Wolverine: Imortal
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4,1
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227 Críticas do usuário

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Roberto O.
Roberto O.

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3,5
Enviada em 29 de julho de 2013
Romantismo e fúria no novo filme do herói mutante

Japão, uma terra de tradições e rígidos códigos de honra, é cenário para o novo filme do herói mutante de garras afiadas da Marvel, sob as mãos do diretor James Mangold, que consegue realizar uma produção digna do padrão que têm se estabelecido desde o primeiro X-Men de 2000, e sem sombra de dúvida, muito superior ao controverso X-Men: Origens – Wolverine, se mostrando desta vez uma ótima “aventura solo do herói”.
A história busca desta vez uma aproximação maior do personagem com seu lado animalesco e sombrio, ainda que o cinema hollywoodiano não possa mostrar, em nome da censura e do faturamento, todo o potencial de ferocidade que o herói possui nos quadrinhos. O roteiro de Scott Frank e Mark Bomback, inspirado em uma famosa história das HQs, “Eu, Wolverine”, faz adaptações e concessões, é claro, e se aproxima, em alguns momentos, do clima da obra original, sem nunca atingir um nível de dramaticidade ou profundidade que pudesse causar afastamento por parte do público alvo, em sua grande maioria, a juventude. Mas os elementos básicos do personagem estão lá, mesmo que apenas superficialmente: sua fúria, seu senso de justiça, ainda que beirando a linha da moralidade, seu sentimento de inadequação e solidão provocado pelo seu fator de cura que não o permite envelhecer, e com isso, ter uma vida normal, e principalmente (a ênfase do filme), seu contraditório e improvável romance com uma fina e delicada princesa da Terra do Sol Nascente.
Wolverine: Imortal nos leva inicialmente ao Canadá onde encontramos o herói ressentido com os acontecimentos relatados em X-Men – O Confronto Final, em que se viu na obrigação moral de tirar a vida de sua amada Jean Grey, que agora o atormenta em sonhos. É quando ele conhece Yukio (Rila Fukushima) que o leva ao Japão sob o pretexto de que um velho amigo à beira da morte quer vê-lo uma vez mais e se despedir. Lá chegando, Logan revê Shingen Yashida (Hiroyuki Sanada), hoje o líder do clã Yashida, mas que na época em que o conheceu era apenas um soldado cuja vida foi salva pelo herói no momento da explosão da bomba atômica de Nagazaki. Yashida lhe oferece a mortalidade, o que, no caso de Logan, seria uma bênção, pois ele não teria mais que conviver com as dores de sempre perder as pessoas que ama ao longo dos anos. Mas Logan opta por continuar a carregar seu fardo. É quando a morte do ancião desencadeia uma intensa disputa pelo poder e controle da família, colocando seu filho, Harada (Will Yun Lee) e a Yakusa (a máfia japonesa), no encalço de Mariko, (Tao Okamoto), a neta a quem Yashida deixou toda sua herança, e por quem Wolveine se apaixona... tem início então um delicado romance. Mas algo aconteceu com o fator de cura de Logan, pois agora ele não se recupera mais tão rapidamente de seus ferimentos, o que causa uma situação inédita na vida do herói, com a qual ele terá de lidar, e um desafio a mais na hora de enfrentar seus oponentes.
Vemos no filme alguns contrastes visuais, bem retratados pela fotografia, que impressiona em alguns momentos, como no início, quando é mostrada a detonação da bomba atômica em Nagazaki e suas implicações, em uma sequência toda construída com tons amarelados, e também em uma batalha à noite quase toda permeada por sombras em conjunto com o azul escuro que ajuda a compor toda a ambientação sombria criada para a tal sequência entre o herói e outro personagem.
Os vilões, ainda que “made in Hollywood”, cumprem com seu papel. Desta vez somos apresentados à Víbora e ao Samurai de Prata, que proporcionam empolgantes sequências de ação. Destaque para o combate em cima de um trem bala, de tirar o fôlego. O elenco oriental está muito bem, e Hugh Jackman já está tão acostumado com esse personagem que faz já há 13 anos, que sua interpretação é aquela da qual já estamos acostumados, com os mesmos maneirismos, e algumas tiradas oportunamente cômicas.
Wolverine – Imortal certamente não vai desagradar nem aos fãs nem ao público em geral, e vai alimentar ainda mais as expectativas para o próximo filme “mutante” que neste exato momento está em plena fase de produção. Durante os créditos finais, a cena que você verá é importantíssima para a continuidade da saga dos mutantes no cinema. Mas essa é uma outra história, que vamos assistir em 2014, quando X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido chegar às telas.
ROBERTO OLIVEIRA
João A.
João A.

