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PREDADORES (2010) — A caça muda de planeta, mas o instinto de matar continua
Título original: Predators
Gêneros: Ação, ficção científica, terror e suspense
Ano de lançamento: 2010
Duração: 1h47min
Direção: Nimród Antal
Produção: Robert Rodriguez
Elenco principal:
Adrien Brody como Royce, mercenário e líder relutante
Alice Braga como Isabelle, atiradora de elite
Danny Trejo como Cuchillo, integrante de um cartel
Walton Goggins como Stans, condenado à morte
Mahershala Ali como Mombasa, mercenário
Oleg Taktarov como Nikolai, soldado russo
Louis Ozawa Changchien como Hanzo, assassino da Yakuza
Topher Grace como Edwin, médico
Laurence Fishburne como Ronald Noland, sobrevivente misterioso
Estória
A franquia Predador sempre demonstrou versatilidade. Depois de colocar um caçador extraterrestre contra soldados em uma selva e, posteriormente, levá-lo para uma Los Angeles dominada pela violência urbana, a série dá um passo ainda mais ousado: transportar a caçada para outro planeta.
Em Predadores, um grupo de pessoas acorda em queda livre, sem saber como chegou ali. São homens e mulheres com históricos violentos, incluindo mercenários, soldados, assassinos e criminosos. Aos poucos, percebem que não foram escolhidos por acaso: estão em um território desconhecido, cercados por uma floresta perigosa e sendo observados por criaturas que os consideram presas.
Royce, interpretado por Adrien Brody, assume gradualmente a liderança do grupo. Mesmo desconfiado e pouco disposto a confiar nos outros, ele entende que a única chance de sobreviver é descobrir as regras daquele lugar. Isabelle, interpretada por Alice Braga, torna-se uma aliada importante nessa jornada, enquanto os demais integrantes vão sendo eliminados um a um.
A grande diferença é que, desta vez, não existe apenas um Predador. O grupo descobre uma espécie de campo de caça, com diferentes criaturas extraterrestres e até animais utilizados para rastrear as vítimas. A ameaça é maior, mais organizada e parece seguir uma lógica própria.
A narrativa recupera elementos do primeiro filme, mas amplia a escala do confronto. A floresta volta a ser um espaço de perseguição, desconfiança e sobrevivência, só que agora os humanos estão em um planeta onde não conhecem o terreno, não dominam o ambiente e não sabem se existe alguma possibilidade real de voltar para casa.
Atuações e personagens
Adrien Brody surpreende ao assumir um papel de ação bem diferente de seus trabalhos mais conhecidos. Royce não é um herói tradicional: é calculista, desconfiado e muitas vezes frio. Sua liderança surge mais da necessidade do que de qualquer desejo de proteger o grupo. Essa ambiguidade combina com o universo de Predador, no qual sobreviver exige decisões difíceis.
Alice Braga funciona muito bem como Isabelle. Ela é competente, corajosa e mantém uma postura profissional mesmo diante do absurdo que está acontecendo. A parceria entre os dois sustenta parte importante da narrativa, embora a história também mostre como a confiança se torna um recurso escasso naquele ambiente.
Danny Trejo e Walton Goggins acrescentam personalidades distintas ao grupo, enquanto os demais personagens ajudam a representar diferentes formas de violência humana. Afinal, os participantes da caçada não são vítimas completamente inocentes: muitos também são predadores em seu próprio mundo.
Laurence Fishburne aparece como Noland, um sobrevivente que vive naquele planeta há muito tempo. Sua participação é curiosa, mas concordo que o personagem poderia ter sido melhor aproveitado. Ele apresenta informações importantes sobre o território e os caçadores, porém sua presença parece breve demais para o potencial que carrega. É um personagem que surge cercado de mistério, mas não permanece tempo suficiente para desenvolver toda a sua importância.
Outro elemento interessante é a revelação de que Edwin, inicialmente apresentado como um homem aparentemente inofensivo, esconde uma natureza perturbadora. A descoberta de que ele é um serial killer muda a maneira como enxergamos o grupo e reforça a ideia de que, naquele planeta, o perigo não vem exclusivamente do espaço.
Ação, roteiro e direção
Na minha avaliação, Predadores é superior ao segundo filme em termos de proposta e execução. A direção recupera a atmosfera de sobrevivência do original, mas oferece novos elementos para manter a franquia em movimento.
