O Impossível
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4,4
2760 notas

266 Críticas do usuário

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Thamires F.
Thamires F.

133 seguidores 138 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de março de 2016
Choro " Tsunamis " sempre que vejo esse filme . A atuação do garoto Tom Holland é incrível ! Naomi Watts ( O Chamado ) também estava impecável neste filme .

Nota 10/10
Cinetrix
Cinetrix

20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2013
Clint Eastwood já havia encenado a tragédia do tsunami na Ásia, em 2004, mas o diretor mostrou apenas a força da água como coadjuvante no longa “Além da vida”. Em “O impossível”, filme que resgata a temática, amplia ainda mais os trágicos acontecimentos e eleva o impacto e a emoção para níveis astronômicos.

A estória, inspirada em fatos reais, fala de uma família Britânica que vai passar as férias em um resort na Tailândia e é surpreendida por um tsunami devastador. A onda separa o casal e filhos e, quando as águas abaixam, Maria (Naomi Watts - em grande atuação) sobrevive e começa a procura por seus parentes em meio ao caos.

“O impossível” recria a tragédia com tanta perfeição de detalhes que a sensação que temos é de que o filme foi feito no momento do acontecimento. O longa emociona em diversas camadas dramáticas ao longo da projeção e o faz muito bem, como o realismo da destruição (incluindo a espetacular cena do tsunami), a solidariedade do humilde povo tailandês, a esperança e o sofrimento dos protagonistas e, sobretudo, o clímax arrepiante.

O diretor Juan Antonio Bayona (“O Orfanato”), que faz uma obra digna de Oscar, trabalha a narrativa com ritmo tão intenso que, mesmo sabermos como tudo termina, ainda ficamos com a sensação de mistério em relação ao desfecho dos fatos, o que valoriza ainda mais o fator emocional. Outro detalhe que enriquece o drama, além da trilha sonora pontual, é o tratamento da tragédia que chega a ser perturbadoramente poético em alguns momentos, como na ‘cosmética da destruição’, nos contrastes sociais e étnicos, na solidariedade e na força de Maria que inspira o título do filme.

Ainda que fique a curiosidade de ver mais versões sobre o acontecimento para explicar as poucas pontas soltas, o longa cumpre o que promete e faz refletir sobre as dores e os papeis sociais que os grandes desastres causam nas pessoas. Impossível não ficar com olhos marejados!
Jorge F.
Jorge F.

15 seguidores 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Maldito suor que sai dos meus olhos huehue Filme emocionante. Super recomendado pra assistir em família.
André Land
André Land

8 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2014
O Impossíivel, dirigido por Antonio Bayona, narra na perspectiva da família inglesa Bennet , um dos maiores desastres naturais de todos os tempos, o tsunami que atingiu a Tailândia em 2004.
Estrelado por Naomi watts e Evan McGregor (ambos muito bem ) o longa me chamou a atenção logo no trailer.Não é fácil ter recursos orçamentais em um filme que exija isso, sendo produzido fora de lmente ele custou 45 milhões, e fez muito sucesso, faturando 4 vezes mais. Sou fã do sub-gênero Filmes-Catástrofe, por achar interessante, como as pessoas enfrentam o caos mundial/apocalipse , como elas reagem a certas situações, ao desespero, ao inevitável, de que forma isso afeta seu caráter... a visão do fim que eu mais gosto é do Lars Von-Trier em Melancholia. Aqui, Antônio Badoya, traz a impotência e a desigualdade, pelo menos foi o que causou em mim na cena final do filme, a família deixando o país em um avião isso coberto pelo plano de saúde, que levaria a Cingapura pra receber o melhor tratamento possíé chorei nessa cena, todas aquelas pessoas sem recursos sendo ''Left Behind'', como se isso coubesse ao acaso a escolha de quem merecia ser salvo pelo aviã sou uma pessoa assim, que não suporta a desigualdade, esse desfecho me marcou muito.
Tecnicamente o filme é brilhante, se o páreo não estivesse tão duro, merecia estar indicado ao Oscar de efeitos visuais, simplesmente espetacular a imersão que traz ao espectador, a cena do Tsunami beira a perfeição , bem superior ao filme do Clint Eastwood.
Após o Tsunami , naturalmente a familia se perde, porém Maria (Naomi Watts) depois de muita luta, consegue se salvar junto com seu filho Lucas , Henry (Ewan Mcregor) consegue encontrar seus outros dois. Com esse cenário estabelecido. O pai luta pra encontrar sua esposa e seu outro filho, enquando a Mãe luta pela vida, pois adquiriu graves ferimentos no incidente.
O Titulo é bem apropriado ao que acontece durante o dências de blockbuster Hollywoodiano, causam questionamentos ao aparente sensacionalismo do filme. É subjetivo, vai do que cada um es podem acontecer, por ser uma estória, eu acredito que possa ser real.
ficou bem autêntico.
Sobre a atuação da Naomi Watts, (indicada ao Oscar) ela está muito bem, não chegar a merecer o prêmio, mas ser lembrada pela academia , eu achei justo
Bruno Guimarães
Bruno Guimarães

