A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1: Críticas - Página 4
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 1
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Leandro A.
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0,5
Enviada em 7 de julho de 2013
Gosto de pensar que eu estava me guardando para este quarto Crepúsculo, para Amanhecer, com todas as suas promessas de nonsense, como se o útero arrebentado de Bella Swan fosse abrir para mim as portas desse maravilhoso fenômeno fílmico-literário, mas o fato é que eu não vi os filmes anteriores da saga por mero desinteresse.
Sempre houve curiosidade mórbida, claro, mas não era mais forte que a certeza de já ter adivinhado, mesmo sem ver os filmes, todas as obviedades da metáfora central da série, o vampirismo como alegoria da perda da virgindade. Pois eis que assisto a Amanhecer, e as constatações imediatas são duas:
1) Quando reconheço a autora da série, Stephenie Meyer, fazendo uma ponta no início do filme como convidada do casamento de Bella e Edward (o produtor Wyck Godfrey interpreta o padre), percebo que conheço Crepúsculo até demais. Não se menospreza o poder de osmose de um produto que ocupa 50% do total de salas de cinema do seu país;
2) O romantismo neoconservador da escritora é muito mais obsessivo do que eu poderia supor. Agora dá pra entender por que o Brasil tem a maior base de fãs da série fora dos EUA, num momento em que o país mais católico do mundo demonstra a extensão do seu reacionarismo... Mas voltemos ao assunto.
Não deixa de ser melancolicamente irônico que o diretor de Amanhecer seja o mesmo de Kinsey. Em seu melhor filme, Bill Condon retornava aos castiços anos 1940 para desmistificar a nossa sexualidade, na figura do "Doutor Sexo" Alfred Kinsey, e nessa comparação Amanhecer representa o absoluto retrocesso. Não é fácil ser mulher - pra saber disso não é preciso ser uma - mas ser uma mulher escrita por Stephenie Meyer é muito pior.
Principalmente porque Amanhecer, embora aparente resgatar figuras de uma certa tradição moral e religiosa (o homem forte e provedor, a mulher frágil mas fértil), na verdade está restabelecendo só os tabus associados a essas figuras.
Primeiro há a figura opressiva do macho. Edward não é "virgem" - oportunamente, o filme começa contando-nos que nos anos 1930 ele caçava mortais para se alimentar -, o que já estabelece entre ele e Bella uma hierarquia que não é somente a do imortal diante da mortal, mas também do homem experiente diante da menina casta de 18 anos. É óbvio que Bella transará, é por isso que ela e todos nós esperamos, mas Meyer e Condon trabalham essa expectativa de forma doentia. Daria pra fazer um ensaio só sobre a fixação por toras; um vampiro carrega uma tora, a casa de madeira na floresta é cercada por árvores grossas, a discussão dos lobos acontece no meio de um monte de toras..spoiler:
Na minha opiniao, o melhor filme da serie, e o unico q presta, pois ele tem uma historia, nao se foca apenas no triangulo amoroso, ele bem montado, com o casamento, cai com a lua de mel, e melhora bastante pela sua tensao, a partir q o bebe cresce na barriga na bela.Nao sei se eu recomendo, ,,as o filme é legalzinho
Diferentemente do livro, Amanhecer foi dividido em duas partes. Pode-se dizer que foi o pior da saga. Focou-se unicamente no casamento entre Bella e Edward, mostrando a lua-de-mel que ambos passaram em uma ilha particular no Rio de Janeiro. Ação mesmo só houve mesmo quando Bella fica grávida de um bebê vampiro e passa a apresentar um aspecto pálido devido à elevada perda de sangue, que alimentava em demasia o feto, sendo por isso obrigada a retornar imediatamente para Forks. O mais romântico de todos, já fez perder a graça.
Não deveria ser dividido em duas partes o final da saga, teve momentos desnecessários. Mas novamente devemos destacar a trilha sonora. Fotografia boa, imagens bonitas e belas cenas. Mas novamente muita enrolação como foi a saga inteira.
O filme confirma a má qualidade de toda a série. Um argumento idiota originário de um livro que é um lixo de literatura não podia mesmo resultar em boa coisa. Um outro roteiro mais inteligente e sendo visualizado por um diretor competente, talvez pudesse salvar do desastre, mas aqui não é o caso. Atores, roteirista e diretor fazem do parte do desastre geral.
Ótimo filme. Apartir do Eclipe a saga começou a mostrar elementos únicos na sua história. Por isso, quem quer algo diferente, vai ficar bem satisfeito com a saga e este filme.
Um filme que não tem mas o que dar. Com as atuação de chora sangue de tanto ódio, o filme não melhora, com um ritmo trágico, sem sal, e muito frio. simplesmente isso não e um filme de vampiro, Sim de MELANCOLIA.
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