A presença de vários caçadores amplia a ameaça e cria confrontos mais variados. A produção também investe em criaturas, armamentos e cenários que ajudam a construir a sensação de que os humanos foram levados para um ambiente planejado especificamente para a caça.
A ideia de colocar criminosos e assassinos como presas também é eficiente. São pessoas acostumadas a exercer violência sobre os outros, mas que agora precisam experimentar a sensação de serem perseguidas por algo muito mais poderoso. O filme brinca com essa inversão de papéis e pergunta, indiretamente, quem é realmente o predador quando a força deixa de estar do lado humano.
O roteiro, porém, não é perfeito. Alguns personagens poderiam receber mais desenvolvimento, e certas decisões acontecem de maneira rápida demais. Mesmo assim, o filme consegue manter a tensão e entregar sequências de ação que respeitam a essência da franquia.
易 O inimigo do meu inimigo é meu amigo?
Uma das ideias mais interessantes é a possibilidade de uma aliança improvável entre humanos e um Predador. Quando Royce liberta uma das criaturas aprisionadas, a situação revela que até mesmo entre espécies inimigas podem surgir interesses momentaneamente compartilhados.
Essa escolha combina com a lógica da sobrevivência: em um ambiente onde todos estão ameaçados, a necessidade pode superar o ódio. Mas também existe um risco evidente. Fazer uma aliança com um inimigo não significa que ele tenha se tornado confiável; significa apenas que, naquele instante, os interesses podem coincidir.
O filme também questiona a natureza humana. Os personagens foram selecionados por sua capacidade de matar, mas precisam decidir se vão continuar agindo individualmente ou se serão capazes de cooperar. Em uma caçada na qual a confiança pode significar a diferença entre viver e morrer, a maior fraqueza talvez não seja a falta de armas, mas a incapacidade de trabalhar em conjunto.
⭐ Vale a pena assistir?
Sim! Minha nota é 7,5/10.
Predadores representa uma recuperação interessante da franquia. É um filme bem produzido, com boas sequências de ação, criaturas ameaçadoras e uma premissa que amplia o universo sem abandonar a essência da caçada. A escolha de transportar os personagens para outro planeta foi acertada, e o retorno à floresta recupera parte da tensão que marcou o longa original.
Adrien Brody sustenta bem o protagonismo, Alice Braga é uma aliada convincente e a variedade de personagens ajuda a manter a narrativa dinâmica. Embora Noland pudesse ter sido mais bem explorado e alguns conflitos merecessem maior desenvolvimento, o resultado é sólido e divertido.
Minha nota: 7,5 de 10. Considero este filme melhor que O Predador 2, porque consegue combinar nostalgia, novas ideias e ação sem depender apenas da repetição do original.
No final, a franquia nos lembra que o conceito de predador não pertence exclusivamente aos extraterrestres. Na Terra, os seres humanos também caçam, perseguem e destroem. Mas, quando são colocados em um ambiente onde não controlam as regras, descobrem o que significa estar do outro lado da mira.
Desta vez, os maiores assassinos da Terra descobrem que, em algum lugar do universo, sempre existe alguém mais perigoso.
#Predadores #Predators #Predator #AdrienBrody #AliceBraga #DannyTrejo #LaurenceFishburne #MahershalaAli #WaltonGoggins #FicçãoCientífica #FilmeDeAção #Terror #Suspense #Cinema #CríticaDeFilme #ResenhaDeFilme #FranquiaPredador #FilmesDeFicçãoCientífica #ValeAPenaAssistir #Nota75
Título original: Predators
Gêneros: Ação, ficção científica, terror e suspense
Ano de lançamento: 2010
Duração: 1h47min
Direção: Nimród Antal
Produção: Robert Rodriguez
Elenco principal:
Adrien Brody como Royce, mercenário e líder relutante
Alice Braga como Isabelle, atiradora de elite
Danny Trejo como Cuchillo, integrante de um cartel
Walton Goggins como Stans, condenado à morte
Mahershala Ali como Mombasa, mercenário
Oleg Taktarov como Nikolai, soldado russo
Louis Ozawa Changchien como Hanzo, assassino da Yakuza
Topher Grace como Edwin, médico
Laurence Fishburne como Ronald Noland, sobrevivente misterioso
Estória
A franquia Predador sempre demonstrou versatilidade. Depois de colocar um caçador extraterrestre contra soldados em uma selva e, posteriormente, levá-lo para uma Los Angeles dominada pela violência urbana, a série dá um passo ainda mais ousado: transportar a caçada para outro planeta.
