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Amanda Cristina Alves Leite
4 críticas
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4,5
Enviada em 9 de julho de 2025
Dirigido por Hayao Miyazaki e produzido pelo Studio Ghibli, esse clássico da animação japonesa vai direto no coração com a suavidade de uma brisa de verão e o impacto emocional de quem já viveu a infância com olhos curiosos e coração aberto. A história é simples, mas mágica: duas irmãs, Satsuki e Mei, se mudam para o campo com o pai enquanto a mãe está internada. Entre árvores e mistérios da floresta, elas encontram Totoro, um ser enorme, peludo e... silenciosamente carismático.
Totoro não precisa dizer uma palavra para virar ícone. Ele existe no tempo das crianças, onde o vento assovia segredos e o desconhecido é um convite à aventura, não ao medo. E o que dizer do Gatobús? Um ônibus em forma de gato com olhos-faróis e patinhas que correm sobre árvores. Miyazaki realmente estava em outro nível de criatividade.
Visualmente, o filme é um deslumbre. Cada folha, gota de chuva e grão de poeira parece respirar vida. É quase impossível não suspirar diante do carinho nos detalhes — o Studio Ghibli é mestre nisso. E mesmo com um roteiro sem grandes reviravoltas, a beleza está justamente em como o cotidiano ganha poesia nas mãos de Miyazaki.
Ah, e prepare o coração: Meu Amigo Totoro é um daqueles filmes que aquecem por dentro e fazem a gente querer morar numa casa com telhado torto e vizinhos mágicos.
lindo, relaxante, com desenvolvimento a longo prazo, recomendo assistir com uma pipoquinha. o final deixa com um pouco de angustia mas tudo se resolve lindamente
Segundo filme que eu assisto do Studio Ghibli, após Túmulo dos Vagalumes. Esse filme, dirigido pelo grande Hayao Miyazaki, é um dos melhores do estúdio, com duas protagonistas, Satsuki e Mei, que encontram Totoro, um espirito da floresta. Tudo é perfeito, animação, história, trilha sonora, e uma cena após a outra. É um clássico atemporal que merece a atenção do público.
Achei muito diferente das outras obras de Hayao Miyazaki, as quais me cativaram, principalmente, pelos diversos caminhos que a história poderia tomar, muitas coisas a serem exploradas, personagens intrigantes, o que cria uma bela expectativa em quem assiste. Com esse filme não ocorreu isso comigo, a história é muito previsível, sem muitas complexidades e não se aprofunda muito. Acabou e eu fiquei pensando "era só isso?". Recomendo assisitir Spirited Away e Howl's Moving Castle.
Emtendo, que as pessoas, que vem o filme esperando algo com ação... mais esquecem que suas mentes caregadas esperandoalgo augo a mais com energia. Um filme leve bem animado mesmo passado muito tempo, envelheceu muito bem. Fantástico, autor representou bem os sentimento. 1988 que filme bom vendo pela, segunda vez mesmo assim fico, surpreso com esse filme.
A grande obra de Miyazaki, precisamente porque aqui ele consegue ser magistral ao aliar um naturalismo nas idiossincrasias de seus personagens com o ingenuamente fantasioso.
Parece não existir espaço para cinismo em Meu Amigo Totoro. Existe uma crença na magia da natureza que é compartilhada por crianças e adultos. Funciona como magnífica história para crianças, ao mesmo tempo que sugere um resgate de valores não-materialistas ao público adulto.
É notório que Miyazaki desenvolve seus filmes a partir de constante e serena observação da vida humana. Em todas as suas obras existe tal naturalidade, tal apego aos detalhes, que a imersão do espectador se dá de modo imediato. Entretanto, é aqui que isso realmente parece funcionar com todas as potencialidades. Miyazaki transforma o mero ato de exploração de uma nova casa em aventura e mistério aos olhos das crianças do filme.
Na realidade, qualquer evento do filme funciona nesse esquema de pequeno valor objetivo, mas grande valor sentimental. É por entender a imensa importância que a valoração afetiva de um acontecimento possui, em detrimento do registro apenas concreto, que Meu Amigo Totoro consegue, narrativa e formalmente, atingir o status de obra-prima da sétima arte.
Confesso que inicialmente não conseguir gostar... Sim, é fofo mais só isso não torna um filme bom. Porém os últimos 30 minutos são tão surreais, imaginativos e sentimentais que seria um pecado dar nota baixa ao filme
Os estúdios Ghibli são famosos por trazerem filmes que contam boas narrativas japonesas através de perspectivas bem diferentes. Nesse filme não foge disso, com personagens bem característicos e que chamam a atenção. A história é bem legalzinha.
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