Média
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Sua percepção de que o filme foge do romance meloso é um dos pontos mais interessantes. *O Lado Bom da Vida* funciona justamente porque Pat e Tiffany não se aproximam como um casal perfeito: são duas pessoas quebradas, impulsivas e cheias de problemas que, quase por acaso, encontram uma na outra uma possibilidade de recomeço. O filme foi lançado em 2012, tem 122 minutos e reúne Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver e Chris Tucker. ([IMDb][1])
# O LADO BOM DA VIDA (2012)
**Título original:** *Silver Linings Playbook*
**Ano de lançamento:** 2012
**Duração:** 2h02min
**Direção:** David O. Russell
**Gêneros:** Drama, comédia dramática e romance
### PRINCIPAIS ATORES E PERSONAGENS
**Bradley Cooper** — Pat Solitano Jr.
**Jennifer Lawrence** — Tiffany Maxwell
**Robert De Niro** — Pat Solitano Sr.
**Jacki Weaver** — Dolores Solitano
**Chris Tucker** — Danny
**Anupam Kher** — Dr. Cliff Patel
**Julia Stiles** — Veronica
## ❤️ ESTÓRIA
Pat Solitano Jr. está tentando reconstruir a própria vida depois de passar um período internado em uma instituição psiquiátrica. De volta à casa dos pais, ele acredita que consegue colocar tudo novamente nos trilhos — recuperar sua antiga vida, reconquistar sua esposa e encontrar uma maneira de enxergar o lado positivo das coisas.
Só que existe um pequeno problema:
**Pat não está exatamente bem.**
E sua família também está longe de ser normal.
Seu pai, Pat Sr., vivido por Robert De Niro, possui suas próprias obsessões, superstições e manias, especialmente relacionadas ao futebol americano e às apostas. A casa dos Solitano parece funcionar em uma frequência própria, onde todo mundo tem algum problema para administrar.
É justamente nesse cenário que aparece **Tiffany**, interpretada por Jennifer Lawrence.
E aí a vida de Pat fica ainda mais complicada.
Ou talvez comece, finalmente, a melhorar.
## UMA FAMÍLIA COMPLETAMENTE DOIDA
Uma das coisas que mais gosto no filme é que praticamente ninguém ali parece completamente normal.
Pat está tentando controlar seus impulsos.
O pai vive obcecado por futebol e apostas.
A mãe tenta manter a família funcionando.
Danny aparece como aquele amigo que surge do nada e parece ainda mais deslocado que o próprio protagonista.
E então temos Tiffany.
Tiffany não chega para organizar a vida de Pat.
**Ela chega para bagunçar ainda mais.**
Kkkkkkk!
E talvez seja justamente isso que torna a relação entre os dois interessante.
Ela não é aquela personagem feminina perfeita que aparece para salvar o protagonista.
Ela também possui seus próprios problemas, suas próprias feridas e uma maneira bastante peculiar de enxergar a vida.
## PAT E TIFFANY
O romance entre Pat e Tiffany é, para mim, o grande acerto do filme.
Porque não existe aquela fórmula tradicional do:
**“Eles se conhecem → brigam → se apaixonam → tudo fica perfeito.”**
Aqui é diferente.
Eles se encontram quase por acaso.
Conversam.
Discutem.
Se provocam.
Se irritam.
Se ajudam.
E, pouco a pouco, alguma coisa começa a acontecer.
A química entre Bradley Cooper e Jennifer Lawrence é muito boa justamente porque os personagens não parecem estar procurando necessariamente um novo amor.
Eles estão tentando **sobreviver às próprias vidas**.
E, sem perceber, acabam encontrando um no outro aquilo que não estavam procurando.
## 易 O FILME É MAIS PROFUNDO DO QUE PARECE
Por trás da comédia e do romance existe uma discussão interessante sobre pessoas que tentam reconstruir suas vidas depois de perderem o controle.
Pat quer acreditar que existe um roteiro para sua vida.
