Um filme muito bom, com um arco de história pouco conhecido das pessoas com isso praticamente os roteiristas poderias mágica, e na minha opinião foi isso que aconteceu, principalmente o wolverine perturbado desde quando matou Jean e agora achando uma nova paixão e também um cena pós crédito prometendo!!! assistam!!!
Enfim fizeram algo de bom com o personagem, se não é perfeito ao menos conseguiu resgatar a essência do heroi perdida completamente no primeiro filme, que chegou a ser blasfêmia para os fãs do "canadense". Filme bem trabalhado, o roteiro embora com alguns problemas não compromete, as explosões do primeiro filme deram lugar a um roteiro mais detalhado, sem forçar tanto as cenas de ação. O resultado final foi muito satisfatorio, e a franquia foi salva de ser engavetada. As cenas pós créditos da indicios que veremos coisas boas futuramente. Bom filme.
O maior problema de Hollywood quando se trata de adaptações em quadrinhos é subjulgar o seu público. Por ironia ou puro despretensiosismo, imaginam não ser necessário realizar um esforço digno dos seus personagens em troca da velha e batida fórmula de gerar lucros. Funciona, mas nem sempre. X-Men Origens: Wolverine é a maior prova disso. Caricato, desigual e de extrema preguiça, o longa foi um fracasso hilariante. Já Wolverine – Imortal conseguiu aprender com os erros, mas isso não o exime de falhas. E nada tem a ver com ser ou não fiel aos quadrinhos.
Baseado no arco de histórias Eu, Wolverine (um dos mais bem-sucedidos tanto em vendas quanto críticas), escritos por Chris Claremonte Frank Miller, Logan vai ao Japão para encontrar o amor na bela Mariko Yashida. Das páginas em quadrinhos, a relação de ambos é o mais presente se comparado a película.
A relação entre o mutante e a Mariko é de grande destaque, ainda se observado que certas cenas entre os dois nem parecem tratar-se de uma aventura fantástica. Os muitos personagens orientais também são bem aproveitados, e dominam a tela, algo pouco frequente na terra do Tio Sam. O diretor James Mangold consegue ser competente na maior parte dos 126 minutos, mesclando bem as empolgantes cenas de ação, romance e humor. Entretanto, fica difícil não imaginar caso Darren Aronofsky tivesse permanecido no cargo.
Conhecendo ou não os quadrinhos, o roteiro de Mark Bomback e Scott Frank deixa furos desnecessários e situações complicadas de engolir, principalmente no que diz respeito ao Samurai de Prata. Ficou previsível, enfadonho. Um pesar muito grande sobre o grande vilão. Ainda assim, para quem esperava um completo desastre e mais de Wolverine gritando e gritando (porque sangue que é bom, nada – tudo para pegar uma censura menor e abranger um público maior), o saldo termina por ser positivo.
Ao fim, Hugh Jackman está mais Wolverine do que nunca. Todavia, o “animal bestial” ainda carrega direção. É um Ronin com Mestre; Um paradoxo proporcionado há tempos e não será agora que os engravatados entenderão isso. Não enquanto o cartão de visitas dos X-Men permanecer lotando salas e mais salas .
Tudo de bom o filme... o ator.. o enredo... tudo perfeito... sou fã da marvel e suspeita. sempre gosto de seus filmes. mas esae wolwerine... esta muito perfeito. amei.
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