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Diogo Codiceira
26 seguidores
926 críticas
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4,0
Enviada em 6 de julho de 2026
Independece day é um filme de ficção científica que contou com a direção de Roland Emmerich, que tbm fez parte do roteiro ao lado de Dean Devlin. O filme recebeu 2 indicações ao Oscar de 1997: melhor som e melhores efeitos visuais ( venceu apenas essa). Na trama, perto do dia da Independência dos EUA, o país entra em pânico diante de uma invasão alienígena. Sem saber das reais intenções, o cientista David (Jeff Goldblum) descobre intenções nasa amigáveis dos ets e resolve se encontrar com presidente dos EUA Thomas Whitmore (Bill Pullman) para falar sobre os planos. Porém, o plano alienígena é contado minutos antes do possível ataque. Independence day emula quase todos os elementos de filmes de catástrofes dos anos 1970. Aqui vemos que o roteiro se preocupou em separar em vários núcleos de personagens dentro da trama antes do desastre e que em algum momento ( no terceiro ato) iria se encontrar para culminar com algum tipo de importância ao final da trama. É fato que tem núcleos muito chato como o do ex-aviador bêbado que mora num trailer com sua família e que alega ter sido abduzido 10 anos antes. Ele serve como aquele personagem que todos duvidam mas que acaba salvando no final do filme. Gostei mais do núcleo de David, um cara que está divorciado, mas que ama a sua ex esposa Constance (Margaret Colin), que trabalha com o presidente. E tbm do militar capitão Steven (Will Smith), mas muito mais pelo Will mesmo, que ainda tem muito do maluco no pedaço no seu jeito. Para além disso, o filme tem um premissa muito simples e a narrativa se resume após apresentar os seus núcleos, uma defensiva americana contra os ets. Tudo acaba se resolvendo com uma ideia tbm muito simples: um vírus de computador no sistema de escudo das naves. A grande graça é a missão de como vao fazer isso e é nesse ponto que todos os núcleos se juntam e de alguma forma, contribuem para tal. Claro que existe um grande nacionalismo militar no filme. Inclusive com o próprio presidente pegando um caça e indo atacar os ers. Praticamente nao vemos como as demais nações se comportam diante disso ( a invasão e global), mas vemos os EUA comandando tudo. O ponto mais forte do filme está em seu visual e no cgi. Os ets estao perfeitos e as naves tbm. Além das ótimas cenas de ataque aéreo na trama (até longo). Boas cenas tbm dentro da área 51, par a além da fotografia e dos efeitos vemos que existem segregos que nem o próprio presidente sabe. No mais o filme é raso de conteúdo e tem um roteiro simplista demais com alguns núcleos com personagens chatos e outros que nem fede e nem cheira. Porém, é inevitável nao apontar como um grande filme em padrões técnicos e que carrega boas lembranças, pois eram constantemente visto na globo em tela quente ou nos domingos à tarde em temperatura máxima
A história acompanha três protagonistas cujos destinos se entrelaçam: David Levinson (Jeff Goldblum), um técnico de satélites que descobre o plano de ataque alienígena; Capitão Steven Hiller (Will Smith), um piloto da Força Aérea; e o Presidente Thomas J. Whitmore (Bill Pullman), que precisa liderar o mundo em crise. Filme sobre alienígena invadindo a terra!!!
Filme muito bom, destaque para os efeitos, principalmente na época, eram revolucionários. Tem ação, alienígenas bem feitos e caprichados. As batalhas também são boas, com destaque para o primeiro ataque dos alienígenas. Belo elenco, ou seja, filme que te prende do início ao fim. Ponto negativo que força a barra no final foi a forma que conseguiram vencer os alienígenas. Outro ponto negativo são os personagens, independente de viver ou morrer, literalmente desaparecem do filme, sem uma explicação digna.
Filme pra sentar na frente da TV e se deliciar, sem pensar muito. O filme é muito bem produzido e, quem se dispõe a assistir um filme a respeito de uma invasão alienígena, não pode esperar muita profundidade. Cinema é isso também - puro entretenimento. Quando me disponho a ver um filme como esse quero apenas me entreter, passar o tempo, e ver algo bem produzido e divertido. Se desejo algo mais profundo ou aprender algo mais relevante, vou ler Tolstói, Dostoievski ou Isaiah Berlin. Só não dou uma nota maior, porque os produtores perderem a chance de ter um pouco de grandeza: exaltaram demais os EUA - 04 de janeiro será a independência do mundo e não apenas dos EUA passou um pouco dos limites rsrsrs.
Lembro de ter assistido algumas vezes quando eu era criança em algum programa de TV que tinha na época que passavam filmes aos domingo a tarde. Apesar de todo o efeito especial estar datado, o que para época foi revolucionário, o filme envelheceu bem. Núcleo de atores muito bom, muito bem dirigido e com uma trilha bem legal...
O filme não me empolga, um roteiro bem chato, o q salva o filme é a trilha, os efeitos pra época e Will Smith. Pretendo ver novamente em outro momento pra ver se mudo minha avaliação pra mais ou menos.
Filmes do Roland Emmerich no geral são sempre iguais muita destruição muito efeitos especiais o roteiro é bom os efeitos especiais eram bons pra época (hoje é ultrapassado) a trilha sonora é muito boa a única coisa que não gostei muito foi do elenco o resto eu gostei.
A tentativa de inserir a comédia e pecar na falta de ação, exagerando em diálogos e piadas sem graça torna o filme um pouco entediante. O filme vende apenas a exaltação do patriotismo do norte-americano que se coloca enquanto salvador do mundo.
Estranho essa porcaria estar com essa nota de média. Esse patriotismo boboca americano. The president of the USA salvando o planeta. Ahhg!! É de vomitar...
Para quem espera assistir apenas efeitos especiais vale a pena como produção da época. Hoje já temos produções de efeitos especiais melhores. Mas não fica arrependido de assitir. Menos mal.
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