Ele acredita que precisa recuperar o passado para finalmente ficar bem.
Tiffany, por outro lado, parece compreender que o passado não pode simplesmente ser apagado.
Talvez seja necessário conviver com ele.
E essa é uma das mensagens mais interessantes do filme:
**às vezes, melhorar não significa voltar a ser quem éramos.**
Significa aceitar que nunca mais seremos exatamente aquela pessoa.
## COMÉDIA SEM SER BESTA
O filme também consegue utilizar o humor de uma maneira bastante eficiente.
Não é uma comédia tradicional cheia de piadas.
Grande parte do humor nasce do comportamento dos próprios personagens.
Eles são exagerados, impulsivos, inconvenientes e, em determinados momentos, completamente absurdos.
E isso dá ao filme uma personalidade própria.
A família Solitano poderia facilmente ser insuportável.
Mas funciona porque existe humanidade por trás da loucura.
## ATUAÇÕES
Bradley Cooper surpreende.
Pat não é um personagem simples. Ele precisa demonstrar ansiedade, impulsividade, esperança, raiva e vulnerabilidade.
E Cooper consegue transmitir essa instabilidade sem transformar o personagem em uma caricatura.
Mas Jennifer Lawrence é quem rouba boa parte do filme.
**Tiffany é explosiva, engraçada, triste, sensual, agressiva e vulnerável ao mesmo tempo.**
Lawrence consegue fazer tudo isso sem perder a naturalidade.
Não é por acaso que ela recebeu o **Oscar de Melhor Atriz** pelo papel. O filme também recebeu indicações em várias categorias importantes, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Diretor, Roteiro Adaptado e Montagem.
E temos ainda **Robert De Niro**.
Aqui encontramos um De Niro diferente daquele associado aos grandes mafiosos e personagens violentos de sua carreira.
Pat Sr. é engraçado, obsessivo, supersticioso e emocionalmente complicado.
Ele consegue transformar pequenas situações em grandes acontecimentos.
E a relação entre pai e filho acrescenta uma camada familiar importante à história.
## O FUTEBOL E A FAMÍLIA
O futebol americano funciona quase como uma religião dentro daquela casa.
Pat Sr. acredita em sinais.
Acredita em probabilidades.
Acredita em rituais.
E acredita que determinadas coisas podem mudar o destino de uma partida.
Isso parece engraçado.
Mas existe uma ligação interessante com o próprio Pat.
Pai e filho estão, de certa maneira, tentando encontrar alguma forma de **controlar o imprevisível**.
Um tenta controlar o resultado dos jogos.
O outro tenta controlar o próprio destino.
E nenhum dos dois consegue completamente.
## FOTOGRAFIA E PRODUÇÃO
A direção de David O. Russell mantém o filme bastante próximo dos personagens.
Não é um romance construído apenas para mostrar cenários bonitos ou momentos perfeitos.
A câmera acompanha pessoas reais, em ambientes cotidianos, com discussões, desconfortos e situações familiares.
Isso ajuda a história a parecer mais próxima da realidade.
O filme também encontra um bom equilíbrio entre drama, humor e romance, sem deixar que um gênero domine completamente o outro.
## ❤️ O ROMANCE QUE ACONTECE POR ACASO
E talvez seja exatamente isso que mais gosto em *O Lado Bom da Vida*.
Pat não encontra Tiffany quando está procurando uma nova mulher.
Tiffany não aparece procurando um homem para completar sua vida.
Eles simplesmente se encontram.
Duas pessoas cheias de problemas.
Duas pessoas que carregam suas próprias bagagens.
Duas pessoas que, inicialmente, parecem muito mais capazes de destruir a vida uma da outra do que construir alguma coisa.
E, pouco a pouco...
**a química acontece.**
Não é um amor perfeito.
Não é um romance de conto de fadas.
É um relacionamento que nasce do caos.
E talvez seja por isso que funcione.
## 易 CONCLUSÃO
*O Lado Bom da Vida* é um romance diferente.