Em Predadores, um grupo de pessoas acorda em queda livre, sem saber como chegou ali. São homens e mulheres com históricos violentos, incluindo mercenários, soldados, assassinos e criminosos. Aos poucos, percebem que não foram escolhidos por acaso: estão em um território desconhecido, cercados por uma floresta perigosa e sendo observados por criaturas que os consideram presas.
Royce, interpretado por Adrien Brody, assume gradualmente a liderança do grupo. Mesmo desconfiado e pouco disposto a confiar nos outros, ele entende que a única chance de sobreviver é descobrir as regras daquele lugar. Isabelle, interpretada por Alice Braga, torna-se uma aliada importante nessa jornada, enquanto os demais integrantes vão sendo eliminados um a um.
A grande diferença é que, desta vez, não existe apenas um Predador. O grupo descobre uma espécie de campo de caça, com diferentes criaturas extraterrestres e até animais utilizados para rastrear as vítimas. A ameaça é maior, mais organizada e parece seguir uma lógica própria.
A narrativa recupera elementos do primeiro filme, mas amplia a escala do confronto. A floresta volta a ser um espaço de perseguição, desconfiança e sobrevivência, só que agora os humanos estão em um planeta onde não conhecem o terreno, não dominam o ambiente e não sabem se existe alguma possibilidade real de voltar para casa.
Atuações e personagens
Adrien Brody surpreende ao assumir um papel de ação bem diferente de seus trabalhos mais conhecidos. Royce não é um herói tradicional: é calculista, desconfiado e muitas vezes frio. Sua liderança surge mais da necessidade do que de qualquer desejo de proteger o grupo. Essa ambiguidade combina com o universo de Predador, no qual sobreviver exige decisões difíceis.
Alice Braga funciona muito bem como Isabelle. Ela é competente, corajosa e mantém uma postura profissional mesmo diante do absurdo que está acontecendo. A parceria entre os dois sustenta parte importante da narrativa, embora a história também mostre como a confiança se torna um recurso escasso naquele ambiente.
Danny Trejo e Walton Goggins acrescentam personalidades distintas ao grupo, enquanto os demais personagens ajudam a representar diferentes formas de violência humana. Afinal, os participantes da caçada não são vítimas completamente inocentes: muitos também são predadores em seu próprio mundo.
Laurence Fishburne aparece como Noland, um sobrevivente que vive naquele planeta há muito tempo. Sua participação é curiosa, mas concordo que o personagem poderia ter sido melhor aproveitado. Ele apresenta informações importantes sobre o território e os caçadores, porém sua presença parece breve demais para o potencial que carrega. É um personagem que surge cercado de mistério, mas não permanece tempo suficiente para desenvolver toda a sua importância.
Outro elemento interessante é a revelação de que Edwin, inicialmente apresentado como um homem aparentemente inofensivo, esconde uma natureza perturbadora. A descoberta de que ele é um serial killer muda a maneira como enxergamos o grupo e reforça a ideia de que, naquele planeta, o perigo não vem exclusivamente do espaço.
Ação, roteiro e direção
Na minha avaliação, Predadores é superior ao segundo filme em termos de proposta e execução. A direção recupera a atmosfera de sobrevivência do original, mas oferece novos elementos para manter a franquia em movimento.
A presença de vários caçadores amplia a ameaça e cria confrontos mais variados. A produção também investe em criaturas, armamentos e cenários que ajudam a construir a sensação de que os humanos foram levados para um ambiente planejado especificamente para a caça.
A ideia de colocar criminosos e assassinos como presas também é eficiente. São pessoas acostumadas a exercer violência sobre os outros, mas que agora precisam experimentar a sensação de serem perseguidas por algo muito mais poderoso. O filme brinca com essa inversão de papéis e pergunta, indiretamente, quem é realmente o predador quando a força deixa de estar do lado humano.