10 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de dezembro de 2013
Foi um dos melhores filmes que eu já vi, da vontade de chorar. É incrível como eles vão uns atrás dos outros. Isso sim é família.
Cinemauniversal
Cinemauniversal

37 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de agosto de 2013
O que você enfrentaria para salvar a sua família?

O diretor espanhol Juan Antonio Bayona mostrou toda a sua pegada de segurar a narrativa e tornar o filme interessante durante vários minutos em O Orfanato (El Orfanato, 2007). Neste último ano, o diretor surpreendeu a todos com o filme que conta a história de uma família separada por um grande desastre natural. Esse longa de Bayona não só emociona, como também utiliza de artifícios super inteligentes para também fazer com que a experiência de pai, mãe e filhos se tornem a dos próprios espectadores. É uma grande aventura. Uma grande emoção.

O Impossível (Lo Imposible), título mais que sugestivo, começou a chamar a atenção bem antes de sua estreia nos cinemas. O trailer super bem feito, editado com intensas cenas do filme trazia em menos de 2 minutos todos os desafios que a família americana teria que passar, no ano de 2004 na Tailândia, atingida por uma enorme tsunami. O desastre destruiu parte da costa do país e matou milhares de pessoas, nativos e estrangeiros. Também destruiu as terras litorâneas, com a bela natureza paradisíaca, eliminando toda uma cultura local. Foi para esse lugar maravilhoso que o casal Maria e Henry, e seus três filhos Lucas, Simon e Thomas, viajaram em férias. Na noite posterior ao Natal, a família tomava banho de piscina, se divertiam jogando bola, tomavam sol. Tudo corria bem.

Em seguida a essas cenas de lazer, começa uma das mais intensas e bem realizadas sequências utilizando efeitos especiais da história do cinema. Exagero, com bastante boa vontade. Bayona comprova que usar de tecnologia a favor da construção da história pode muito bem engrandecer a perspectiva do filme. São quase 10 minutos de medo, gritos, transtorno, e emoção por ver uma família sendo separada, incorrendo a premissa que todos podem estar mortos, ou pior: que alguns podem ter morrido, e outros estarem vivos. Após o primeiro momento, mãe e filho vão em busca dos outros dois irmãos e do pai; havendo um paralelo entre a narrativa do pai e dos irmãos menores, ainda vivos. A partir disso, encontros e desencontros acontecem, emoções a flor-da-pele quando a sobrevivência é posta em jogo. Não existe a opção de viver ou morrer: tem que viver para encontrar o restante da família, e salvá-los da situação a qual estão impostos.