Não é meloso.
Não tenta transformar seus personagens em pessoas perfeitas.
Pelo contrário: mostra gente problemática, impulsiva, confusa e emocionalmente machucada tentando descobrir como continuar vivendo.
E talvez o verdadeiro romance não seja simplesmente Pat se apaixonando por Tiffany.
É **duas pessoas aprendendo a aceitar que suas vidas não precisam voltar a ser como eram para finalmente encontrarem alguma felicidade.**
O filme vai conquistando aos poucos.
Você começa assistindo pensando que está diante de mais uma comédia romântica.
Mas, conforme a história avança, percebe que o relacionamento entre Pat e Tiffany é apenas a superfície.
Por baixo existe uma história sobre família, obsessão, perda, recomeço e a dificuldade de aceitar que a vida raramente segue o roteiro que imaginamos.
Não considero um filme perfeito.
Em alguns momentos, o roteiro força um pouco determinadas situações e o excesso de personagens excêntricos pode tornar tudo exagerado.
Mas a química entre Bradley Cooper e Jennifer Lawrence sustenta muito bem a produção.
E Robert De Niro entrega um personagem que acrescenta ainda mais personalidade à família.
No final, fica uma mensagem simples, mas poderosa:
**talvez o lado bom da vida não esteja em consertar tudo. Talvez esteja em encontrar alguém capaz de enxergar beleza justamente naquilo que está quebrado.**
### ⭐ NOTA: 6,0 / 10
**Vale a pena assistir?**
**Sim.**
Principalmente para quem gosta de romances que fogem do convencional e não entregam aquela história melosa e previsível.
*O Lado Bom da Vida* não é sobre encontrar a pessoa perfeita.
É sobre encontrar alguém que consiga caminhar ao nosso lado **mesmo quando nossa vida está completamente fora do eixo.**
E, às vezes, é justamente no meio da confusão que começa a aparecer o tal **lado bom da vida**.
#OLadoBomDaVida #SilverLiningsPlaybook #BradleyCooper #JenniferLawrence #RobertDeNiro #ChrisTucker #Cinema #Filmes #CriticaDeFilmes #Filme #Romance #Drama #Comedia #CinemaAmericano #FilmesRomanticos #FilmesDeDrama #DavidORussell #PatSolitano #TiffanyMaxwell #Oscar #CinemaBrasil #FilmesQueValemAPena #CulturaPop #AmantesDoCinema
# O LADO BOM DA VIDA (2012)
**Título original:** *Silver Linings Playbook*
**Ano de lançamento:** 2012
**Duração:** 2h02min
**Direção:** David O. Russell
**Gêneros:** Drama, comédia dramática e romance
### PRINCIPAIS ATORES E PERSONAGENS
**Bradley Cooper** — Pat Solitano Jr.
**Jennifer Lawrence** — Tiffany Maxwell
**Robert De Niro** — Pat Solitano Sr.
**Jacki Weaver** — Dolores Solitano
**Chris Tucker** — Danny
**Anupam Kher** — Dr. Cliff Patel
**Julia Stiles** — Veronica
## ❤️ ESTÓRIA
Pat Solitano Jr. está tentando reconstruir a própria vida depois de passar um período internado em uma instituição psiquiátrica. De volta à casa dos pais, ele acredita que consegue colocar tudo novamente nos trilhos — recuperar sua antiga vida, reconquistar sua esposa e encontrar uma maneira de enxergar o lado positivo das coisas.
Só que existe um pequeno problema:
**Pat não está exatamente bem.**
E sua família também está longe de ser normal.
Seu pai, Pat Sr., vivido por Robert De Niro, possui suas próprias obsessões, superstições e manias, especialmente relacionadas ao futebol americano e às apostas. A casa dos Solitano parece funcionar em uma frequência própria, onde todo mundo tem algum problema para administrar.
É justamente nesse cenário que aparece **Tiffany**, interpretada por Jennifer Lawrence.
