A Estranha Vida de Timothy Green: Recentes críticas
A Estranha Vida de Timothy Green
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Wendel Dantas Neves
3 críticas
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5,0
Enviada em 29 de novembro de 2025
Tive o prazer e a felicidade de assistir esse filme hoje,28/11/25 um filme bem antigo,mais não sabia, e fiquei simplesmente encantado com esse filme, sou fã dessa Atriz desde Aliás, é ele sempre vem fazendo filmes cada vez melhores, história maravilhosa,fictícia,mais perfeita que nos faz refletir muito sobre quem somos,o que queremos ser como pessoas como pais e sobre os filhos que queremos ser para nossos pais, então assistam em família como eu fiz, desliguei os telefones e dedicação total para entender a mensagem que este filme quer passar, gostaria de poder expressar tudo que senti escrevendo,mais não encontro as palavras corretas,então assistam e tirem suas próprias conclusões,espero que gostem tanto quanto eu gostei
Fiz uma conta nesta plataforma apenas para exprimir meu enorme descontentamento com esta produção. O filme é mais um daqueles onde o protagonista é um completo imbecil insuportável que é abençoado pela entidade chama ROTEIRO. O personagem principal é uma criança que louva o sol, enfia plantas nas meias e é um babac@. Não consegue fazer nada como um ser humano viável mas o roteiro o carrega e o põe no pedestal de gênio absoluto, o próprio ser humano 2 que nos traz a poderosa lição, se você por acaso encontrar um jovem esquisito que come Sabão e fala coisas sem nexo, talvez ele seja um gênio A direção é genérica, funciona, mas é genérica e o protagonista destrói a experiência. Muito irritado
Thimoty Green, um garoto literalmente vindo da natureza, origem do sonho de seus pais, de uma caixinha de desejos. Filho amado, incompreendido. Trouxe ensinamentos e amor.
Sou um grande fã da atora Jennifer Garner, quase nenhum filme que participa a mesma entra para perder, sua atuação é muito boa. Aqui temos um filme conceitual, baseado na sua totalidade sobre a adoção, os dilemas enfrentados pelos casais para obter a autorização de adoção, algo geralmente visto como difícil. E no meio filme surge a história divertida do Timothy Green (CJ Adams) e suas folhas, uma história em completo sentido figurado, mas muito emocionante, contando o lado de quem quer ser pai para a muralha do serviço social. Algumas caras famosas participam no filme como Dianne Wiest (Edward Mãos de Tesoura) e Joel Edgerton. Um drama bom e feliz. Algumas cenas desconcertantes para quem quer ser pai e mãe, mas enfrenta: a apresentação musical e o jogo de futebol, muito bons.
Ok, classica produçào com todo dinheiro disponivel, entào, bem produzido ... mas, falando sobre o roteiro ... qual è o sentido dessa historia? Falta de algum tipo de messagem, de finalidade prosaica mesmo sendo fantastico; o filme ilustra uma fabula que soa com campaninhas bonitinhas e que somem sem deixar um refrào. Ficam muitas perguntas: "Porquè as folhas?" ... "Porquè foi embora?" ... "Porquè aquele relacionamento com a menina?" ... "Qual sentido geral?"
Este filme familiar é sentimental e pode te levar as lágrimas. Um casal (Jennifer Garner e Joel Edgerton) recebe a notícia final de que não poderão ter filhos, como forma para extravasar a dor eles anotam em pequenas folhas todas as qualidades que seu filho teria e enterram em seu quintal. Milagrosamente, no meio de uma tempestade, surge uma criança, Timothy, os chamando de pais. A história é encantadora, e por mais que o tema soe fantástico é um belo filme, bom para assistir em família. Lembra muito O Curioso Caso de Benjamin Button, só que mais simples. Curiosidade. Sandra Bullock foi convidada para interpretar a mãe, mas acabou recusando. Nota do público: 6.6 (IMDB) Nota dos críticos: 34%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $51 milhões Mundo - $54 milhões Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Sensível, leve, puro... Um filme que mostra de um jeito tão simples o que está por dentro do coração de uma criança... O coração que deveríamos manter em nós! Amei a cena dos outros filhos sentadinhos penteados e o Timothy livre pro sol porque não carregava consigo o peso que os pais são capazes de colocar, de tanto quererem que os filhos sejam quem exatamente “planejaram"...
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