Esquadrão Suicida
Média
3,3
10230 notas

400 Críticas do usuário

5
92 críticas
4
77 críticas
3
88 críticas
2
90 críticas
1
34 críticas
0
19 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Dennys R
Dennys R

45 seguidores 198 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de julho de 2021
Resolvi assistir, já que está para sair a parte 2.
Oq posso dizer? Talvez na época de lançamento em que o filme estava muito ''hypado'', o publico superestimou demais e ao receber menos do que se esperava, gerou sentimento de frustração e resultou em criticas exageradas...Essa é a única explicação para o filme ter uma avaliação tão ruim.
Mas como espectador vendo hoje, achei um bom filme, boas cenas de ação e grande atuação da Margot Robbie.
Acredito que foi a partir de Esquadrão Suicida que a DC descobriu um ótimo equilíbrio entre humor, emoção e seriedade.
Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 16 de agosto de 2016
Apesar de possuir bons personagens e interpretações seguras e agradáveis do Will Smith(Pistoleiro) e Margot Robbie(Arlequina),o filme foi fraco no desenvolvimento do seu roteiro com um vilão que não foi satisfatório,o ritmo da trama foi inconstante e malfeito.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de novembro de 2016
Um filme apenas divertido. Esse é mais um filme feito para Will Smith, na trama ele não tem superpoderes mas é o líder do grupo. O filme é fraco, a direção é fraca o roteiro previsível e o enredo feito para agradar os jovens e um montão de cenas clichês.
Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de setembro de 2016
Assisti na estreia esse filme em uma sala vip maravilhosa, com uma companhia perfeita e isso valeu mais a pena que o próprio filme, o filme é cheio de altos e baixos e quem leva o filme nas costas é Will Smith e Margot Robbie, o Coringa nem aparece tanto, o vilão é quem menos se espera, enfim não valeu tudo que os trailers mostravam
Francisco F.
Francisco F.

121 seguidores 181 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de março de 2019
O filme deveria servir para agregar outras temáticas da DC Comics como A.R.G.U.S e Batman. Porém foi muito confuso e com violência gratuita. As cenas de ação também decepcionaram. Para os fãs de filmes de heróis, filme apenas regular. Para os que raramente assistem esse tipo de filme, não se aventure neste.
Renan S.
Renan S.

112 seguidores 124 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de agosto de 2016
Esquadrão Suicida falha justamente onde angariou tantas expectativas. A dinâmica dos trailers apresentados não só não se faz presente durante o filme, como vende uma ideia completamente diferente ao que é o resultado final.

Seu maior deslize é, no entanto, justamente em tentar ser aquilo que foi vendido, o que é perceptível na maneira destoante do tom das cenas e na própria montagem do filme, que parece assumir diversas facetas que não lhe pertencem.

Escondido ali deve haver algum bom filme do Esquadrão Suicida, contudo, o que nos resta é uma piada de mau gosto, um filme com medo de arriscar, preocupado com o alheio e desatento ao próprio desastre.
Leandro M.
Leandro M.

49 seguidores 79 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de agosto de 2016
Achei o filme razoável apenas. A arlequina e pistoleiro estão bem e proporcionam bons momentos. O coringa não está mal também, apesar das péssimas críticas. Achei escuro e confusas algumas cenas de ação.
Mas pelo menos quanto a mim, cansei de ver filme com alguma força extraterrestre fazendo algum tipo de energia voar para os céus e que vai destruir o mundo todo, até que obviamente os mocinhos vão vencê-lo. Já cansou...Não achei também a bruxa ruim. Não sei porque implicaram com ela. Espero que liga da justiça use outro mote.
Caroline C.
Caroline C.

34 seguidores 67 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de novembro de 2018
O filme estava condizente com o trailer, até que de repente surge uma bruxa, infantilizando a história. A única coisa que salva são as cenas contracenadas pelo casal Arlequina e o Coringa.