E aí a vida de Pat fica ainda mais complicada.
Ou talvez comece, finalmente, a melhorar.
## UMA FAMÍLIA COMPLETAMENTE DOIDA
Uma das coisas que mais gosto no filme é que praticamente ninguém ali parece completamente normal.
Pat está tentando controlar seus impulsos.
O pai vive obcecado por futebol e apostas.
A mãe tenta manter a família funcionando.
Danny aparece como aquele amigo que surge do nada e parece ainda mais deslocado que o próprio protagonista.
E então temos Tiffany.
Tiffany não chega para organizar a vida de Pat.
**Ela chega para bagunçar ainda mais.**
Kkkkkkk!
E talvez seja justamente isso que torna a relação entre os dois interessante.
Ela não é aquela personagem feminina perfeita que aparece para salvar o protagonista.
Ela também possui seus próprios problemas, suas próprias feridas e uma maneira bastante peculiar de enxergar a vida.
## PAT E TIFFANY
O romance entre Pat e Tiffany é, para mim, o grande acerto do filme.
Porque não existe aquela fórmula tradicional do:
**“Eles se conhecem → brigam → se apaixonam → tudo fica perfeito.”**
Aqui é diferente.
Eles se encontram quase por acaso.
Conversam.
Discutem.
Se provocam.
Se irritam.
Se ajudam.
E, pouco a pouco, alguma coisa começa a acontecer.
A química entre Bradley Cooper e Jennifer Lawrence é muito boa justamente porque os personagens não parecem estar procurando necessariamente um novo amor.
Eles estão tentando **sobreviver às próprias vidas**.
E, sem perceber, acabam encontrando um no outro aquilo que não estavam procurando.
## 易 O FILME É MAIS PROFUNDO DO QUE PARECE
Por trás da comédia e do romance existe uma discussão interessante sobre pessoas que tentam reconstruir suas vidas depois de perderem o controle.
Pat quer acreditar que existe um roteiro para sua vida.
Ele acredita que precisa recuperar o passado para finalmente ficar bem.
Tiffany, por outro lado, parece compreender que o passado não pode simplesmente ser apagado.
Talvez seja necessário conviver com ele.
E essa é uma das mensagens mais interessantes do filme:
**às vezes, melhorar não significa voltar a ser quem éramos.**
Significa aceitar que nunca mais seremos exatamente aquela pessoa.
## COMÉDIA SEM SER BESTA
O filme também consegue utilizar o humor de uma maneira bastante eficiente.
Não é uma comédia tradicional cheia de piadas.
Grande parte do humor nasce do comportamento dos próprios personagens.
Eles são exagerados, impulsivos, inconvenientes e, em determinados momentos, completamente absurdos.
E isso dá ao filme uma personalidade própria.
A família Solitano poderia facilmente ser insuportável.
Mas funciona porque existe humanidade por trás da loucura.
## ATUAÇÕES
Bradley Cooper surpreende.
Pat não é um personagem simples. Ele precisa demonstrar ansiedade, impulsividade, esperança, raiva e vulnerabilidade.
E Cooper consegue transmitir essa instabilidade sem transformar o personagem em uma caricatura.
Mas Jennifer Lawrence é quem rouba boa parte do filme.
**Tiffany é explosiva, engraçada, triste, sensual, agressiva e vulnerável ao mesmo tempo.**
Lawrence consegue fazer tudo isso sem perder a naturalidade.
Não é por acaso que ela recebeu o **Oscar de Melhor Atriz** pelo papel. O filme também recebeu indicações em várias categorias importantes, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante, Melhor Diretor, Roteiro Adaptado e Montagem.
E temos ainda **Robert De Niro**.
Aqui encontramos um De Niro diferente daquele associado aos grandes mafiosos e personagens violentos de sua carreira.
Pat Sr. é engraçado, obsessivo, supersticioso e emocionalmente complicado.
Ele consegue transformar pequenas situações em grandes acontecimentos.
