Deadpool
Média
4,5
14090 notas

493 Críticas do usuário

5
252 críticas
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50 críticas
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21 críticas
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7 críticas
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Jhonatan W.
Jhonatan W.

12 seguidores 11 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de março de 2016
Deadpool é um filme fodáástico, com belas cenas de ação, ainda o Personagem principal ( Ryan FodaNolds) dá vida ao " Super-Herói " mais foda e zueiro do Mundo! As piadas foram muito bem colocadas, a sessão toda ninguém conseguiu segurar o riso, afinal tem como não rir?! E para esses " críticos " que não gostaram do filme, seja por causa de Roteiro, seja pelo excesso de piadas e referências, simplesmente não manjam da zueira.. Querem assistir filme ameno ? Vai assistir Os Vingadores! Deadpool é boca porca mesmo e isso que fez ele mitar tanto!!! Aguardando com ansiedade a sequência.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2016
Excelente filme faz um bom tempo que não dou uma boa risada em um filme. Além de ser um filme com um humor bem divertido, tem uma ação excepcional. Elenco incrível em nenhum momento achei o filme cansativo, roteiros bem trabalhados em comedia, cortes de cenas sensacionais com uma ótima narração.
Otávio Henrique C.
Otávio Henrique C.

9 seguidores 17 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de dezembro de 2016
O filme é bem dirigido e tem um dos melhores protagonistas de 2016... Mas é só, o enredo e a comédia do filme, deixam muito a desejar.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

22 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de julho de 2024
Sem dúvida é o melhor personagem de Ryan Reynolds, é a cara dele, um nasceu literalmente para o outro, sua melhor interpretação. Deadpool é o filme de héroi que vale assistir, porque tem ação (alíás ótimas coreografias), ótimos personagens, muito divertido, trilha sonora maravilhosa e com cenas de impacto que você nem percebe. Sem dúvida um dos melhores filmes de hérois. Filme na velocidade certa, excelente.
Angelo R.
Angelo R.

11 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de março de 2016
Não consegui achar defeitos !!!!! Sai do cinema muito satisfeito e espero que façam uma segunda parte .
marco a.
marco a.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de fevereiro de 2016
O filme é show, quem está falando mal e porque nunca léu quadrinhos e muito menos quadrinhos do Deadpool. Pra mim foi a perfeição obrigado Fox.
Mike M.
Mike M.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de março de 2016
Filme foda, excelente! Vi hoje e não pude deixar de vir aqui comentar! Até que enfim fizeram um filme de super-herói que não dá sono. O famoso anti-herói com o humor negro, sínico, sem pudor, com violência. Tá na hora de parar com filminho em que o cara apanha igual um condenado e sai só com o rosto machucado! Parabéns pelos diretores e roteiristas que tiveram coragem de fazer um filme sem medo e que conquistou o tempo inteiro.
Diogo R.
Diogo R.