24 seguidores 48 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2013
Esperava mais do filme, achei o Origens melhor! mas é um filme muito legal!
Recomendo!
Filipe Z.
Filipe Z.

19 seguidores 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de novembro de 2013
Por mais que fisicamente o Jackman seja o Wolverine, na atuação sempre passou longe.
O filme é legal. Vale o tempo gasto, apesar de estar longe da qualidade do primeiro.
Fred O.
Fred O.

16 seguidores 26 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 6 de novembro de 2014
Fiquei bastante decepcionado, bastante mesmo.
O que o roterista Christopher McQuarrie tinha na cabeça em "apresentar" mudantes japoneses de forma tão ridícula?
Silver Samurai com a Mark alguma coisa, simplesmente horrível, ele nunca foi um robo ou se parecia com um robo nas HQs e nem nos desenhos, cade a Lady Letal?
O que foi mostrado apenas sugeria que seria ela, mas nada foi confirmado.

spoiler: Como sempre o nome do filme matou o mesmo, de onde eles tiraram imortal, sendo que ele perde o fator de cura com poucos minutos do filme? A espada do Silver Samurai corta adamantiun, mas no corpo de um humano apenas fura, kkkkkkkkkkkk

Como um filme de ação ok, é um bom filme, mas como adaptação é um lixo.
Chega a ser pior que o X-Men A primeira classe.
Adelson S.
Adelson S.

15 seguidores 7 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de agosto de 2013
Filme muito fraco, nem parece filme de Heroi ficou muito a desejar
o pior filme de heroi do Ano
Guilherme M.
Guilherme M.

14 seguidores 19 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2013
podia ser melhor... falar mais sobre o controle e menos sobre o arrependimento da morte da outra... nada haver...
Juddy K.
Juddy K.

11 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de agosto de 2013
Nossa, esperava muito mais desse filme, sinceramente me decepcionou demais. Apesar de alguns efeitos surpriendentes, pouca ação e mais história, aliás inventaram uma história totalmente sem graça. Não gostei muito do filme!
Leandro V.
Leandro V.

53 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de julho de 2013
Esqueci de digitar o código A, B, A, C, A, B, B.

Quem já jogou o saudoso Mega Drive, deve se lembrar desse código no game Mortal Kombat, ele era o principal diferencial em relação ao game do Snes, afinal após digitar esse código na tela de apresentação, você incluía o sangue no game.

E foi uma coisa que eu senti falta no filme Wolverine – Imortal, no desenho que passava na Fox há alguns anos o Wolverine só matava robôs, é claro que ali era um desenho para adolescentes e não seria inteligente da produtora aumentar a classificação de idade para uma animação que se passa na TV, mas no filme isso é muito estranho, até por que o Wolverine mata muitos humanos, mas não escorre nenhuma gota de sangue.

Mas não vou ficar fazendo mimimi por causa disso, isso não estragou o filme, na verdade eu gostei bastante, até porque deram uma boa aprofundada no Wolverine e outros personagens.

Que Canadá que nada, o Wolverine combina muito mais com o Japão e sua arte milenar, parece que ali ele se sente em casa.

