O Lado Bom da Vida
Média
4,3
5461 notas

253 Críticas do usuário

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Yanko Rodrigues
Yanko Rodrigues

369 seguidores 254 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2019
O filme não é romântico e nem drama. É uma comédia sobre superação, é uma ótima historia, madura, diferente de todas essas comédias dramáticas que vi.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 7 de abril de 2019
O Lado Bom da Vida poderia desandar facilmente se tornando mais uma historinha clichê de volta por cima e redescoberta do amor. Mas o roteiro ágil cheio de sacadas perspicazes e elenco afiadíssimo transformam o longa numa experiência emocionante e prazerosa. Embora o tom nem sempre convença e o final seja piegas demais(sem falar da trilha sonora deslocada e câmera óbvia de O. Russell), Silver Linings consegue driblar suas fraquezas no geral e o saldo é de uma comédia romântica muito boa com uma bela mensagem de superação.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2019
Inspirado no livro do mesmo nome,o longa acompanha Pat Solitano Jr que devido a seu assustador comportamento no trabalho e por isso foi levado a um sanatório,depois de sair de lá ele tenta voltar a sua vida normal e retomar seu casamento e seu emprego tendo assim sua vida de volta,em um jantar com seus amigos ele conhece Tiffany uma mulher problemática como ele que pode mudar seus planos futuros.Dirigido pelo David O. Russell que tem um de seus melhores trabalhos nos entregando uma leve e divertida história de comédia dramática.O roteiro transita entre os problemas do Pat e como ele pode mudar isso além de trabalhar um pouco seu complicado relacionamento com seu pai fanático por futebol.O filme pode até não ser original,muito pelo contrário é muito previsível e tem seus clichês,mas o roteiro compensa com boas tiradas que divertem e uma história leve.As atuações em geral são boas como Bradley Cooper fazendo um personagem falastrão e desequilibrado e a Jennifer Lawrence é desequilibrada e mais feroz em suas atitudes e talvez por isso ela ganhou o contestado Oscar de melhor atriz.O Lado Bom da Vida não é original mas certamente é um ótimo passatempo.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de setembro de 2018
Um filme bonito com doses de sensacionalismo, claro que na medida certa. Temos aqui um elenco de 1° qualidade, A lenda Robert de Niro, indicado aqui, Bradley Cooper, também indicado, Jacki Weaver, indicada e a estonteante e a cima da média linda Jennifer Laurence, sendo aqui agraciada com o óscar de melhor atriz. temos ainda David O. Russell numa direção formidável, com poucos erros. O lado bom da vida é um drama pra família.
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2017
Apesar das reviravoltas vividas pelos personagens, serem interessante de se ver e acompanhar, para saber até aonde vai dar e chegar. O grande brilho deste filme é a atuação NOTÓRIA de Bradley Cooper. Merecia um Oscar.
Leandro Tavares Vasconcelos
Leandro Tavares Vasconcelos

16 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de setembro de 2016
Um ótimo filme com uma excelente atuação de Bradley Cooper e Jenifer Lawrence.Uma retratação real de vida,na qual novas oportunidades de ser feliz com outra pessoa sempre aparecem,basta estarmos dispostos a deixar o passado para trás.Gostei da participação do sumido Chris Tucker,foi uma grata surpresa.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 25 de maio de 2016
O Lado Bom da Vida | Crítica

É uma das marcas de David O. Russell (O Vencedor) dar espaço aos atores, sem grandes interferências. O Lado Bom da Vida (Silver Linings Playbook), seu novo filme, repete essas intenções, deixando rolar as fantásticas interações entre Bradley Cooper (Se Beber Não Case) e Jennifer Lawrence (Jogos Vorazes), que anda a passos largos para tornar-se a melhor atriz de sua geração em Hollywood.

O Lado Bom Da Vida é um longa que foge dos clichês narrativos, flertando com algumas facetas sobre limites dos relacionamentos e tratando de forma leve e sensível as formas diferentes que as pessoas lidam com os fins e suas próprias instabilidades mentais e sentimentais.

