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Camilinha
3 críticas
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5,0
Enviada em 18 de janeiro de 2013
Excelente filme.
É triste sair do cinema e perceber que noventa por cento das pessoas entenderam o filme, é triste ver que ninguém entendeu uma, apenas uma mensagem das milésimas que foram transmitidas em apenas um filme.
Histórias distintas porém muito bem amarradas e o que falar quanto todas as mensagens passadas?
Eu vi ali, abordagem sobre inversão de valores, a luta pelo seu ideal, a religiosidade sendo desmistificada e tantas outras...
Outra coisa impagável no filme foram as frases... Frases fortes e muito bem colocadas...
Se cabeças pensassem um pouquinho levariam a mensagem modificando tudo o que não fazem por achar que não fazem a diferença.
É um filme que nos coloca para pensar: Quem somos nóis? De onde viemos, para onde iremos? Existe vida apos a morte? Que relação temos com o passado presente e futuro? Qual a consequência dos nossos atos praticados no passado... e no presente... e existem correlações com os atos futuros? Outros planetas podem ser habitados? Qual a expectativa que a ciência nos mostra com relação ao futuro? respostas para waltertinhogarcia@gmail.com
Apesar do filme ser apontado por alguns como de temática espírita, foge a qualquer clichê. As histórias se entrelaçam de forma brilhante e prendem a atenção do começo ao fim. A mensagem é oportuna e atual e as melhores performances ficam por conta de Tom Hanks e Hugh Grant, impagável como vilão. Uma bela narrativa sobre a teia que nos une.
Pessoal eu nao vou fazer minha critica deixo, a critica do maior especialista em cinema no Brasil, aquele mesmo que comenta o Oscar na rede Globo >>>> Rubens Ewald Filho: Infelizmente este é um dos filmes mais confusos que já assisti e que pior, se torna quase intolerável. Sem pé nem cabeça.
Esse filme nao foi muito bom ,pois eles enfeitaram muito o filme pra quando termine a gente fiquue com o gostinho de quero mais ,ou seja ,se perderam no meio da historia,muito ruim
O livro "Cloud Atlas" é excelente, muito semelhante ao livro brasileiro "Eustáquio - Quinze Séculos de uma Trajetória", publicado dez anos antes do primeiro. O filme é tão bom quanto o livro, destacando-se os principais temas: reencarnação, livre arbítrio, lei de ação e reação ou de causa e efeito moral (amor gera consequências amorosas, ódio gera consequências odiosas), evolução espiritual, fé e multiplicidade de mundos habitados. Os atores dão um show de competência, da mesma forma que os diretores. A edição pode trazer dificuldade de entendimento, mas também é um convite para assistir novamente. Eu preferia uma história cronológica, mais inteligível, como está no livro "Eustáquio" mencionado, ou como no livro "Cloud Atlas" em que a narração é cronológica até a metade e inversamente cronológica do meio ao fim do livro. Não é um filme popular, mas excelente!
Não pelo fato de Tom Hanks ou Halle Barry - bem como grande parte dos personagens - fazerem dois papeis diferentes. Mas pelo fato de mostrar a história da evolução do pensamento humano, o progresso e as grandes mudanças - e revoluções - feitas pelas pessoas que simplesmente não se conformaram em ver a vida passar diante dos seus olhos.
Reencarnação, espiritismo, amor, almas gêmeas, o significado da vida?
Cloud Atlas é um belo e intrigante filme, que nos faz pensar não apenas na nossa existência, mas naquilo que estamos plantando hoje e que vamos deixar para colher quando atravessarmos a próxima porta.
Não há deuses aqui. Cada um tem um deus e uma fagulha divina dentro de si e deve empregá-la fazendo aquilo que acredita ser o certo, e que irá impactar a comunidade em que estamos inseridos.
Não importa quanto tempo vai demorar o reencontro: 2 mil ou 10 mil anos, sempre daremos continuidade à nossa existência e responderemos pelas consequência de todos os nossos atos. A reflexão que fica é que temos liberdade, livre arbítrio para construirmos a nossa existência e, por isso, somos responsáveis pelos resultados.
Só depende de nós mesmos a nossa evolução, a nossa vida, aquilo que construímos, aquilo pelo que nos sacrificamos, nos doamos e, com isso, o nosso legado. A vida é uma oportunidade e, bem-aventurados são os que a dedicam para mudar o mundo pra melhor.
Enfim, os irmãos Wachowski (Andy e Lana) mostram mais uma vez que são sensacionais e, sinceramente, gostaria de me embebedar e consumir essas substâncias que os fazem ser assim, tão psicodélicos e originais.
Para ser justo, merecia pelo menos o Oscar de melhor roteiro adaptado, melhor fotografia e/ou efeitos especiais, já que provavelmente o melhor filme vai pra Lincoln, que é bom, mas não melhor do que Cloud Atlas.
Um filme para se assistir no mínimo, 2 ou 3 vezes com atenção aos mínimos detalhes!
No final, não importa o seu pensamento sobre espiritismo, reencarnação, Deus ou religião: permita-se um pouco de criatividade e imaginação e curta o filme como uma bela viagem ao redor da existência.
Se o filme tivesse um teste de QI na entrada do cinema, com certeza só teriam criticas boas dele aqui no AdoroCinema.com . Mas algumas pessoas que não tem a mínima capacidade de interpretação de texto vão, achando que se trata apenas de um filme e depois querem ter o direito de criticar. Criticar o que não tiveram nem a capacidade de entender.
No momento em que eu saí da sala do cinema, disse: “Esse é um dos melhores filmes que já assisti na minha vida; completamente maravilhoso! Só que eu não sei muito bem o porquê...” – Mas depois, conversando com amigos e relembrando de cenas; tentando conectá-las... Foi incrível; uma verdadeira epifania. Confuso, primoroso e muito, muito inteligente, A Viagem, pra mim, foi o melhor filme de 2012. :D
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