E a relação entre pai e filho acrescenta uma camada familiar importante à história.
## O FUTEBOL E A FAMÍLIA
O futebol americano funciona quase como uma religião dentro daquela casa.
Pat Sr. acredita em sinais.
Acredita em probabilidades.
Acredita em rituais.
E acredita que determinadas coisas podem mudar o destino de uma partida.
Isso parece engraçado.
Mas existe uma ligação interessante com o próprio Pat.
Pai e filho estão, de certa maneira, tentando encontrar alguma forma de **controlar o imprevisível**.
Um tenta controlar o resultado dos jogos.
O outro tenta controlar o próprio destino.
E nenhum dos dois consegue completamente.
## FOTOGRAFIA E PRODUÇÃO
A direção de David O. Russell mantém o filme bastante próximo dos personagens.
Não é um romance construído apenas para mostrar cenários bonitos ou momentos perfeitos.
A câmera acompanha pessoas reais, em ambientes cotidianos, com discussões, desconfortos e situações familiares.
Isso ajuda a história a parecer mais próxima da realidade.
O filme também encontra um bom equilíbrio entre drama, humor e romance, sem deixar que um gênero domine completamente o outro.
## ❤️ O ROMANCE QUE ACONTECE POR ACASO
E talvez seja exatamente isso que mais gosto em *O Lado Bom da Vida*.
Pat não encontra Tiffany quando está procurando uma nova mulher.
Tiffany não aparece procurando um homem para completar sua vida.
Eles simplesmente se encontram.
Duas pessoas cheias de problemas.
Duas pessoas que carregam suas próprias bagagens.
Duas pessoas que, inicialmente, parecem muito mais capazes de destruir a vida uma da outra do que construir alguma coisa.
E, pouco a pouco...
**a química acontece.**
Não é um amor perfeito.
Não é um romance de conto de fadas.
É um relacionamento que nasce do caos.
E talvez seja por isso que funcione.
## 易 CONCLUSÃO
*O Lado Bom da Vida* é um romance diferente.
Não é meloso.
Não tenta transformar seus personagens em pessoas perfeitas.
Pelo contrário: mostra gente problemática, impulsiva, confusa e emocionalmente machucada tentando descobrir como continuar vivendo.
E talvez o verdadeiro romance não seja simplesmente Pat se apaixonando por Tiffany.
É **duas pessoas aprendendo a aceitar que suas vidas não precisam voltar a ser como eram para finalmente encontrarem alguma felicidade.**
O filme vai conquistando aos poucos.
Você começa assistindo pensando que está diante de mais uma comédia romântica.
Mas, conforme a história avança, percebe que o relacionamento entre Pat e Tiffany é apenas a superfície.
Por baixo existe uma história sobre família, obsessão, perda, recomeço e a dificuldade de aceitar que a vida raramente segue o roteiro que imaginamos.
Não considero um filme perfeito.
Em alguns momentos, o roteiro força um pouco determinadas situações e o excesso de personagens excêntricos pode tornar tudo exagerado.
Mas a química entre Bradley Cooper e Jennifer Lawrence sustenta muito bem a produção.
E Robert De Niro entrega um personagem que acrescenta ainda mais personalidade à família.
No final, fica uma mensagem simples, mas poderosa:
**talvez o lado bom da vida não esteja em consertar tudo. Talvez esteja em encontrar alguém capaz de enxergar beleza justamente naquilo que está quebrado.**
### ⭐ NOTA: 6,0 / 10
**Vale a pena assistir?**
**Sim.**
Principalmente para quem gosta de romances que fogem do convencional e não entregam aquela história melosa e previsível.
*O Lado Bom da Vida* não é sobre encontrar a pessoa perfeita.
É sobre encontrar alguém que consiga caminhar ao nosso lado **mesmo quando nossa vida está completamente fora do eixo.**
E, às vezes, é justamente no meio da confusão que começa a aparecer o tal **lado bom da vida**.
