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Carlos Taiti Yaguinuma
67 seguidores
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2,5
Enviada em 18 de maio de 2024
Filme: A Toda Prova Assistido: 20-4-24 Elenco: @ginajcarano @channingtatum @beatlesfass @ewanmcgregornews @antoniobanderas @michaelkirkdouglas Modelo: #ação #agentesecreto #suspense Duração: 1h 33m Ano: 2011 Minha opinião: Um filme ao estilo Jason Bourne, Conspiração Terrorista,.... o agente é traído. Este é a primicia deste filme. E onde temos Carano como a agente que é traída pela própria agência, agora ira buscar vingança e limpar seu nome e descobrir quem são os responsáveis. Temos um bom time de atores, Tatum, Fassbender, Dougls, Banderas, McGregor,... Um filme cheio de traição e boas cenas de lutas e tiros. Carano manda muito bem. Creio que o filme vale mais a pena assistir pelas lutas que tanto pela estória ou enredo. Com tantos artistas de peso deveria ter sido uma outra estória, pois poderia dar certo. Ao final Carano vai eliminando um por um. Paul, Kenneth, Rodrigo. Roteiro e enredo fracos. Vale apena assistir? Sim pelas lutas. Nota: 5,5 #cinema #movie #filme #filmesapaixonantes #dicasdefilme #imdb #rottentomatoes #oscar #eiga #pelicula #hollywood #adorocinema #amocinema #lovemovie #apaixonadoporcinema #netflix #disneyplay #amazonprime #hbomax #popcorn #curtocinema #cinemaepipoca
Excelente elenco em um longa muito ruim. O filme parece um quebra cabeça mal montado, com cortes absurdamente bruscos, tentando trazer um ar de inteligência, porém o deixa mal acabado. Falta trilha sonora durante o filme, e quando tem, deixa o filme ainda mais desencaixado. Parece que o diretor queria colocar um pouco de cada clichê nesse filme, e fez uma montagem péssima. Não recomendo!
A carreira do diretor norte americano Steven Soderbergh começou com boas produções que variavam em estilo mas mantiveram qualidade notável. Ao longo do tempo e com novos filmes no currículo, seria natural que a oscilação de conteúdo também surgiria, mas a queda catastrófica veio neste fraco A Toda Prova.
Estreando na atuação, a lutadora Gina Carano interpreta Mallory Kane, uma espiã altamente treinada e sempre responsável por missões delicadas mas com sucesso dentro das expectativas de seus superiores. Em uma de suas investidas, ela precisa resgatar um oriental mantido em cativeiro, algo que resulta no começo de um festival de traições envolvendo seus superiores e colegas de trabalho. Percebendo que fora traída, ela foge e passa a fazer uso de suas capacidades em prol da vingança.
Logo de cara, com as explicações do enredo, já percebemos os primeiros problemas, as pontuações que vão sendo colocadas na narrativa são feitas por meio de flashbacks, muitos deles confusos e monótonos, mais complicando do que explicando. O roteiro de Lem Dobbs até possui potencial, ou pelo menos deveria ter em seu rascunho inicial, já que não há nada de envolvente na trama de uma agente sem graça cuja traição serve de estopim para busca de uma vingança insossa.
Decerto que o cartaz, e notavelmente o trailer, chamam atenção pelo elenco impressionante: temos aí Michael Fassbender (Paul), Ewan McGregor (Kenneth), Bill Paxton (M. Kane); Channing Tatum (Aaron), Mathieu Kassovitz (Studer), Antonio Banderas (Rodrigo) e Michael Douglas (Coblenz), ou seja, se fosse por conta de talento e know-how já teríamos um fenômeno das telonas, mas não é bem isso que acompanhamos. A edição é cansativa, lenta, há uma demora desnecessária na continuidade de cenas: um simples caminhar na rua demora excessivamente sem qualquer motivo, mais parece desculpa para alcançar os 85 min. Até mesmo as cenas de ação são fracas, com coreografias simplistas demais e uma Gina Carano ridiculamente cansativa na atuação (inclusive nas lutas).