Pat Solatano Jr. é um homem que ficou cerca de oito meses internado em um hospital psiquiátrico diagnosticado com bipolaridade. Ele já demonstrava alguns sintomas do transtorno antes de ter uma crise de violência após encontrar sua esposa com o amante no chuveiro da sua casa. Durante esses meses, Pat assiste à tratamentos de positividade e auto-estima, além dos medicamentos que não gosta de tomar. Recém-saído da internação, o ex-professor se muda para a casa dos pais e tenta se reconciliar com sua ex-esposa, Nikki. As coisas ficam difíceis para Pat quando ele conhece Tiffany, uma garota com seus próprios problemas.

Esse filme não é de Tiffany, personagem de Lawrence, mas ela rouba a cena com uma facilidade que sua segunda indicação ao Academy Award é compreensível. Ela domina o filme. Todas as cenas em que ela aparece pertencem a ela, ela rouba a câmera para si. Mal se vê a hora de ela surgir, novamente irritando o personagem de Bradley Cooper. Ela rouba a cena até mesmo quando a divide com Robert De Niro. Tiffany é sexy. Engraçada. E um tantinho louca. Seu olhar é o pedido de socorro de uma pessoa capaz de reconhecer sua natureza destrutiva. Méritos também ao excelente trabalho de Bradley Cooper, que se mostra capaz de grandes atuações. O elenco de apoio também brilha - é reconfortante ver Robert De Niro, como o pai obsessivo-compulsivo de Pat, em sua melhor forma desde as parcerias com Scorsese, e reencontrar o desaparecido Chris Tucker, sempre hilário. A cena da aposta, em que o quarteto divide o quadro, falando todos ao mesmo tempo, é fantástica.

São cenas como Pat tentando ler toda a lista de livros que sua mulher ensina em literatura em pouco tempo e no meio da noite ficando irritado com o pessimismo de Ernest Hemingway, acordando todos na vizinhança ou quando se encontra com Tiffany em uma lanchonete onde ambos causam uma cena caótica tentando provar um para o outro que não são malucos, que fazem o espectador dar algumas risadas sobre a inconstância de ser humano.

Com uma trilha sonora de tirar o chapéu, incluindo uma cena incrível ao som de “What is And What Should Never Be”, do Led Zeppelin. “My Cherie Amour”, de Stevie Wonder, é a faixa mais importante do filme, trazendo lembranças ruins para o personagem principal. É engraçado imaginar que uma música dessas seja capaz de despertar tanta fúria em uma pessoa. E por fim, o clímax com a verdadeira cena musical de O Lado Bom da Vida evoca os momentos do independente Pequena Miss Sunshine e Tudo Acontece em Elizabeth Town. Uma ótima história, madura, diferente de todas essas comedias dramáticas/românticas. Vale muito apena acompanhar.
João Vitor Pereira
João Vitor Pereira

14 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de abril de 2018
O típico tipo de filme que me cativa muito...Personagens interessantes e que me expiram, um romance nada convencional. Baseado em livro, o que me faz gostar ainda mais. Muito bom, levarei um pedaço para minha vida com certeza!
Gasper S.
Gasper S.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de novembro de 2015
fazer um longa sobre superaçao em tom de humor eh muito ousado ao mesmo tempo fascinante! excelente filme!
ClaraFreesky
ClaraFreesky

64 seguidores 93 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de novembro de 2015
Esse é um filme que eu gosto bastante, apesar de ter uma história simples. A questão é que eu adoro simplicidade!
O enredo me atrai bastante, pois traz dois personagens com distúrbios de personalidade, ambos meio exagerados e que levam tudo ao extremo. Os dois lidam com suas vidas peculiares, e tudo fica mais interessante quando eles se conhecem.
Já li o livro e o adoro, e apesar desta adaptação cinematográfica ser bem diferente dele, também gosto muito dela. É quase como ter uma história diferente (ou até mesmo extra) com os mesmos personagens.
As atuações são o ponto alto; Bradley Cooper conseguiu manter parte da ingenuidade de Pat, e o reflexo da ótima performance de Jennifer Lawrence é o Oscar que a atriz ganhou pela mesma.
Assim, concluo dizendo que este filme me cativou bastante, assim como o livro o fez. Recomendo!
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