https://jovemedivertida.com/2016/09/01/esquadrao-suicida/
Srta Green
Srta Green

32 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de agosto de 2016
Fui na estreia assistir e não me decepcionei...
achei o filme muito bom! Resumidamente, achei o filme fod*!
O roteiro está um pouco corrido, mas acho que foi necessário não se alongar tanto na apresentação dos personagens e partir para a ação.
Arlequina realmente rouba a cena total do filme! Margot está divando demais nesse papel.. simplesmente perfeita!
Will Smith é o outro ponto positivo no elenco... ele entrega uma boa atuação e convence quando seus talentos são exigidos.
Mas o ponto mais alto do elenco é Viola Davis... ela está simplesmente maravilhosa...em meio a tantos fortoes, vilões e loucos ela é a personagem mais bem construída e que rege e controla todos esses loucos personagens... sem contar que ela está aí para provar que a mulher não precisa ser alta, magra, loira, jovem, gostosa e branca para ser poderosa.
Agora vamos falar do Coringa... sem comparações com os Coringas anteriores (Nicholson e Ledger), pois acredito que cada um deu o seu ponto de vista ao personagem... aqui estamos diante de um Coringa extremamente caricato, insano e muito próximo da figura de um palhaço... e acreditem, isso não é ruim... lembra e muito o Coringa das HQs e das animações do Batman... achei positiva a atuação de Jared... e achei o Coringa satisfatório... talvez não seja inesquecível, mas é um bom Coringa!
Os pontos fracos do filme ficam com Cara Delevigne, que é uma atriz extremamente fraca, sem expressões e que deixa muito a desejar... erro total na escolha de uma personagem tão importante para o filme... acho que o excesso de personagens tbm acabam por sub aproveitar alguns talentos... mas isso sempre acontece em filmes com esse número de personagens!
De forma geral o filme é muito bom, com boas cenas de ação, bons efeitos especiais, bons diálogos e um bom ritmo na condução da trama... a Trilha sonora tbm é um ponto positivo!
ah e a cena no meio dos crédito finais é interessante e reveladora para o destino que a DC irá tomar!
Nota 9/10!
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de agosto de 2016
Filme com vilões da DC seria até divertido, se fizesse sentido.
Após as reações negativas a Batman Vs Superman – A Origem da Justiça, a atitude dos executivos da Warner, como sabemos, foi imediata: mudar o que estava sendo feito em Esquadrão Suicida, o filme que daria o passo seguinte na continuidade do Universo Estendido DC. Quase posso ouvir os produtores dizendo: “Não gostaram do tom sério que propusemos naquele outro longa? Preferem algo mais engraçadinho? Então, tomem!” É evidente que muito material mais denso ficou de fora dessa montagem final. A adição de filmagens de última hora para acrescentar humor, contudo, parece não ter sido suficiente para que atingissem o resultado almejado. Resta a dúvida: como teria ficado essa produção em sua concepção original? Talvez jamais saibamos. Da forma como está, Esquadrão Suicida se mostra um filme divertido até certo ponto, quando suas intempéries vêm à tona.

O longa que nos traz o time de ‘super-vilões’ organizado pela durona agente do governo Amanda Waller (Viola Davis, em uma ótima interpretação, mais ameaçadora do que a de todos os membros do Esquadrão juntos) e conduzido, em campo, pelo Coronel Rick Flag (Joel Kinnaman, o Robocop de José Padilha) foi nitidamente picotado, mexido e remexido na edição, na tentativa de se encontrar com o seu público antenado. Para começar, como apresentar, em menos de meia-hora, uma dezena de personagens? Simples, com muito Rock Pop e letras garrafais, coloridas e animadas invadindo a tela para nos dar um falso entusiasmo com essa profusão de (belas) canções e cores que disfarçam a pressa do roteiro em se livrar das apresentações e partir para a ação, pulando de um problema a outro. A ação problemática, portanto, consiste na ‘equipe’ perambulando pelas ruas da fictícia Midway City em busca do que fazer, se esbarrando vez por outra com os patéticos capangas da misteriosa ‘grande ameaça mística’ que foram chamados para combater e, por fim, inevitavelmente, se deparando com a própria no desfecho. Confrontos medianos, em meio à costumeira pirotecnia, preenchem o ato final, em um roteiro desconexo, escrito às pressas pelo também diretor David Ayer (de Corações de Ferro), e que não sabemos se foi melhorado ou piorado ainda mais pelas interferências dos engravatados motivadas pelas apostas de lucro do estúdio.