O roteiro, porém, não é perfeito. Alguns personagens poderiam receber mais desenvolvimento, e certas decisões acontecem de maneira rápida demais. Mesmo assim, o filme consegue manter a tensão e entregar sequências de ação que respeitam a essência da franquia.
易 O inimigo do meu inimigo é meu amigo?
Uma das ideias mais interessantes é a possibilidade de uma aliança improvável entre humanos e um Predador. Quando Royce liberta uma das criaturas aprisionadas, a situação revela que até mesmo entre espécies inimigas podem surgir interesses momentaneamente compartilhados.
Essa escolha combina com a lógica da sobrevivência: em um ambiente onde todos estão ameaçados, a necessidade pode superar o ódio. Mas também existe um risco evidente. Fazer uma aliança com um inimigo não significa que ele tenha se tornado confiável; significa apenas que, naquele instante, os interesses podem coincidir.
O filme também questiona a natureza humana. Os personagens foram selecionados por sua capacidade de matar, mas precisam decidir se vão continuar agindo individualmente ou se serão capazes de cooperar. Em uma caçada na qual a confiança pode significar a diferença entre viver e morrer, a maior fraqueza talvez não seja a falta de armas, mas a incapacidade de trabalhar em conjunto.
⭐ Vale a pena assistir?
Sim! Minha nota é 7,5/10.
Predadores representa uma recuperação interessante da franquia. É um filme bem produzido, com boas sequências de ação, criaturas ameaçadoras e uma premissa que amplia o universo sem abandonar a essência da caçada. A escolha de transportar os personagens para outro planeta foi acertada, e o retorno à floresta recupera parte da tensão que marcou o longa original.
Adrien Brody sustenta bem o protagonismo, Alice Braga é uma aliada convincente e a variedade de personagens ajuda a manter a narrativa dinâmica. Embora Noland pudesse ter sido mais bem explorado e alguns conflitos merecessem maior desenvolvimento, o resultado é sólido e divertido.
Minha nota: 7,5 de 10. Considero este filme melhor que O Predador 2, porque consegue combinar nostalgia, novas ideias e ação sem depender apenas da repetição do original.
No final, a franquia nos lembra que o conceito de predador não pertence exclusivamente aos extraterrestres. Na Terra, os seres humanos também caçam, perseguem e destroem. Mas, quando são colocados em um ambiente onde não controlam as regras, descobrem o que significa estar do outro lado da mira.
Desta vez, os maiores assassinos da Terra descobrem que, em algum lugar do universo, sempre existe alguém mais perigoso.
#Predadores #Predators #Predator #AdrienBrody #AliceBraga #DannyTrejo #LaurenceFishburne #MahershalaAli #WaltonGoggins #FicçãoCientífica #FilmeDeAção #Terror #Suspense #Cinema #CríticaDeFilme #ResenhaDeFilme #FranquiaPredador #FilmesDeFicçãoCientífica #ValeAPenaAssistir #Nota75
Predadores é o terceiro filme do universo do predador e acontece 20 anos após o segundo filme. A direção é trocada e quem assume é Nimród Antal e o roteiro dessa vez fica com Alex Litvak e Michael Finch. Na trama, acompanhamos o mercenário Royce (Adrien Brody) em um planeta misterioso ao lado de outros 6 assassinos. Aos poucos o grupo vai percebendo que estão ali para serem caçado. Precisando deixar as diferenças de lado, os 7 devem unir forças. O filme deixa um gosto agridoce para os fãs, pois não decepciona totalmente, inclusive servindo para apagar da memória os seus crossovers com o Alien e ao mesmo tempo retorna a saga depois de 20 anos; por outro lado, decepciona por não atingir o potencial esperado e perde a sua essência. O filme buscou estabelecer elemento básicos que funcionaram no primeiro filme: o predador caçando no meio da floresta vários humanos. A diferença é mínima. O filme trouxe Adrien Brody , um mocinho diferente, magro e com ideia pouco convencionais para um “herói”. O elenco é interessante, pois conta com participações de Laurence Fishburne, Maheshala Ali, Danny Trejo (obviamente com estereótipo de assassino da máfia mexicana) e a nossa atriz brasileira Alice Braga. O filme não exigiu tanto do seu cast, mas a direção conseguiu extrair o necessário. O filme mesmo perdendo bastante de sua essência consegue ser um pouco melhor do que o segundo filme e ainda estabelece ligações por meio da personagem de Alice Braga contando a história do primeiro filme.