Nisso, o roteiro de Sergio G. Sánchez é bem redondinho. Ele constrói facilmente a história seguindo cada personagem na aventura de sobreviver a toda aquela destruição. A fome não existe, a dor não empata as duras caminhadas na floresta; o corpo dilacerado não sente exaustão. É apenas a força de vontade que move a família, agora separados. O filme é baseado, sutilmente, é claro, em fatos reais, e imaginar a encenação quando na vida real torna tudo mais interessante. E emocionante. Aliás, lágrimas tornam a cair em cenas finais e nos momentos de encontro dos pais e dos filhos. Um suspense final, em relação a vida de Maria faz parte de todo o achado psicológico criado por Bayona; genial! Nesse ponto, as atuações atmosféricas de Naomi Watts (21 Gramas), Ewan McGregor (Sentidos do Amor) e Tom Holland estruturam todo o drama. Alguns críticos dizem ser a atuação do trio, acima do filme; nego e falo que são a base dele.

Um dos quadros mais bem equipados com conceitos sobre amor e união, ganha o ano de 2012 como um dos melhores filmes da década, quando avaliado sobre sua competência em introduzir o espectador na história. Mesmo levados por uma compilação de sentimentalismos, jogados pra lá e pra cá nas reviravoltas, o leitor/espectador não tem como fugir de tudo aquilo exposto na tela. É a vida contra a morte. E a morte não pode ser aceita, tem que ser combatida com todas as forças. O Impossível não é só um filme que mostra até que ponto pode ir o amor pelos seus semelhantes, mas uma espetacular obra que trata da sobrevivência, não por si, mas pelos outros que necessitam de você. O amor que pode sobreviver mesmo diante de um dos maiores desastres naturais da história da humanidade.
tatyrukia
tatyrukia

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de fevereiro de 2013
O filme relata a trágica tsunami de 2004 que mudou a vida de milhares de pessoas, o roteiro é baseado em fatos reais, e conta a história de uma família que foi passar as férias Tailândia, e acabou presenciando um dos piores
desastres naturais da história.

A enorme onda atingiu o hotel onde se encontravam, a mãe (Naomi Watts) acabou se separando da família, e seu filho mais velho também, ela encontra o primogênito em uma grave situação, quando ele passa levado pelas águas, ela vai em direção à ele, e acaba por alcança-ló.


Daí para frente o filme se desenrola a agonia de não saber se os parentes mais próximos sobreviveram, a esperança de encontra-lós, a gravidade da situação, comoção ao ver as outras vítimas, isso é passado para o telespectador em cada cena do filme, o choque que se sente ao ver as cenas muito realistas dos acidentes de percurso que a protagonista sofre é algo que todos sentiram ao assistirem a produção cinematográfica.

A obra conta uma história que nos mantém preso do inicio ao fim, torcemos pela família, nos colocamos no lugar dos atores, sentimos cada emoção, cada dor. O filme traz em seu enredo algumas revelações, e possuí cenas de muita emoção, como o amor e a solidariedade diante de tamanha tragédia, as família desfeitas, e a busca desesperada por sobreviventes.

A atuação de Naomi Watts é muito boa, a atriz sentiu de fato o peso do personagem, o ator que faz o filho mais velho Tom Holland é uma boa surpresa no filme, pois atua muito bem. O ponto fraco do filme foi o encontro dos personagens, pois esse foi feito a partir de uma coincidência como estar no lugar certo na hora certa, e as cenas de desencontro também foram um pouco surreais, somente para causar tensão em quem assiste.

O ponto forte do filme é que a história é muito bonita, e dramática , sendo assim também muito boa! O roteiro nos faz dar mais valor a vida e as nossas famílias. Vale muito a pena separar um tempo para assistir O impossível!
Eduardo M.
Eduardo M.

9 seguidores 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de janeiro de 2015
Um filme forte sobre esperança.............................................
Xico
Xico

7 seguidores 23 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2013
Gostei muito, evitei ao máximo assistir pois não gosto de filmes catástrofes, mas as atuações estão ótimas, efeitos muito bons e a história que prende atenção do inicio ao fim!
Matheus M.
Matheus M.

9 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Um filmaço emocionante, surpreendente e impossível de se dar um pause! Assistam é muito bom e a atuação do 'Lucas' é incrível!
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