Sabe aquele filme bem gostoso de assistir? É ESSE. Bradley Cooper neste filme, atuação digna de oscar, já a Jennifer Lawrence está ótima, uma quimica perfeita com o Bradley, eu não daria o Oscar pra ela, não achei aqueeeela atuação pra se ganhar um oscar, mas é minha opnião, ela ganhou e não foi de tão ruim, visto que ela é uma das melhores atrizes da atual geração. O diretor David O Russel se mostra um competente diretor, e estou animado pra ver seu novo trabalho em American Hustle.
"O lada bom da vida" é um filme esplêndido. Ele nos mostra como o amor realmente pode mudar a vida das pessoas. Com um roteiro interessantíssimo, excelentes atuações (Laurecence, Cooper e De Niro dão um show à parte), além de uma direção acertada de David O. Russell, a adaptação homônina do livro é um dos melhores dramas de se assistir dos últimos tempos.
Escrito pelo estreante Matthew Quick, o livro Silver Linings Playbook fala sobre um relacionamento improvável entre duas pessoas de temperamentos difíceis e sobre a dificuldade em se recomeçar a vida. Pelas mãos de David O. Russell (O Vencedor), que assina roteiro e direção, sua história chega aos cinemas já cheio de expectativas, com uma trama que sai do lugar comum e um elenco de primeira composto por Jennifer Lawrence, Bradley Cooper, Robert DeNiro, Jack Weaver e Chris Tucker.
Interpretando o protagonista Pat está Bradley Cooper, ator que tem construído muito bem sua carreira, mas ainda sofre um certo preconceito, principalmente por ter se tornado famoso através da franquia Se Beber, Não Case!. O fato é que Cooper vem buscando personagens diferentes em roteiros mais profundos que possam mostrar outros lados de sua atuação, como foi o caso dos filmes Sem Limites e As Palavras e deve se repetir no futuro Serena, em que ele estrelará novamente ao lado de Jennifer Lawrence. Com Pat, ao mesmo tempo em que o ator usa de seu talento para o humor para dar um ar de leveza ao personagem, ele também consegue atingir camadas mais profundas ao mostrar um homem que não consegue se recuperar de um trauma em seu casamento e faz de tudo para voltar no tempo e fingir que nada aconteceu, mantendo o contato com sua mulher através de livros que ela usa em seu trabalho e não permitindo que sua vida prossiga por outro caminho.
Do outro lado temos Jennifer Lawrence, reconhecida pela crítica e queridinha do público desde que interpretou a protagonista de Inverno da Alma em 2010 e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz pelo trabalho, a atriz tem engatado um filme atrás do outro. Comédia, drama, ação, pequeno ou grande orçamento, a carreira da jovem atriz já é das mais variadas e ela não desaponta em nenhum papel, não à toa tem tal reconhecimento. Como Tiffany, ela apresenta de forma sutil uma viúva que faz todas as escolhas erradas e, ao contrário do novo amigo, não consegue esperar mais um segundo para que possa se refazer. Sua interpretação acerta em cheio o coração do espectador, que por sua vez reluta muito menos do que Pat em se apaixonar por ela.
Dois personagens explosivos e adoráveis, como todos nós, com seus machucados, seu passado preferível de esquecimento e suas famílias desconectadas, mas que apesar da verossimilhança que os envolve não vemos toda hora no cinema. É pelo retrato tão próximo da realidade, a criação de personagens sem exageros ou firulas e suas atuações simples – e por isso tão eficazes – que O Lado Bom da Vida se destaca entre os últimos lançamentos e tem tudo para estar entre os melhores do ano, senão o melhor.
Um dos poucos filmes de romance e drama que me prenderam a atenção do começo ao fim, atuação nota 10. Filme de Romance e Drama sem as frescuras e clichês desse tipo de filme, tem várias diferenças do livro, sim, mas não vejo problema nisso.
Assisti duas vezes a "Silver Linings Playbook" e não consigo entender como não se encantar pelo filme. Bradley nos faz acreditar piamente que é um homem que foi despedaçado quando seu mundo se ruiu sob seus pés. Jenifer ganhou um Oscar porque convenceu a todos que era mesmo uma viúva que ficou no fundo do poço depois de perder o marido por um capricho. Junte as duas atuações em uma mesma trama, tampe tudo em um ambiente onde a loucura de cada personagem é sempre questionável e filme grandes diálogos registrando tudo em 122 minutos. Essa mistura não poderia render nada menos que um "playbook" e uma vontade grande de ver o lado bom da vida. Eu fico pensando o que seria de mim no lugar de Pat e imaginando o que sentiria ao conhecer uma Tiffany. É um filme que fala de redenção, de reconstrução, algo tipo fênix mesmo. É um tiro de luz numa imensidão sombria que a vida pode criar para nós. É empolgante ver o que eles puderam fazer juntos e o quanto é importante conhecer o fundo para poder ajudar alguém a sair do poço. Ver pessoas conversando sobre qual tarja preta tomam é cômico, mas assustador, já que está se tornando comum dormir com um remedinho ou usar comprimidinhos para relaxar. O uso de drogas de qualquer calibre está aumentando enquanto a loucura se torna cada vez mais presente entre nós. Quem está louco e quem está são? Não se permita bloquear esta pergunta enquanto assistir "O Lado Bom da Vida" na melhor qualidade que puder e com o áudio original, claro (a dublagem atrapalha demais, e a legenda pode ajudar nas cenas que não conseguir entender tudo).
Assisti agora o filme O lado bom da vida. Gente, é maravilhoso! Trata-se de um rapaz bipolar que viu sua esposa o traindo e teve um surto. Passou um tempo num hospital psiquiátrico e qdo sai quer reatar sua esposa. Mas ele está proibido de encontrá-la. Nesse ínterim conhece uma moça viúva que se apaixona por ele. É um drama/romance muito bonito.
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