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A Origem é o meu favorito absoluto. Há filmes que a gente assiste como quem acompanha uma história, e há filmes que a gente atravessa como quem desce alguns andares dentro de si. Toda vez que volto a este, desço mais um.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Cobb sabe entrar na mente de qualquer pessoa. Só não consegue sair da própria culpa. É nesse ponto que a ficção científica vira espelho.
Porque todo mundo constrói sonhos para sobreviver. A gente chama de rotina, de trabalho, de controle, de força, de já passou. Mas nem tudo que passou foi embora. Algumas dores continuam morando em quartos fechados. Algumas perdas seguem mobiliando a casa interna. E o que não é elaborado sempre encontra um jeito de invadir a arquitetura.
Mal não é só a lembrança de uma esposa. É a dor que ganhou corpo, o luto que não achou linguagem, a culpa que aprendeu a usar a voz de quem a gente ama.
O que mais me pega é a distância entre inteligência e inteireza. Cobb é brilhante. Constrói cidades que se dobram sobre si mesmas, corredores que giram, mundos com regras próprias. Mas não está inteiro, e quando alguém não está inteiro até o talento começa a servir à fuga. Genialidade sem reconciliação interna pode construir prisões muito eficientes.
Todo mundo sai da sessão discutindo o pião. Eu saí pensando no instante em que ele para de olhar para o pião. Talvez a pergunta nunca tenha sido se aquilo era real. Há uma diferença enorme entre provar a realidade e habitar a vida.
Na análise completa eu desço pelos andares dessa culpa. O que Cobb precisa dizer a Mal para separar amor de aprisionamento. Por que culpa não é prova de amor. E qual é, afinal, a origem de que o título fala.
Qual é o labirinto que você ainda chama de casa?
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Cobb sabe entrar na mente de qualquer pessoa. Só não consegue sair da própria culpa. É nesse ponto que a ficção científica vira espelho.
Porque todo mundo constrói sonhos para sobreviver. A gente chama de rotina, de trabalho, de controle, de força, de já passou. Mas nem tudo que passou foi embora. Algumas dores continuam morando em quartos fechados. Algumas perdas seguem mobiliando a casa interna. E o que não é elaborado sempre encontra um jeito de invadir a arquitetura.
Mal não é só a lembrança de uma esposa. É a dor que ganhou corpo, o luto que não achou linguagem, a culpa que aprendeu a usar a voz de quem a gente ama.
O que mais me pega é a distância entre inteligência e inteireza. Cobb é brilhante. Constrói cidades que se dobram sobre si mesmas, corredores que giram, mundos com regras próprias. Mas não está inteiro, e quando alguém não está inteiro até o talento começa a servir à fuga. Genialidade sem reconciliação interna pode construir prisões muito eficientes.
Todo mundo sai da sessão discutindo o pião. Eu saí pensando no instante em que ele para de olhar para o pião. Talvez a pergunta nunca tenha sido se aquilo era real. Há uma diferença enorme entre provar a realidade e habitar a vida.
Na análise completa eu desço pelos andares dessa culpa. O que Cobb precisa dizer a Mal para separar amor de aprisionamento. Por que culpa não é prova de amor. E qual é, afinal, a origem de que o título fala.
Qual é o labirinto que você ainda chama de casa?
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada.
⭐⭐⭐⭐⭐
Um filme excepcional para quem o entende, pois o mesmo vai muito além de sonhos.
Com uma história complexa, cheia de drama que se desenrolam do decorrer do filme. E um final surpreendente.
Um filme excepcional para quem o entende, pois o mesmo vai muito além de sonhos.
Com uma história complexa, cheia de drama que se desenrolam do decorrer do filme. E um final surpreendente.
Pra mim é um dos melhores filmes de ação que existe, principalmente pelo fato explorar a questão dos sonhos, a questão de um sonho dentro do outro, muito interessante, pena que não teve continuação
Um filme bem complexo, mas se tratando de Christopher Nolan na direção não podia ser algo diferente huahuaha pra quem gosta de pensar muito enquanto está assistindo um filme irá gostar, porém pra quem só quer ver algo leve pra passar o tempo está lascado.
Nolan é nerd do cinema, trata assuntos muito doidos nas obras dele.
Nolan é nerd do cinema, trata assuntos muito doidos nas obras dele.
Filmaço! Um dos melhores de Christopher Nolan, com uma ideia genial de filme. Com ótimas atuações e DiCaprio arrebentando. Recomendo!
É um filme que apesar do contexto de suspense e espiritualidade nos faz questionar uma série de falhas que pensamos ser defeito de continuidade até que vem o final tchan tchan tchannnn.
spoiler:
Uma história bem diferente do que imaginei que seria, me surpreendeu positivamente, um filme muito bem planejado e executado
eu sou simpático
spoiler:
spoiler:
spoiler:
spoiler:
[spoi[s
spoiler:
spoiler:
spoiler:
[spoi[s
filmao! nolan é brincadeira! te pren#e do inicio ao fim....e depois do fim tu fica pensando no filme e organizando as coisas na cabeça! top
Melhor filme da minha vida. Eu amo esse filme. Direção e trilha sonora do Nolan e Hans Zimmer espetacular. A cena final é uma dos melhores finais já feito. NOta 10
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