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Igor C.
18 seguidores
452 críticas
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0,5
Enviada em 26 de dezembro de 2025
O filme já começa dando a impressão de que a trama não sabe para onde vai, sem desenvolvimento ou qualquer senso de progressão narrativa. No decorrer da história, a situação só piora: o roteiro se perde completamente, abandona qualquer tentativa de coerência e transforma a experiência em algo confuso e desorientado. Quando chega ao final, a sensação é de estar voltando ao ponto inicial, como se nada tivesse realmente acontecido.
É difícil acreditar que um ator do calibre de Ryan Gosling tenha aceitado participar de um projeto tão mal concebido. Roteiro, direção e produção falham em todos os níveis possíveis, sem entregar tensão, impacto ou propósito. Nada se aproveita aqui. Trata-se de um filme perdido em suas próprias ideias, mal executado do início ao fim e que acaba sendo apenas uma grande perda de tempo.
“Apenas Deus Perdoa” (2013), de Nicolas Winding Refn, é uma experiência cinematográfica visualmente impressionante, com uma atmosfera de pesadelo criada pela fotografia de Larry Smith e a trilha sonora de Cliff Martinez. A violência é hiperbólica, mas é a tensão silenciosa e a estética que dominam o filme. Ryan Gosling interpreta um anti-herói taciturno, enquanto Kristin Scott Thomas brilha como uma vilã manipuladora. A figura do vingador policial, interpretado por Vithaya Pansringarm, traz uma calma perturbadora ao caos. Preciosa a interpretação do violento anjo vingador o policial tailandês interpretado pelo astro do país Vithaya Pansringarm, que entre um massacre e outro, se apresenta cantando calmamente em um karaokê para seus colegas policiais. O filme como um todo é arte pura, se não de dramaturgia, de estilo e composição.
Filme diferente, sem as chatices do herói americano que salva o mundo metendo porrada em todos. O herói ( se é que existe) é o policial tailandês que tem seu seu métodos de punição. Pra quem gosta das tomadas de câmera do cineasta Antonioni e sangue do Tarantino, vai gostar desse . Tem algo de peculiar, com quase nenhum texto, apenas as tomadas de câmeras narram a história.
Fui atraído pelo título infeliz. Muita luz vermelha. Muito sangue, como nem Tarantino conseguiria. A trama é básica: dois irmãos traficantes em Bangkok. O irmão psicopata é assassinado. O outro não o vinga pois ele havia estuprado e assassinado uma menina. A mãe dos dois vem para exigir a vingança e todo mundo é morto pela katana de um policial. Ninguém tem qualquer expressão e tudo em câmera muito lenta. Os mais entendidos o exaltam como um filme de estilo. A minha ignorância não entende se gastar tempo e dinheiro em uma produção onanista dessa. Nem Deus perdoa.
Geralmente só leio as críticas de alguns filmes mas nesse caso fiz questão de abrir uma conta e escrever aos curiosos como eu (que no caso ainda perdi 20min da minha vida começando a ver essa bosta) que NÃO PERCAM SEU TEMPO. Se existe arte por traz desse filme, me desculpem mas é arte para pessoas anormais. Pessoas normais acharão este filme chato, intediante, sem nexo algum, enfim, uma perda de tempo.
Gosling em um filme muito diferente, inclusive nos quadros e gráficos. Ele e o irmão controlam lutas e tráfico em uma cidade da Ásia, mas seu irmão estupra e mata uma menor e é morto pelo pai da jovem. Gosling perdoa, dadas as circunstãncias, mas sua mãe que prefere o irmão morto quer vingança e isto custará suas vidas. O policial cantor e espadachin é uma peça rara.
:Bem, antes de mais nada criei esse tema por puro desespero, pq estava naquele momento em que já tinha uns 90 temas e nada mais surgia em minha cabeça.Minha irmã já tinha sugerido porque ela tem o firme proposito de casar com Ryan Gosling,e além disso, o filme se passa na Tailândia e tem atores asiáticos, e blá, blá, blá. Então em uma gambiarra histórica ( porém ainda tem outras ao longo desse desafio) criei o tema “Filme com Ryan Gosling”.
Certo, resumindo esse show de horror filme em uma palavra seria: “WHAT?” Não consegui entender nada. Eu não esperava muita coisa, mesmo porque eu nem sabia que era do mesmo diretor de “Drive” mas, definitivamente eu não estava preparada para toda a insanidade que eu presenciei nos mais longos 90 minutos de toda a minha vida.
No filme acompanhamos dois irmãos traficantes Billy (Tom Burke) e Julian (Ryan Gosling) que vivem na Tailândia e usam uma academia de Muai Thai como fachada para seus negócios.Em uma noite o mais velho,Billy, estupra e mata uma menina de 16 anos.Ele acaba sendo morto pelo pai da garota, que foi forçado por um policial a se vingar.A maluca mãe dos dois,Jenna (Kristin Scott Thomas) que sempre gostou mais de Billy, vai até a Tailandia e obriga Julian a vingar a morte do irmão.
Bem, então vamos ao rico cardápio do filme: chato, sonolento, insuportável, confuso do inicio ao fim, cenas intermináveis no mais completo silêncio, Ryan Gosling com cara de paisagem e completamente apático, uma fotografia vermelha eterna em todas as cenas que me deixou com dor de cabeça, personagens sem empatia ou carisma,um “Anjo Vingador” que tira uma espada do nada, mata as pessoas e depois vai cantar no karokê, enfim, vc escolhe.Acredito que o diretor estava tentando descobrir um novíssimo método de tortura, e desenvolveu todo o conceito dessa porcaria interminável.
O pior é que ainda tem gente que acha que esse filme é arte, e consegue enxergar mensagens e mais mensagens outro eu só enxerguei uma enorme chatice. Se meu intelecto está abaixo dos outros por causa disso, paciência, mas eu não vou ficar fingindo que entendi, só pra acharem que eu sou inteligente, ou culta. Não entendi e não gostei.Simples.
spoiler: Momento mais “WTF” que eu já vi recentemente: Ryan Gosling revirando as tripas da mãe morta. Oi?!?! spoiler:
Enfim, no final, só posso dizer: “Parabéns pra mim, que consegui sobreviver a essa loucura”
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