Leitores das HQs irão reclamar de mudanças em relação a historia original dos gibis, mas uma coisa todos vão concordar, esse filme ficou bem melhor do que o primeiro filme solo do personagem.

Muita ação, lutas plausíveis (tirando as garras é claro) e uma história bem envolvente.

Quem gosta do personagem de adamantium vai curtir o filme, Hugh Jackman está muito mais próximo do personagem dos quadrinhos (ou dos desenhos) do que nos outros filmes.

Já quem curte os mutantes vai sentir um pouco de falta daquela enxurrada deles que costuma aparecer nos filmes da serie X-men.

Mas por falar nisso, toda hora temos uma certa lembrança aparecendo no filme que faz a ligação com os X-men.

Uma coisa que eu comecei a perceber é que muitos adoram o personagem Wolverine e seu lado sarcástico, tenho a impressão que ele é o melhor personagem do grupo de mutantes, mas ficou claro (em minha opinião) que o Wolverine é bom, mas que saudades que dá do bolachão Ciclope e sua trupe, né?

Após o final do filme eu percebi que muitas pessoas pensavam igual a mim, afinal até palmas eu ouvi dentro do cinema e infelizmente não foi por causa do filme Wolverine em si, mas sim por causa das cenas pós-créditos.

Senti algo meio que parecido ao sair do filme Homem de Ferro 3, parece que o impacto de muitos super herois juntos é muito mais forte do que eles lutando em histórias solo. Tudo bem que o Vingadores foi extremamente superior ao Homem de Ferro 3, mas tenho a impressão que isso vai acontecer com outros filmes de super heróis que estão por vir, como Thor e Capitão América.

Apenas mais um detalhe é que o sangue que não entrou nas salas de cinema, para não aumentar a censura, vai estar disponível em uma versão do diretor no Blu ray.

A minha nota para Wolverine é 7 de 10
ACN
ACN

1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 27 de julho de 2013
O filme atendeu as expectativas quanto as cenas de ação, a fotografia com belas paisagens japonesas também foi muito bem explorado. O romance que logan desenvolve com a mariko yashida, faz com que ele nem perceba do que realmente esta acontecendo, e arriscando a sua própria existência, e não mede esforços para salvar a bela jovem, concretizando belas cenas de ação ao longo do filme, ao final consegue se livrar do mal que a vibora havia lhe infectado e volta a ser o wolverine imortal. spoiler:
Daniel M.
Daniel M.

10 seguidores 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de julho de 2013
Mesmo modificando diversos elementos da narrativa original, inclusive inserindo e extraindo outros, a adaptação é uma das melhores dos últimos tempos. Entretanto, o mais importante foi preservado – o conceito essencial. Apesar de conter cenas de violência, a todo o momento há a intenção de mostrar o seu lado humano: ele se apaixona, sente culpa e remorso, cuida, só mata quando precisa – e, principalmente, deseja se tornar mortal. Embora a produção seja competente – e até as conversas entre os nativos serem no idioma local (algo, por sinal, muito interessante) –, o filme peca em alguns aspectos. O primeiro deles é uma certa banalidade: a película, a princípio, acrescenta poucos ou até nenhum elemento de fato importante à mitologia do herói na sétima arte, já que o mesmo retorna ao seu status quo ao final, o que dá a sensação de aventura pela aventura. O segundo é o tamanho, quase duas horas: nesses casos, geralmente o roteiro perde o fio da meada em alguns momentos, e o longa não consegue fugir disso e cai em clichês desnecessários, principalmente na sua última meia hora. Se terminasse no combate com o Clã das Sombras, talvez ficaria não só mais enxuto como dinâmico. E, por final, o mau aproveitamento de personagens e elementos importantes da HQ, como a deslocada Víbora, em uma péssima performance de Svetlana Khodchenkova; e o Samurai de Prata, jogado na história em uma completa imposição de barra.
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