#OLadoBomDaVida #SilverLiningsPlaybook #BradleyCooper #JenniferLawrence #RobertDeNiro #ChrisTucker #Cinema #Filmes #CriticaDeFilmes #Filme #Romance #Drama #Comedia #CinemaAmericano #FilmesRomanticos #FilmesDeDrama #DavidORussell #PatSolitano #TiffanyMaxwell #Oscar #CinemaBrasil #FilmesQueValemAPena #CulturaPop #AmantesDoCinema
Chorei no final, e tem sido difícil me emocionar com filmes, séries, livros, etc. Toda a trama é muito legal, meio maluca, mas te prende. Apenas assista e desfrute!
Filme meio pastelão em alguns momentos, mas gostei da mensagem passada pelo filme. A história é meio mirabolante mas é intrigante.
Esse filme é muito bom e emocionante..Já assisti umas 4 vezes..Faz a gente pensar como é complexo a mente humana.
QUANDO: Em 19/12/2023 (21 Hs). Com minha esposa. Netflix.
SOBRE: Ótimas interpretações dos protagonistas Cooper e Lawrence. De Niro, Weaver e os coadjuvantes também estão bem. O roteiro se mostra "um pouco" confuso e até perdido até a entrada da Lawrence (a estrela do filme). A partir daí o filme revela sutilezas de como uma paixão pode surgir em meio "ao caos". Conseguiram abordar um assunto pesado como depressão sem que o filme se tornasse apenas pesado, com delicadeza, sensibilidade e humor.
SOBRE: Ótimas interpretações dos protagonistas Cooper e Lawrence. De Niro, Weaver e os coadjuvantes também estão bem. O roteiro se mostra "um pouco" confuso e até perdido até a entrada da Lawrence (a estrela do filme). A partir daí o filme revela sutilezas de como uma paixão pode surgir em meio "ao caos". Conseguiram abordar um assunto pesado como depressão sem que o filme se tornasse apenas pesado, com delicadeza, sensibilidade e humor.
Um filme muito bom que demonstra o verdadeiro significado do lado bom da vida, superação, desafios e recomeço. Bons atores, enredo médio e trilha sonora boa.
Filme bom para assistir na sessão da tarde. Achei a história bem fraca e muito longo, 2 duas horas de um filme que todo mundo sabe como vai terminar, e em nenhum momentos torci para o casal principal. Esperava mais por ter tido várias indicação ao Oscar. Enfim, fiquei um pouco decepcionada.
Filme mediano,que apresenta poucas boas cenas de um verdadeiro drama.
As atuações são o ponto forte,mesmo sendo exageradas na maior parte da trama.Jennifer Lawrence longe de uma apresentação digna de Oscar.
As atuações são o ponto forte,mesmo sendo exageradas na maior parte da trama.Jennifer Lawrence longe de uma apresentação digna de Oscar.
Eu acabei de ver do meio pro fim Pela "milésima" vez. Insônia bateu.
Li as críticas de quem leu o livro e depois decidiu assistir ao filme. Só digo uma coisa: na história do Cinema é da Literatura sempre foi assim. Quem lê o livro antes não costuma gostar de adaptação para a película. Quem vê o filme antes raramente tem interesse em ler o livro no qual foi baseada a história.
E tá tudo bem. Et la nave va... Sâo duas linguagens artísticas discrepantes e com apenas uma conexão entre elas: roteiristas.
Li as críticas de quem leu o livro e depois decidiu assistir ao filme. Só digo uma coisa: na história do Cinema é da Literatura sempre foi assim. Quem lê o livro antes não costuma gostar de adaptação para a película. Quem vê o filme antes raramente tem interesse em ler o livro no qual foi baseada a história.
E tá tudo bem. Et la nave va... Sâo duas linguagens artísticas discrepantes e com apenas uma conexão entre elas: roteiristas.
Filme lindo, leve, uma lição da vida inspirador, mostra que quando pensamos que tudo está perdido o amor vem para vencer. Recomendo que seja assistido por toda a família.
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