O Amante da Rainha
Média
4,1
211 notas

25 Críticas do usuário

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Mateus F.
Mateus F.

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5,0
Enviada em 19 de setembro de 2013
Gosta de História? Iluminismo? Romance? Loucura? Escolheste o filme certo Alvin! Ficaria um tanto orgulhado se meu país ousasse fazer filmes tão belos esteticamente como esse.
Eduardo P.
Eduardo P.

84 seguidores 98 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de março de 2013
Um drama histórico extremamente convencional. Destaque para o trio de atores (em especial, Mikkel Boe Folsgaard) e as passagens sobre o iluminismo na Dinamarca. Belos figurinos, fotografia bem construida e direção de arte digna. Enfim, um filme competente, mas que não é grande coisa ou acrescenta muito do que agente já sabia do que era realeza e iluminismo; personagens estereotipados e obviedades narrativas soterram tudo, o deixando bastante óbvio, mas é história real, então, apesar desse fato irritar, não é exatamente um demérito.
Taiani M.
Taiani M.

39 seguidores 17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de dezembro de 2012
Como é bom se deparar com um belo drama histórico em pleno 2012. Esse gênero tão odiado e engessado, que quando rende é capaz de gerar obras de excelência como esta. Poucas vezes vi um filme conjugar tão bem política, amor, poder, História e cinema. A fórmula? História real desconhecida e empolgante + fotografia e direção de arte impecáveis + direção correta + roteiro equilibrado + um trio de protagonistas inacreditavelmente perfeito (Mads Mikkelsen já é veterano, mas os jovens Mikkel Boe Følsgaard e, pricipalmente, Alicia Vikander são grandes revelações. O amadurecimento da rainha é algo que palavras não podem descrever) + coadjuvantes de luxo, como Trine Dyrholm. É um filme tecnicamente perfeito que consegue também comover. Uma história que começa com o fim já declarado e ainda assim provoca tensão. Um deslumbrante épico fora do eixo Inglaterra-França-EUA.
Neto S.
Neto S.

30.588 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de abril de 2014
Século XVIII. Caroline Mathilde (Alicia Vikander) é uma jovem britânica que se torna rainha da Dinamarca após se casar com o insano rei Christian VII (Mikkel Boe Folsgaard). Em viagem pela Europa, a saúde mental do monarca piora a cada dia e um acompanhamento médico torna-se necessário. O alemão Johann Struensee (Mads Mikkelsen) é escolhido e rapidamente conquista a confiança do rei, tornando-se seu confidente e principal conselheiro. Promovido a médico da corte, Struensee também se aproxima cada vez mais de Caroline. Aproveitando-se da fragilidade de Christian, os dois assumem o poder do país e iniciam uma surpreendente reforma de inspiração iluminista. Bom filme de romance , com um história interessante , recomendo nota 8.0
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de julho de 2013
Produção dinamarquesa, candidata ao Oscar 2013 na categoria de filme estrangeiro, faz com que participemos de uma Dinamarca a beira do Iluminismo, mas que acaba nos levando para um filme de época com um desenvolvimento muito semelhante a muitos que já assistimos.
Dirigido por Nikolaj Arcel o filme se passa no século XVIII em que Caroline Mathilde (Alicia Vikander), uma inglesa, está prestes a se tornar rainha na Dinamarca ao se casar com o rei Cristiano VII (Mikkel Boe Folsgaard). Porém a corte dinamarquesa acha que ele está ficando louco e para isso um médico deve acompanhá-lo em seu dia-a-dia. A escolha recai sobre Johann Friedrich Struensee (Mads Mikkelsen), médico alemão que tem idéias iluministas.
Com frases que buscam nos dizer algo como: “Não roube a minha luz!” de Cristiano para Mathilde. Ou “Os homens têm estranha capacidade de ignorar a razão com mulheres bonitas” de um amigo de Struensee para ele. Essas frases podem dizer muito em relação ao filme, mas perdem qualquer impacto, pois desde o início sabemos como a história vai se desenvolver. Assim, como o próprio nome do filme diz e como a nossa narradora conta, já se sabe praticamente tudo a respeito do filme. Só seremos testemunhas da história. E apesar de ainda sim ficarmos um pouco com receio do que está por vir, sabemos de cor o que acontecerá. Usam-se os mesmos clichês de filmes de pessoas que por suas idéias inovadoras terão que enfrentar uma oposição implacável.
Como em toda produção de época os figurinos são bons e nos remete a época. Mais uma vez um filme de época mostra o poderio da igreja em associação à classe burguesa. Como ela massacra todos que estão à frente de seus interesses (é difícil ter um filme de época em que alguém tem idéias de vanguarda e que a Igreja não seja uma das vilãs).
Por fim temos um filme que por tratar da história não tem como fugir muito daqueles clichês do gênero, mas que poderia tentar ter menos clichês. Por exemplo, no final, aposto que todos já viram uma cena semelhante. Ainda sim um filme que nos prende e nos envolve, mas que cinematograficamente não tem muito a acrescentar.
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de março de 2013
Indicação mais do que merecida ao Oscar, O Amante da Rainha é um filme poderoso. Principalmente, por contar uma história real, de forma crua e, acima de tudo, cruel.

