O Impossível
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4,4
2760 notas

266 Críticas do usuário

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Cinemauniversal
Cinemauniversal

37 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de agosto de 2013
O que você enfrentaria para salvar a sua família?

O diretor espanhol Juan Antonio Bayona mostrou toda a sua pegada de segurar a narrativa e tornar o filme interessante durante vários minutos em O Orfanato (El Orfanato, 2007). Neste último ano, o diretor surpreendeu a todos com o filme que conta a história de uma família separada por um grande desastre natural. Esse longa de Bayona não só emociona, como também utiliza de artifícios super inteligentes para também fazer com que a experiência de pai, mãe e filhos se tornem a dos próprios espectadores. É uma grande aventura. Uma grande emoção.

O Impossível (Lo Imposible), título mais que sugestivo, começou a chamar a atenção bem antes de sua estreia nos cinemas. O trailer super bem feito, editado com intensas cenas do filme trazia em menos de 2 minutos todos os desafios que a família americana teria que passar, no ano de 2004 na Tailândia, atingida por uma enorme tsunami. O desastre destruiu parte da costa do país e matou milhares de pessoas, nativos e estrangeiros. Também destruiu as terras litorâneas, com a bela natureza paradisíaca, eliminando toda uma cultura local. Foi para esse lugar maravilhoso que o casal Maria e Henry, e seus três filhos Lucas, Simon e Thomas, viajaram em férias. Na noite posterior ao Natal, a família tomava banho de piscina, se divertiam jogando bola, tomavam sol. Tudo corria bem.

Em seguida a essas cenas de lazer, começa uma das mais intensas e bem realizadas sequências utilizando efeitos especiais da história do cinema. Exagero, com bastante boa vontade. Bayona comprova que usar de tecnologia a favor da construção da história pode muito bem engrandecer a perspectiva do filme. São quase 10 minutos de medo, gritos, transtorno, e emoção por ver uma família sendo separada, incorrendo a premissa que todos podem estar mortos, ou pior: que alguns podem ter morrido, e outros estarem vivos. Após o primeiro momento, mãe e filho vão em busca dos outros dois irmãos e do pai; havendo um paralelo entre a narrativa do pai e dos irmãos menores, ainda vivos. A partir disso, encontros e desencontros acontecem, emoções a flor-da-pele quando a sobrevivência é posta em jogo. Não existe a opção de viver ou morrer: tem que viver para encontrar o restante da família, e salvá-los da situação a qual estão impostos.

Nisso, o roteiro de Sergio G. Sánchez é bem redondinho. Ele constrói facilmente a história seguindo cada personagem na aventura de sobreviver a toda aquela destruição. A fome não existe, a dor não empata as duras caminhadas na floresta; o corpo dilacerado não sente exaustão. É apenas a força de vontade que move a família, agora separados. O filme é baseado, sutilmente, é claro, em fatos reais, e imaginar a encenação quando na vida real torna tudo mais interessante. E emocionante. Aliás, lágrimas tornam a cair em cenas finais e nos momentos de encontro dos pais e dos filhos. Um suspense final, em relação a vida de Maria faz parte de todo o achado psicológico criado por Bayona; genial! Nesse ponto, as atuações atmosféricas de Naomi Watts (21 Gramas), Ewan McGregor (Sentidos do Amor) e Tom Holland estruturam todo o drama. Alguns críticos dizem ser a atuação do trio, acima do filme; nego e falo que são a base dele.

Um dos quadros mais bem equipados com conceitos sobre amor e união, ganha o ano de 2012 como um dos melhores filmes da década, quando avaliado sobre sua competência em introduzir o espectador na história. Mesmo levados por uma compilação de sentimentalismos, jogados pra lá e pra cá nas reviravoltas, o leitor/espectador não tem como fugir de tudo aquilo exposto na tela. É a vida contra a morte. E a morte não pode ser aceita, tem que ser combatida com todas as forças. O Impossível não é só um filme que mostra até que ponto pode ir o amor pelos seus semelhantes, mas uma espetacular obra que trata da sobrevivência, não por si, mas pelos outros que necessitam de você. O amor que pode sobreviver mesmo diante de um dos maiores desastres naturais da história da humanidade.
Ana A.
Ana A.

34 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 12 de fevereiro de 2013
Vi e achei um filminho... Filme catástrofe com direito a final feliz. Se a Naomi Watts ganhar o Oscar não vou entender mais nada... Muito fácil fazer a atuação dela, que ficar grande parte gemendo e com uma super maquiagem. O melhor do filme é o filho mais velho. Ele mereceria um prêmio!
alberlia
alberlia

32 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de dezembro de 2013
Filme espetacular, baseado em fatos reais. Fala da sobrevivência de uma família ao tsunami. O filme inteiro, fiquei aprrensiva, chorei emocionada. Deus resgatou esta família.
Pedro R.
Pedro R.

32 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de abril de 2013
Ótimo!!! O melhor jeito de entender qual foi o drama das pessoas que sobreviveram ao Tsunami. Melhor ainda foi usarem uma história baseada em fatos reais para ilustra isso. Incrível! Além disso, achei que a atuação da Naomi Watts merecia o Oscar de melhor atriz, infelizmente ela não foi premiada.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 27 de agosto de 2013
Um filme que poderia ter passado despercebido por ser "despretensioso" mas que conquista o público de cara de maneira emocionante. Um filme baseado em fatos reais onde os protagonistas são interpretados por dois monstros em termos de atuação. Naomi detona e o rapaz que faz o filho mais velho do casal também. Um filme forte, emocionante e como efeitos especiais que não deixam muito a desejar. Vale muito a pena.
Carol D.
Carol D.

28 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de abril de 2013
Eh um filme realmente emocionante. Ele mostra nos minimo detalhes o que foi o Tsunami. Eh pra chorar do inicio ao fim!
Léo S.
Léo S.

23 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2014
Vale pela ótima atuação do filho mais velho do casal, deveriam ter gasto mais $ com efeitos especiais.
Yago T.
Yago T.

22 seguidores 28 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2013
O filme começa com a difícil missão de retratar fatos verídicos, de uma maneira real para o público, sem ficar maçante. Pois bem, fez seu trabalho de uma forma maravilhosa.

O diretor conduz muito bem todos os processos, sabe manipular as emoções do público, utilizando os efeitos sonoros de um modo esperto, dramatizando a separação da família central e extraindo o melhor dos 3 atores principais. O roteiro é bem planejado, em nenhum momento o filme fica morno, as performances estão excelentes, Naomi Watts mais uma vez se mostra talentosa e embora esteja em um papel mais “fácil”, faz valer sua segunda indicação ao Oscar.

The Impossible é um filme forte e emocionante, bom em muitas partes e ótimos em outras, que consegue agradar os críticos profissionais e o público.
olly
olly

21 seguidores 95 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
Tenho 3 coisas pra dizer a respeito desse filme.
Em primeiro lugar ele é realmente o filme mais emocionante do ano como anunciava o trailer,chorei em diversos momentos, e tem cenas realmente muito difíceis de assistir.
Em segundo lugar dizer que esse filme e piegas e clichê soa no mínimo absurdo e o crítico que disse isso e deu aquela nota totalmente descabida não deve ter família pra se colocar no lugar daquelas pessoas.
Em terceiro lugar não teve atuação mediana nesse filme, todos transmitiram a emoção e o desespero que a cena exigia inclusive as crianças e a Naomi Watts pra mim é a ganhadora do oscar e ponto.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 897 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2026
O impossivel é um filme de drama que envolve catástrofe e contou com a direcao de Juan Antonio Bayona e roteiro de Sergio G. Sánchez. Na trama, acompanhamos o casal Maria (Naomi Watts) e Henry (Ewan McGregor) junto com seus 3 filhos pequenos, que estao passando suas férias na Tailândia. Porém, tudo é devastado após o local ser atingindo por tsunamis. Agora a família deve procurar sobreviver e se reunir novamente. Vale lembrar que o filme é inspirado na narrativa de uma das sobreviventes: Maria Belón. Podemos dizer que o filme tem uma boa fotografia, que mostra todo o caos e um começo de tirar o fôlego. O roteiro nao perde tempo em mostrar as ondas gigantes destruindo tudo. Vale frisar que a visao inicial que temos é de Maria e do filho pré-adolescente Lucas (Tom Holland). Lucas não é apenas o destaque entre as criancas, mas do filme. Pois consegue sair de um pré-adolescente chato e birrento, para alguém que está disposto a salvar a sua mae e ainda tem um papel ( embora curto) de encontrar algumas famílias de pessoas machucadas num hospital improvisado. Mesmo com pouco tempo antes do tsunami, a direção foi eficiente em mostrar as características do casal e suas preocupações. Isso deu profundidade para entendermos o motivo de Maria ter suportado tanto e tbm de querer salvar quem podia encontrar. O grande problema do filme está em o que vai acontecer depois do tsunamis. Em filmes sobre desastres naturais, sempre esperamos o maior desastre para o final. Mas aqui nao tínhamos mais nada a esperar nesse sentido. Existindo esse esvaziamento, o filme foca no drama da família. Lógico que precisaram esquecer dos outros ( principalmente moradores locais), mas o filme trata-se de uma narrativa da protagonista Maria. Mas o esvaziamento do filme fica em apostar tudo num drama que durou mais de 1 hora e meia. E nisso, o filme se divide em: Maria morre ou não (sabemos que nao , afinal quem contaria a história toda?) E como vao encontrar os demais membros da família. Tudo isso vai ficando cansativo e os novos personagens ou elementos vao aparecendo mas nao enriquece a história que ja tinha praticamente terminado apos as ondas gigantes. Entendo que o filme tem um sentido maior no drama apos o acidente, mas ai que tá fica muito longo e cansativo. O filme ganha o coracao da maioria pelo apelo emocional e ai vai de cada um.
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