Difícil afirmar o que tem ocorrido com o diretor de ótimas produções como "Onze Homens e Um Segredo" e "Erin Brocovick", já que dirigir uma bomba como A TODA PROVA só representa um problema que surpreende com a total falta de senso e sentido narrativo. Um grande desperdício e elenco e potencial! Quem sabe da próxima Soderbergh.
Esse filme esteve a um passo de ser um filmaço. Inteligente, recheado de bons atores, sombrio, sofisticado e acima de tudo muito chato. O filme transita entre lutas frenéticas de tirar o folego e cenas extremamente compridas e demoradas ao ponto de parecerem desnecessárias. O espectador que busca ação perde seu tempo, o espectador que busca uma trama surpreendente não encontra e restam aqueles como eu que assistiram o filme sem pretensão nenhuma e após a ultima frase de Antonio Banderas agente completa dizendo "Não achei ruim".rsrs
Assisti no canal megapix hd, muito bom mesmo, história bem produzida e dirigida, atuações convincentes, cenas de ação muito legais, dublagem nota dez...
A Toda Prova tenta ser um bom filme de ação, mas não consegue. Primeiro por que a história é chata, sem falar do enredo sem colocação. Outra fraqueza do filme, é as suas cenas de luta, não precisa ser um detalhista para saber que os dubles são usados nos combates, muito mal feito, poderia ser um pouco melhor coreografada. Muito ruim!
“À toda prova” não trás nada de novidade. É um filme ‘mais do mesmo’ com trama convencional e previsível repleta de clichês do gênero ‘trillher de espionagem’. E com tudo isso contra, o longa consegue ser chamativo. O que segura a produção não é o jeito como a história é contada, mas a maneira como ela é construída, o que deixa os méritos para o diretor Steven Soderbergh.
O filme é mais um de âmbito comercial do diretor que tem a pretensão apenas de entreter o espectador e o faz com eficiência. A começar pela curta duração de 88 minutos, o ótimo elenco, o ritmo ágil, situações bem orquestradas e temas, apesar de batidos, que sempre chamam a atenção por suas reviravoltas.
A narrativa acompanha a agente de operações militares (administrado por um grande empresário norte-americano), Mallory Kane (Gina Carano – está ótima no papel) que se vê envolvida em intrigas por seus superiores que a fazem ser uma criminosa procurada pela polícia e por membros de sua própria equipe. Ela não vai deixar por menos e busca vingança contra todos que traíram sua confiança.
“À toda prova” não tem muito a cara de Soderbergh. A impressão que se tem, para quem conhece o estilo do cineasta, é que alguém o desafiou a fazer um filme mais aventuresco e ele topou. O diretor reuniu seus colegas de trabalho – o roteirista Lem Dobbs já trabalhou consigo em “O estranho”, o produtor Gregory Jacobs já o acompanhou em “Contágio” e “Bubble” e o cara da trilha sonora, David Holmes, assinou a música de “Irresistível paixão” –, escolheu elenco carismático e pronto! Está aí seu primeiro filme de ‘ação de pancadaria’.
O longa não seria interessante se não tivesse o olhar cinematográfico de Soderbergh. Além da edição não linear que faz a história soar como um quebra cabeça, a produção é tecnicamente caprichada, com bela fotografia, enquadramentos que realçam a beleza das locações, movimentos de câmera sutis e cenas de ação pontuais e realistas, principalmente nas perseguições ‘gato-e-rato’ labirínticas e lutas ‘estilo Bourne’, que são cruas e impressionantes.
Nikita, Jason Bourne, Ethan Hunt e James Bond ficariam felizes em aceitar Mallory Kane no grupo dos espiões mais ‘fodas’ do cinema. Soderbergh prova que é capaz de fazer filmes bacanas e bem feitos com enredos simples e saturados. Basta ter ideias interessantes na cabeça e dizer ‘luz, câmera e ação’.
O filme vai e volta na história quase toda o torna tão insuportável ao ponto de não assistir bom elenco realmente pra um dos piores filmes do um bom começo,com boas cenas de ação,mas ao desenrolar isso cai de repente.Péssimo filme!
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