O drama retratado é bastante complexo, e a forma com que Carolina vai se envolvendo, ou melhor, se deixando envolver por Struensee é magistral. Aliás, aqui, cabe elogiar os aspectos técnicos do filme que beiram a perfeição. A reconstituição da época é tamanha que a imersão no filme chega a ser inevitável. Desde cenários, figurinos e até trilha-sonora, tudo está milimetricamente calculado para transportar para o período histórico em questão, e faz bem. Algumas escolhas que Nikolaj Arcel faz ao dirigir o longa também são muito felizes, sempre se distanciando dos personagens, mas nunca perdendo a carga emocional existente ali. E não tem como não se elogiar a montagem, que faz a união, por diversas vezes, de duas situações ocorrendo em locais diferentes (como por exemplo quando Caroline se vê obrigada a se deitar com Christian e Struensee sabe disso).

Muito bem pensada também a ideia de iniciar o filme com planos longos, claros e iluminados, quando tudo estava bem, e ao longo da narrativa, quando o caos começa a ser instaurado, tudo escurecer, dando lugar às cores frias, um ambiente escuro e roupas mais discretas.

Os protagonistas estão competentíssimos, Alicia Vikander tem cenas de se aplaudir, mas quem se destaca mesmo é Mikkel Boe Følsgaard na pele do rei maluco. Nunca, jamais, em tempo algum deixando a atuação cair na caricatura, ele constrói um personagem cheio de desmotivações e muito frágil com bastante sutileza.

Talvez, o problema com O Amante da Rainha, que chegou a me incomodar em alguns momentos, tenha a ver com o desenvolvimento da história, e a forma com que seus personagens se colocam dentro dos conflitos. Dr. Johann Struensee por exemplo, está sempre ali no limite da coerência. Não chega a cair no blefe, mas em diversas passagens ensaia uma derrapada. Pelo menos é mantida a ambiguidade em sua personalidade, e é interessante que não haja um olhar completamente positivo em cima de suas ideias iluministas. Um ponto positivo e tanto do filme é mostrar que os ideais podem ser bons, mas se mal aplicados, a coisa pode ficar bem pior do que estava antes.

Enquanto isso, Carolina cai, literalmente, na coerência. Ela passa por mudanças de humor ao longo do filme, que, sinceramente, só poderiam acontecer com uma pessoa bipolar. Da frieza à incapacidade de controlar os seus atos (ao, por exemplo, dar um tapa na cara de Christian e proibi-lo de ver a filha... oi?), passando pela melancolia excessiva ou impulsividade. E é uma pena que o roteiro não sustente uma linha narrativa decente, mesmo que tente a todo custo retomar os momentos iniciais em suas cenas finais... E que cenas finais!!!

A impressão que fica é que O Amante da Rainha poderia ser uma obra-prima, e, infelizmente, perdeu essa chance. Mas não deixou de ser um grande filme. A última cena, esperançosa e muito bem fotografada (assim como TODO o filme, e diga-se de passagem) passa uma mensagem. E a humanidade nas figuras do filme, do inicio ao fim, prevalecem, apesar das pressões em torno. Mensagem essa, necessária. Cabe a cada um interpretá-la à sua maneira.
Scand W
Scand W

6 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2013
Um grandioso filme de época. Muito bem feito e com grandes atuações.
Mais que recomendado, um valor histórico obrigatório.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.297 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de setembro de 2021
Mads Mikkelsen e Alicia Vikander dão um show de interpretação, inclusive mereciam ambos terem sidos indicados ao óscar, mas.... A academia ne... Temos aqui filme bonito, com uma fotografia lindíssima e bons diálogos, mas seu desenvolvimento se enfraquece em certos momentos e atrapalha seu ritimo.
Isis Lourenço
Isis Lourenço

7.622 seguidores 772 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 7 de abril de 2020
Esperava mais pelas críticas que vi,gosto de filmes de época,mas esse por ser baseado em fatos reais e ter 2 horas de duração, achei meio tedioso em algumas partes.
As paisagens,a fotografia e o figurino são impecáveis.
A atuação de Christian é ótima,o melhor do trio,fiquei passada que ele era excêntrico desse jeito e até gostei da sua insanidade,pois ele era um maluco do bem.
Como sempre,o baile de máscaras e as danças são o ponto alto.
O final achei meio decepcionante e parecido com outros filmes desse gênero.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de fevereiro de 2025
Gostei. Um pouco longo e lento como todo drama exige, mas a história é boa e o final bem triste. Boas atuações em um cunho histórico interessante. As locações e figurinos são um deslumbre. Vale a pena conferir.
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