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Wesley N.
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3,0
Enviada em 15 de janeiro de 2017
Excelente obra! Atuações impecáveis de Matthew Mcconaughey e Samuel L. Jackson. Filme é um pouco longo, mas a trama em momento algum torna-se cansativa. Recomendo.
Um dos melhores filmes de tribunais que eu já vi a trama envolvente e intrigante que o diretor executor er um filme que deve ser visto e aplaudido uau
Um filme excelente, Nos mostra como uma pessoa pode chegar ao ponto de uma crueldade, pessoas medíocres sem nenhum senso moral, incapazes de respeitar ao proximo.Conta a história de um pai que faz justiça com as próprias mãos matando dois caras que estruparam sua filha.O filme é emocionante quando mostra que não existe diferença de raça e etnia.todos somos iguais e precisamos entender que a justiça precisa ser feita sem qualquer preconceito.
Trata-se de um filme de tribunal que vai muito além do gênero: é envolvente, intenso e profundamente reflexivo.
A trama gira em torno de Carl Lee (Samuel L. Jackson), cuja filha Hannah é brutalmente violentada por dois jovens brancos. Desesperado ao perceber que os criminosos provavelmente receberiam uma pena branda — ou até mesmo seriam absolvidos, como já havia ocorrido em casos semelhantes contra negros — Carl Lee decide fazer justiça com as próprias mãos e executa os dois homens publicamente, nas escadarias do tribunal. O julgamento que se segue abala toda a cidade e desencadeia uma onda de violência e manifestações. Jake Brigance (Matthew McConaughey, em uma atuação memorável), advogado de Carl Lee, passa a enfrentar não apenas os desafios jurídicos do caso, mas também uma série de ataques pessoais. Sua família é ameaçada pela Ku Klux Klan e precisa deixar o estado, colocando em risco seu próprio casamento e equilíbrio emocional. A tensão do filme se constrói na alternância entre o drama do tribunal e a pressão externa, marcada pelo racismo, pelo ódio e pela perseguição. O espectador é mantido em suspense constante, sem saber até onde cada personagem conseguirá suportar o peso da situação. No tribunal, Jake apresenta uma defesa que oscila entre falhas e momentos brilhantes. Contudo, é em seu discurso final que ele conquista o júri, majoritariamente branco, com uma argumentação tão comovente que se torna decisiva para a absolvição de Carl Lee. Mais do que um filme de julgamento, é uma obra que expõe feridas sociais, levanta debates urgentes sobre justiça e racismo, e prende o espectador até o último instante.
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