O Impossível
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4,4
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Cinemauniversal
Cinemauniversal

37 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de agosto de 2013
O que você enfrentaria para salvar a sua família?

O diretor espanhol Juan Antonio Bayona mostrou toda a sua pegada de segurar a narrativa e tornar o filme interessante durante vários minutos em O Orfanato (El Orfanato, 2007). Neste último ano, o diretor surpreendeu a todos com o filme que conta a história de uma família separada por um grande desastre natural. Esse longa de Bayona não só emociona, como também utiliza de artifícios super inteligentes para também fazer com que a experiência de pai, mãe e filhos se tornem a dos próprios espectadores. É uma grande aventura. Uma grande emoção.

O Impossível (Lo Imposible), título mais que sugestivo, começou a chamar a atenção bem antes de sua estreia nos cinemas. O trailer super bem feito, editado com intensas cenas do filme trazia em menos de 2 minutos todos os desafios que a família americana teria que passar, no ano de 2004 na Tailândia, atingida por uma enorme tsunami. O desastre destruiu parte da costa do país e matou milhares de pessoas, nativos e estrangeiros. Também destruiu as terras litorâneas, com a bela natureza paradisíaca, eliminando toda uma cultura local. Foi para esse lugar maravilhoso que o casal Maria e Henry, e seus três filhos Lucas, Simon e Thomas, viajaram em férias. Na noite posterior ao Natal, a família tomava banho de piscina, se divertiam jogando bola, tomavam sol. Tudo corria bem.

Em seguida a essas cenas de lazer, começa uma das mais intensas e bem realizadas sequências utilizando efeitos especiais da história do cinema. Exagero, com bastante boa vontade. Bayona comprova que usar de tecnologia a favor da construção da história pode muito bem engrandecer a perspectiva do filme. São quase 10 minutos de medo, gritos, transtorno, e emoção por ver uma família sendo separada, incorrendo a premissa que todos podem estar mortos, ou pior: que alguns podem ter morrido, e outros estarem vivos. Após o primeiro momento, mãe e filho vão em busca dos outros dois irmãos e do pai; havendo um paralelo entre a narrativa do pai e dos irmãos menores, ainda vivos. A partir disso, encontros e desencontros acontecem, emoções a flor-da-pele quando a sobrevivência é posta em jogo. Não existe a opção de viver ou morrer: tem que viver para encontrar o restante da família, e salvá-los da situação a qual estão impostos.

Nisso, o roteiro de Sergio G. Sánchez é bem redondinho. Ele constrói facilmente a história seguindo cada personagem na aventura de sobreviver a toda aquela destruição. A fome não existe, a dor não empata as duras caminhadas na floresta; o corpo dilacerado não sente exaustão. É apenas a força de vontade que move a família, agora separados. O filme é baseado, sutilmente, é claro, em fatos reais, e imaginar a encenação quando na vida real torna tudo mais interessante. E emocionante. Aliás, lágrimas tornam a cair em cenas finais e nos momentos de encontro dos pais e dos filhos. Um suspense final, em relação a vida de Maria faz parte de todo o achado psicológico criado por Bayona; genial! Nesse ponto, as atuações atmosféricas de Naomi Watts (21 Gramas), Ewan McGregor (Sentidos do Amor) e Tom Holland estruturam todo o drama. Alguns críticos dizem ser a atuação do trio, acima do filme; nego e falo que são a base dele.

Um dos quadros mais bem equipados com conceitos sobre amor e união, ganha o ano de 2012 como um dos melhores filmes da década, quando avaliado sobre sua competência em introduzir o espectador na história. Mesmo levados por uma compilação de sentimentalismos, jogados pra lá e pra cá nas reviravoltas, o leitor/espectador não tem como fugir de tudo aquilo exposto na tela. É a vida contra a morte. E a morte não pode ser aceita, tem que ser combatida com todas as forças. O Impossível não é só um filme que mostra até que ponto pode ir o amor pelos seus semelhantes, mas uma espetacular obra que trata da sobrevivência, não por si, mas pelos outros que necessitam de você. O amor que pode sobreviver mesmo diante de um dos maiores desastres naturais da história da humanidade.
tatyrukia
tatyrukia

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
O filme relata a trágica tsunami de 2004 que mudou a vida de milhares de pessoas, o roteiro é baseado em fatos reais, e conta a história de uma família que foi passar as férias Tailândia, e acabou presenciando um dos piores
desastres naturais da história.

A enorme onda atingiu o hotel onde se encontravam, a mãe (Naomi Watts) acabou se separando da família, e seu filho mais velho também, ela encontra o primogênito em uma grave situação, quando ele passa levado pelas águas, ela vai em direção à ele, e acaba por alcança-ló.


Daí para frente o filme se desenrola a agonia de não saber se os parentes mais próximos sobreviveram, a esperança de encontra-lós, a gravidade da situação, comoção ao ver as outras vítimas, isso é passado para o telespectador em cada cena do filme, o choque que se sente ao ver as cenas muito realistas dos acidentes de percurso que a protagonista sofre é algo que todos sentiram ao assistirem a produção cinematográfica.