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2,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2016
Não gostei muito do filme. Achei piadas forcadas, humor exagerado. Gostei muito mais dos guardiões da galáxia!!!
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2022
Para quem acompanha Deadpool começando lá de trás em X-Men Origens: Wolverine vai notar um grande estranhamento em uma continuação do personagem, mas, o impulso dos fãs trouxe o personagem a vida de novo, um filme que tenta se desculpar com os fãs fanáticos. Na minha opinião fizeram um erro c... lá e aqui. Tem umas tiradas engraçadas da sacanagem do personagem mas é forçada, acho que o Ryan Reynolds não se adaptou muito nesse ciclo. Tentam colar um monte de besteira relacionado a orgia, drogas, o vilão central do filme ficou muito aquém, não é engraçado. Um filme que deveria ficar bem acima na classificação etária por conta da quantidade de coisas que Deadpool fala, algo bem inédito para filmes da série X-Men. Vamos ver a continuação.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Ei, você. É, você mesmo, que está começando a ler esta crítica agora. Lembra daquela clássica comédia oitentista Curtindo a Vida Adoidado? Nela, o estudante Ferris Bueller (personagem que marcou o auge da carreira de Matthew Broderick) conversava com a plateia durante todo o filme, que se passava em apenas um dia, no qual ele vivia momentos divertidíssimos com seus amigos. Quando olhava para a câmera e falava diretamente conosco, nos deixando a par de suas intenções, o jovem – que matou aula para poder tirar esse dia de ‘folga’ – nos colocava na condição de ‘cúmplices’ de seu ‘delito estudantil’ e, consequentemente, de suas aventuras. A última intervenção de Ferris, após os créditos finais, é antológica: “Ainda estão aí? Já acabou! Vão embora!” Esse é apenas um entre tantos exemplos de um curioso recurso narrativo chamado de quebra de quarta parede. No teatro – onde teria surgido esse conceito – teoricamente existem três 'paredes', a quarta seria justamente a que separa o palco do público. Quando um ator 'conversa' com os espectadores, ele está 'quebrando' essa parede, proporcionando com isso situações hilárias, como a descrita acima. Quem conhece o personagem Deadpool dos quadrinhos, sabe que ele 'derruba' a quarta parede o tempo todo. Ao descobrirem que o anti-herói iria protagonizar seu próprio longa, seus muitos fãs logo pensaram: "Será que no cinema ele também vai interagir conosco?" A resposta é um empolgante e entusiasmado SIM!
O longa nos apresenta, de forma não linear, a história de Wade Wilson (Ryan Reynolds), um mercenário meia-boca que descobre estar acometido de um câncer terminal. Ele resolve então aceitar uma misteriosa proposta que lhe é feita envolvendo um projeto secreto que poderá não apenas curá-lo, mas fazer dele um super-herói! Só que ele não mediu as consequências... Após ficar com o rosto e o corpo desfigurados, em virtude da tal operação (que o livrou do câncer e lhe deu um certo ‘fator de cura’), Wade passa a usar um traje de couro vermelho, e busca reencontrar seu algoz, Francis – ou Ajax, como prefere ser chamado (!) – na esperança de que o vilão (vivido por Ed Skrein) lhe devolva sua aparência normal. A maior motivação do sujeito é a sua amada Vanessa (a bela morena Morena Baccarin), para a qual quer voltar, e retomar o relacionamento feliz (e liberal) que haviam iniciado há pouco tempo. Deadpool, no fim das contas, é uma história de amor... Você não vai acreditar nessa última frase, vai?
O tom escrachado e irreverente se faz presente na projeção do início ao fim, deixando claro que se trata de um projeto inovador (e ousado). Havia o risco das piadas soarem sem graça (e algumas até são), e do humor proposto não encontrar o seu público, acostumado com os super-heróis em sua maioria austeros vistos todo ano na telona desde a virada do milênio, o que inclui a franquia mutante da Fox. Em contrapartida, o atrevimento com que a obra foi apresentada (desde os cartazes até os trailers e chamadas para TV), e o curioso detalhe da censura 16 anos (18 nos EUA), 'preparam' o espectador para o que irá ver. Nesse sentido, a campanha de marketing foi acertadíssima, vendendo o filme como uma obra repleta de humor, que esbarra no escatológico, gags infames e alfinetadas certeiras ao seu próprio universo, e à indústria que o concebeu, tudo isso temperado com sequências de ação sanguinárias e ‘colossais’, e lutas dignas dos mais violentos combates de MMA. Ou você acha que a lutadora profissional Gina Carano entrou no elenco para fazer o papel de donzela em perigo?
Contudo, o que realmente fez a diferença nessa nova proposta foi mesmo a ‘parede quebrada’ por Deadpool. Ele sabe que é um personagem de ficção, que está em um filme, e que é vivido por Reynolds, conhece até a filmografia do sujeito. Aliás, Deadpool é uma enciclopédia ambulante de Cultura Pop, despejando citações mordazes a todo momento. O anti-herói não poupa ninguém de seus comentários sarcásticos (sobra até pro Batman). Ao ouvir sobre o Professor X, ele pergunta: “James McAvoy ou Patrick Stewart? Eu sempre me confundo com essas linhas temporais!” Quanto a Wolverine... Bem, digamos que seu intérprete faz uma aparição surpresa em um momento crucial da trama! Deadpool representa, sim, mais um passo evolutivo para os filmes de super-heróis, sendo inegável a influência que deverá exercer para obras similares que virão, isso sem falar das paródias. Agora imagine a paródia de um original que já é quase uma paródia...
O ritmo frenético das tiradas do protagonista, porém, não teria surtido o mesmo efeito se o acertado elenco de apoio não correspondesse à altura da proposta. A picante relação de Wilson com a curvilínea Vanessa de Morena Baccarin, os papos de amigo com o “Fuinha” vivido por T. J. Miller (comediante com timing certo), a rivalidade com Francis levada ao extremo e as heroicas parcerias firmadas ao longo da trama, todos possuem uma ótima interação com o herói piadista, e consequentemente são ‘vítimas’ do seu ácido humor.
Ryan Reynolds, afinal, encontrou em Deadpool (bem conduzido pelo diretor estreante Tim Miller) a redenção que buscava. Sua atuação despojada e descontraída sugere a sua satisfação pessoal com o projeto, no qual se envolveu diretamente. Depois desse sucesso, o verde não é mais uma lanterna vergonhosa para ele, e sim um semáforo sinalizando caminho livre para a continuação (já confirmada) do anti-herói que se veste de vermelho-sangue, olha para a câmera e conversa com a plateia. Ah, atento leitor, e se até agora não foi mencionado aquele Deadpool equivocado, interpretado pelo mesmo Ryan Reynolds no primeiro filme solo do Wolverine, é porque ele realmente não merece menção. É pra ser esquecido mesmo, como se nunca tivesse existido...
E você, caro leitor, já foi conferir Deadpool? Ainda não? Então, corra para o cinema mais próximo – desde que você tenha mais de 16 anos – e divirta-se à beça com este personagem anárquico que não para de falar, saído dos quadrinhos da Marvel diretamente para os cinemas nesta caprichada produção da Fox. Ah, não se esqueça, é claro, da tradicionalíssima e, como não poderia deixar de ser, hilária cena pós-créditos. Alerta de Spolier: você não vai querer perder o tchau, né?!
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