Como era de se esperar, o longa se concentra em alguns personagens mais do que em outros, e é natural que seja assim em uma ‘trama’ que aglomere uma dúzia deles. Este é um dos (poucos) quesitos nos quais acertaram, ao darem maior espaço ao Pistoleiro de Will Smith e à Arlequina de Margot Robbie. Ele confere certa seriedade e carisma a seu vilão não tão mal assim, enquanto que ela imprime muita simpatia, humor (quase) sempre bem colocado e um comportamento ingenuamente louco. E loucura imediatamente nos faz lembrar… do mais famoso, mais icônico, mais cultuado e mais assustadoramente antagônico vilão não só dos quadrinhos, mas também de toda a história do cinema. O que só aumenta nossa decepção ao ver em cena o Coringa de Jared Leto. Não bastassem a caracterização e a interpretação inadequadas, as intervenções do vilão durante o longa – condicionadas unicamente à sua relação com a Arlequina – o tornam praticamente um penetra na trama principal, da qual ele não faz parte, além de comprometerem ainda mais a fluidez da já frágil narrativa. Repare que, sempre que ele entra em cena, pensamos que vai fazer algo insanamente psicótico, quando, na verdade, não faz quase nada… Muito desse desapontamento se deve ao nível de admiração que o vilão (merecidamente) ganhou ao longo dos anos. As perguntas que mais se ouviam sobre este filme eram: “Como será o novo Coringa? O que ele vai aprontar dessa vez?” Logo, é lamentável que o que se veja na tela tenha ficado tão aquém do esperado, com o maior vilão do Batman reduzido apenas a uma muleta para a trama da Arlequina, em uma releitura nem um pouco inspirada do Palhaço do Crime. O Coringa não serve para ser coadjuvante!

Outras figuras se mostram até interessantes, como o meta-humano El Diablo (Jay Hernandez), receoso em usar todo o potencial de seu poder de fogo (literalmente), o Capitão Bumerangue (Jai Courtney), com visual à la Dentes de Sabre (notou a semelhança?) e bom timing cômico, e o monstruoso (no bom sentido) Crocodilo (Adewale Akinnuoye-Agbaje) com uma pesada, porém competente, maquiagem. Quanto aos demais personagens do ‘núcleo central’, Amarra, Katana e, principalmente, Magia, digamos que são… risíveis (no mau sentido). Em meio a tiroteios triviais e perseguições preguiçosas, há, ao menos, a curiosa participação do Batman/Bruce Wayne (Ben Affleck), com direito até a uma cena ‘governamental’ no melhor estilo Nick Fury! Há ainda um outro herói que, se você se distrair por um instante, poderá perder a sua participação, tamanha é a rapidez com que aparece, como num Flash! Ah, e contradizendo seus próprios ‘princípios’, a DC resolveu aderir de vez às tão populares cenas pós-créditos, adicionando uma nesta produção pela qual o público aguardava com enorme expectativa, potencializada pelos ótimos trailers recheados de belas canções desde o primeiro, com o acréscimo de cores gritantes e bom humor nos últimos. O departamento de marketing fez a sua parte. É uma pena, portanto, que, no fim dessa espera, tenhamos assistido a mais um longa irregular na proposta da DC de ir adiante com seu Universo Estendido nos cinemas. A inclusão de cenas mais engraçadas no lugar de outras mais sérias e a escolha por uma identidade visual mais Pop, neste caso, não bastaram. Faltaram alguns itens essenciais para todo bom filme: roteiro e edição. A impressão que dá é que, em certo momento, ele também ficou sem direção (nos dois sentidos).

Os próximos projetos da DC estão aí, para ganharem as telonas no ano que vem, Mulher-Maravilha e Liga da Justiça, cuja pressão para fazerem sucesso só irá aumentar, para desespero crescente dos executivos. Mas, tenhamos calma, a Warner/DC ainda está arrumando a casa. Se uma dose de ‘marvelização’ fizer bem às produções da sua maior concorrente, por que não? Se a ideia inicial de realizar longas-metragens com toda uma ambientação dark não deu muito certo, então, que eles fiquem mais leves! Depois de Batman Vs Superman, ficou evidente o que o público quer ver em filmes de super-heróis, além, é claro, de uma boa história: eles precisam ser divertidos. O humor que faltou em BvS está em Esquadrão Suicida que, por sua vez, carece de coerência. Fica a nossa torcida para que a DC consiga, afinal, se acertar, que eles cheguem lá, e conquistem o merecido sucesso.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa