Precisamos Falar Sobre o Kevin
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4,2
1372 notas

107 Críticas do usuário

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cinetenisverde
cinetenisverde

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5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
[Precisamos Falar Sobre o Kevin](/precisamos-falar-sobre-o-kevin) aborda de maneira surpreendente e inovadora o ponto de vista não de Kevin, um menino problemático que se tornará na sua adolescência autor de uma tragédia, mas o drama de sua mãe, evocadamente chamada Eva — a que deu à luz Caim, o primeiro assassino do mundo bíblico — e interpretada por Tilda Swinton de maneira brilhante e sem qualquer reservas.
wesleyaxe
wesleyaxe

10.962 seguidores 680 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2012
Filme excelente! Uma dura crítica à responsabilidade moral, que deve ser passada de pai para filho, quando não se tem limites e nem controle, as consequências podem ser inimagináveis. Uma forte reflexão sobre a sociedade de hoje, onde o cidadão nasce em uma família.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de março de 2015
Que filme forte... uma análise de berço de um psicopata. E como o mundo ao seu redor é alterado por ele.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 15 de agosto de 2019
Um denso, cru retrato da complexidade da mente humana. Kevin é a maior representação do mal no cinema desde do Coringa de The Dark Knight. Tilda Swinton numa atuação absolutamente devastadora. We Need to Talk About Kevin é um longa que combina de maneira engenhosa drama e horror, com um visual estilizado orquestrado por uma direção original e distinta, que não se prende ao comodismo estrutural do material de origem. Ramsay não se limita a encenar o livro, tendo a coragem de transpor a história para a linguagem cinematográfica. Bem construído, com diversos simbolismos e transições eficientes. Ao invés de um retrato sem alma de um psicopata, a diretora opta por retratar sua mãe, com seus traumas e expurgos próprios, decorrentes da tragédia, enriquecendo assim a narrativa por meio de recursos próprios de cinema, como narrativa não-linear, elipses, simbolismos etc...Ezra Miller está de fato muito bem, mas nada que se sobreponha ao resto do elenco, funciona bem como fio condutor da trama(mesmo que fique claro o foco da história em Eva). É uma atuação convencional para o papel, é um tipo de psicopata que já vimos em outra ocasiões. John Rilley também merece elogios, dá o tom perfeito para o personagem. Claro, não é um filme perfeito. Comete alguns excessos visuais, como o uso do vermelho para simbolizar a dor e a culpa, por exemplo. Além da narrativa não-linear soar em certos momentos gratuita, apesar de feita de maneira bastante arrojada. Enfim fora um ou outro excesso, Precisamos Falar Sobre o Kevin é uma realização cinematográfica notável nos mais diversos sentidos.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de janeiro de 2017
“Precisamos falar sobre o Kevin” é sutil e ao mesmo tempo extremamente perverso, tratando de um tema muito tabu, ele se enrola, se acha, se confunde e se encanta, mas no final agrada. Temos aqui um roteiro que trabalha muito com a subjetividade , e ele até certo ponto sabe como lidar com isso, mas as vezes se enrola, é interessante o ponto de visão escolhido no roteiro, e muito interessante que o que era para ser o protagonista, seus dramas, angustias e pensamentos, não aparecem no filme, tal como kevin, que tem seu nome no titulo, e so aparece a primeira vez depois de 20 minutos de filme, isso parece ser algo negativo, mas tem suas qualidades. Contanto a historia de Kevin (Jasper Newell/Ezra Miller), um jovem que deste pequeno tem um mente perversa, e sem explicação carrega um ódio por sua mãe, sendo capaz de chegar até as ultimas consequências apenas para a irritar e a causar mal. Com uma bela fotografia clara e com muitos tons de azul, ela traz a sobriedade do filme, com ângulos de câmeras ousados, ele traz todo aquele mistério e subjetividade que eu comentei antes, é comum closes em bocas ou narizes, tudo é feito para instigar o telespectador, não posso dizer que sempre funciona, mas é interessante. Tilda Swinton dá toda a pinta que não vai conseguir segurar a carga dramática do filme, mas no final ela acaba segurando e surpreendendo por isso, Ezra Miller está ótimo em todas as cenas que aparece, mesmo sendo poucas, ele rouba completamente a cena, e Jasper Newell está fabulo interpretando Kevin criança, que tresjeitos maravilhosos, e ele não tem um olhar de psicopata propriamente dito, ele tem raiva em seus olhos, por incrível que pareça, é bonito de se ver. Por fim, “Precisamos falar sobre o Kevin” é um filme que fará grande parte dos seus telespectadores abandonar a seção, isso não me surpreenderia, pois Lynne Ramsay as vezes exagera ao tentar criar camadas e camadas que não existem, se perde em tentar criar subjetividade em algo simples, e arrasta seus atos para um desfecho surpreendente, mas simples em termos de ilustração- aqui a subjetividade não era preciso- e a motivação de Kevin é muito fraca. Mas de qualquer jeito, é uma ótima película que sobe tratar e falar sobre um tema tão tabu, e surpreende em alguns momentos.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de dezembro de 2016
Um denso, cru retrato da complexidade da mente humana. Kevin é a maior representação do mal no cinema desde do Coringa de The Dark Knight. Tilda Swinton numa atuação absolutamente devastadora. We Need to Talk About Kevin é um longa que combina de maneira engenhosa drama e horror, com um visual estilizado orquestrado por uma direção original e distinta, que não se prende ao comodismo estrutural do material de origem. Ramsay não se limita a encenar o livro, tendo a coragem de transpor a história para a linguagem cinematográfica. Bem construído, com diversos simbolismos e transições eficientes. Ao invés de um retrato sem alma de um psicopata, a diretora opta por retratar sua mãe, com seus traumas e expurgos próprios, decorrentes da tragédia, enriquecendo assim a narrativa por meio de recursos próprios de cinema, como narrativa não-linear, elipses, simbolismos etc...Ezra Miller está de fato muito bem, mas nada que se sobreponha ao resto do elenco, funciona bem como fio condutor da trama(mesmo que fique claro o foco da história em Eva). É uma atuação convencional para o papel, é um tipo de psicopata que já vimos em outra ocasiões. John Rilley também merece elogios, dá o tom perfeito para o personagem. Claro, não é um filme perfeito. Comete alguns excessos visuais, como o uso do vermelho para simbolizar a dor e a culpa, por exemplo. Além da narrativa não-linear soar em certos momentos gratuita, apesar de feita de maneira bastante arrojada. Enfim fora um ou outro excesso, Precisamos Falar Sobre o Kevin é uma realização cinematográfica notável nos mais diversos sentidos.
danilo s
danilo s

1.092 seguidores 293 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2024
A mente humana é bastante controversia como mostra este filme com a brilhante atuação da tilda.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de dezembro de 2024
Uma narrativa forte, porém, pode ser excessivamente estilizada em certos momentos.
"Precisamos Falar Sobre o Kevin" acompanha Eva, uma mãe que luta com a culpa e a dor após o seu filho Kevin cometer uma tragédia.
O filme é uma jornada emocional intensa, com uma direção excepcional e performances marcantes. Tilda Swinton oferece uma atuação soberba, capturando a angústia de sua personagem com uma profundidade impressionante. Ezra Miller, como o perturbador Kevin, também brilha, trazendo uma presença inquietante. A cinematografia de Lynne Ramsay é rica em simbolismo, e a estrutura não linear mantém o espectador intrigado, embora em alguns momentos o estilo visual excessivo possa ser interpretado como um artifício. A obra é provocante e, apesar de seu tom sombrio, oferece uma reflexão complexa sobre os limites da maternidade e da natureza humana.
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de abril de 2021
O filme em si é movido todo pela atuação de Tilda Swinton a protagonista e matriarca do "problema Kevin". O titulo do filme é irônico pelo fato de que é a questão principal, por que não acontece? O filme é bastante não cronológico e por isso não dá para acompanhar muito pelos eventos e cenas em si mas a grande sacada e acompanhar a experiência pessoal de Eva, com certeza uma das melhores características do filme. A situação em si assombrosa mas abordada de um ponto vista pessoal da personagem do filme. Gostei bastante, falemos, um filme não adequado para assistir numa tarde de final de semana mas conveniente para um momento de curiosidade. Choque muito mais pessoal para cada pessoa que assiste. E antes que pensem: não tem susto e cenas de sangue o ponto de vista do filme não esse. Muito bom pela experiência vale a pena assistir. A obra obviamente e trabalhada para trazer o suspense e drama que apresenta, o objetivo e esse mesmo.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 30 de abril de 2016
>Filme assistido em 28 de Abril de 2016
>Nota 9/10

É um filme que não percebemos quem é o vilão,nem o mocinho.Mesmo o título do filme tornar o garoto o principal alvo.
É um drama sensacional do começo ao fim.Com atuações primorosas de Tilda Swinton e também Ezra Miller.Não esquecendo as atuações mirins,que cria o personagem muito bem.
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