A obra conta uma história que nos mantém preso do inicio ao fim, torcemos pela família, nos colocamos no lugar dos atores, sentimos cada emoção, cada dor. O filme traz em seu enredo algumas revelações, e possuí cenas de muita emoção, como o amor e a solidariedade diante de tamanha tragédia, as família desfeitas, e a busca desesperada por sobreviventes.

A atuação de Naomi Watts é muito boa, a atriz sentiu de fato o peso do personagem, o ator que faz o filho mais velho Tom Holland é uma boa surpresa no filme, pois atua muito bem. O ponto fraco do filme foi o encontro dos personagens, pois esse foi feito a partir de uma coincidência como estar no lugar certo na hora certa, e as cenas de desencontro também foram um pouco surreais, somente para causar tensão em quem assiste.

O ponto forte do filme é que a história é muito bonita, e dramática , sendo assim também muito boa! O roteiro nos faz dar mais valor a vida e as nossas famílias. Vale muito a pena separar um tempo para assistir O impossível!
Eduardo M.
Eduardo M.

9 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2015
Um filme forte sobre esperança.............................................
Xico
Xico

7 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2013
Gostei muito, evitei ao máximo assistir pois não gosto de filmes catástrofes, mas as atuações estão ótimas, efeitos muito bons e a história que prende atenção do inicio ao fim!
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 30 de dezembro de 2013
ótimos atores! Otima história! Cenas bem feitas! Segundo filme que realmente me emocionei kkkk Serio.. cenas que arrepiam.. show de bola, gostei.
Thiago Luis Araujo
Thiago Luis Araujo

5 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 16 de novembro de 2020
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O Impossível retrata a história real de uma família espanhola (que aqui no filme foi retratada como uma família inglesa) que viaja para Tailândia, no sul da Asia, para passar o feriado de natal e ano novo em 2004. A família é composta pelo casal Maria e Henry e seus 3 filhos.
Tudo vai bem durante as férias, porém, como todos sabemos, na manhã do dia 26 de dezembro de 2004 um tsunami de proporções devastadoras atinge o local, arrastando tudo o que encontra pela frente, inclusive esta família que estava tomando banho de piscina no hotel.
Arrastados pela correnteza a família é separada e vamos acompanhar com mais ênfase a história da mãe e do filho mais velho que vão enfrentar as situações mais desesperadoras na luta para se manterem vivos.
Este longa é realmente muito emocionante e por ser uma história real, o qual a maioria de nós acompanhou pela TV, a gnt cria uma empatia absurda por estes personagens.
Tecnicamente o filme é primoroso, a fotografia e o trabalho de cor e contraste são excelentes. A câmera é muito bem conduzida, nos colocando dentro dos momentos mais dramáticos como se estivéssemos observando tudo ali ao lado. Porém achei que o filme pecou por excesso na dramaticidade nos afastando um pouco da realidade, algumas cenas ali poderiam ser facilmente descartadas.
Roberto  S.
Roberto S.

6 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de julho de 2014
Achei esse filme bem emocionante, saber que foi baseado em fatos reias torna tudo ainda mais intenso. A atriz principal está muito bem no papel. Destaque para as crianças que também desempenham um bom papel
Vinicius B.
Vinicius B.

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de dezembro de 2012
Amei demais "O Impossível"! Produção e direção impecável, sem sombra de dúvidas! Até agora o que não entendi é a nomeação de Naomi Watts para Melhor Atriz no Globo de Ouro, mas... Tudo bem. Achei a atuação dela às vezes boa, mas muitas vezes forçada e não entendi como ela foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz, sinceramente. Já o menino, que também foi indicado à Melhor Ator Mirim, entendo de certa parte: a atuação dele também não me convenceu, mas temos que levar em conta que ele deve ter uns treze anos, então poderemos dizer que de certo modo é sim uma boa atuação para um adolescente, de fato. Achei a sequência inicial do maremoto MARAVILHOSA em todos os sentidos da palavra. Uma sequencia demorada, tão bem feita que me fez contorcer de tensão na cadeira, algo que há séculos um filme não me fez fazer! Enfim: UM FILMAÇO! Com certeza tem chances para o Oscar de Melhor Filme, e a Naomi Watts também com certeza (TALVEZ ATÉ GANHE), mas mesmo assim vou continuar a achar que a atuação dela foi muito forçada em várias cenas do filme e muitas vezes até artificial... Opinião minha!
Carol D.
Carol D.

28 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de abril de 2013
Eh um filme realmente emocionante. Ele mostra nos minimo detalhes o que foi o Tsunami. Eh pra chorar do inicio ao fim!
Marco J.
Marco J.

4 seguidores 12 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2013
emocionante. grande filme com direção e roteiro precisos, mantendo sempre o suspense e a emoção. sem falar no elenco, arrebatador. McGregor e Watts são ótimos e mais uma vez dão show. Agora os meninos são qw coisa de espetacular. Uma cena crucial dos três é absolutamente emocional e verdadeira, arrepiou e emocionou. Belo trabalho.
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