonista, e que parecer estar sempre perguntando: como é que eu fui para aqui! (mesma pergunta, por sinal, que fazem os espectadores...). Resumindo: lamentável. Se continuar assim, é bem provável que Refn acabe seus dias como assistente de Tarantino... Isso se não for escalado para a continuação de Machete...
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 22 de julho de 2013
Nicolas Widing Refn continua aqui sua saga de querer convencer seu público que a gratuidade na violência sem necessidade narrativa, a falta de expressão de seus personagens e punhetagem visual sejam confundidos com estilo. Só que aqui parece que atinge um outro nível. O cara simplesmente pegou uma história que poderia ser contada num curta de 20 minutos e enfiou cenas longuíssimas e sequências desnecessárias e transformou num longa.

É, em certo nível, até um pouco de pegadinha com espectador a forma com que ele instiga cena-a-cena sem que não haja conteúdo por trás, apenas forma. Personagens perdidos, cenas avulsas, momentos criados apenas pela finalidade gráfica, enquanto a narrativa fica de segundo plano.

Estou rindo até agora dessa tentativa fracassada de Ryan Gosling de criar um personagem. Ele já não é um ator muito bom, e se pega um personagem tão vazio, que é uma reprise das piores coisas do motorista de Drive, nunca que vai conseguir dar escopo. Sua escolha por não mudar em momento ALGUM de expressão facial no filme e sua composição corporal com gestos mecânicos soa preguiçosa, o que gera cenas que causam uma extrema vergonha-alheia, principalmente quando o diretor resolve, sem mais nem menos, enquadrar apenas o rosto do personagem por longos segundos.

Se algo no filme vale além de sua trilha-sonora onipresente, são algumas escolhas fotográficas. O vermelho e o azul sempre presentes parecem querer dizer alguma coisa, e apesar de na verdade não passarem de um elemento visual a mais, geram quadros que, isolados, tornam-se pura arte.

Kristin Scott Thomas também vale a conferida. Apesar de Refn oferecer muitos poucos momentos pra atriz brilhar, insistindo em planos abertíssimos em que nem podemos ver direito as características pessoais dadas por ela à personagem, quando aparece, rouba a cena por sua impiedade e falta de discernimento moral (isso fica bem evidente na cena em que a mãe reencontra o filho pela primeira vez).

Recebeu elogios demais, depois do sucesso de Drive, e resolveu fazer um filme pra sustentar o próprio ego. Que na verdade, é um gigantesco embuste. Refn está deixando cada vez mais claro a farsa em forma de cineasta que é. Only God Forgives é raso, esquecível e muito, muito desnecessário.
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