Filme bem raso e forçado do universo Predador. Achei a idéia interessante, porém forçam muito a barra em algumas cenas (exemplo: duelo entre um dos Predadores x integrante da máfia japonesa). O final também deixa a desejar. Acertaram nos personagens, mas erraram na execução. Os Predadores também são bons, mas também mal trabalhados. Filme com pouca inspiração. Vale assistir apenas para você acompanhar todos os filmes deste espetacular personagem conhecido como Predador.
Eu sou muito fã da franquia, mas achei este aqui o mais fraco dos que vi até então... O início tem até uma história interessante regada de muito suspense e mistério, mas o desenrolar me deixou um pouco cansativo e insatisfeito pelos muitos furos no roteiro, muitas premissas foram estabelecidas que necessitavam de uma maior explicação, mas o filme não traz.
Super recomendo e muito bom,incrível não tem outro app comparado a esse não vão se arrepender por que vale super a pena
Filme ótimo! Um ótimo spin off the Predador. Que expandam mais ainda esse universo cheio de possibilidades.
O filme é um dos melhores da série onde descarto o predador 4 este filme explora como nunca a trilha sonora de mistério e ficção científica dos filmes do predador. Ele deixa bem claro que todos estão em um planeta de caça onde um grupo de predadores caça seres de toda a galáxia, ao se prestar atenção nos diálogos percebemos que a última lembrança de todos que estão ali é que estariam pra morrer por um ou outro motivo, o que traz o mistério em relação ao predador abduzir seus troféus mesmo após sua morte, de certa forma todos ali já estariam mortos, isso é algo que poucos percebem e por isso não compreendem a história creio eu. Por fim o filme tem vários fam services épicos que arremete até 2001 uma odisseia no espaço primeiro ato, onde em predadores tem um predador amarrado a um obelisco e outro ato que é quando o pianista finaliza o predador com um machado futurístico porém que lembra um pedaço de osso. Bravo.
Nesse filme se perde muito a característica principal dos primeiros filmes do predador que a caçada um para um, tentaram trazer a característica do primeiro filme da série na selva mas o primeiro filme é o único. Filme muito longo excesso de efeitos especiais, participação muito superficial do Laurence Fishburne. Tentaram fazer uma caça na jaula mas é tudo muito relativo, abertos sobre o mundo dos predadores. Final sem graça uma traição desconectada totalmente da característica do personagem médico.
De volta as raízes,Predators tem como maior mérito essa retomada em suas origens,ao mesmo tempo que ele está de volta ao terreno perigoso da floresta,ele também busca algo diferente para a franquia.
É bem verdade que certos seguimentos do filme fazem claramente alusão ao clássico de 87 e o retorno ao ambiente mais selvagem.Mas o interessante é que ele não se propõe a ser uma cópia daquele filme,ele toma liberdades para trabalhar um suspense,onde o conflito além de ser em um ambiente completamente diferente da terra,é também um conflito entre os próprios Predadores.Não existe mais apenas um conflito entre humanos e alienígenas ,mas entre todos aqueles que estão no campo de caça.
Todos são completos desconhecido com apenas 1 coisa em comum,são todos assassinos que costumavam matar aqueles da própria espécie,agora eles estão em meio a um conflito não só entre a desconfiança entre eles mesmo,como também em uma briga entre Aliens,aquele planeta agora é um coliseu onde somente os mais fortes sairão vivos.Gosto muito do clima de mistério/suspense que o filme tem,em especial nos primeiros 40 minutos onde todos estão ainda se conhecendo.
Apesar de ser muito bacana essa idéia do conflito elevado pela existência de diferentes espécies e inimigos por toda parte,acho que ainda falta um maior aproveito dessa hostilidade - Em especial no segundo ato - E também a tentativa de arrancar continuações,o filme parece se preocupar em uma sequência do que propriamente terminar esse arco.Mas ainda gosto desse filme.
É bem verdade que certos seguimentos do filme fazem claramente alusão ao clássico de 87 e o retorno ao ambiente mais selvagem.Mas o interessante é que ele não se propõe a ser uma cópia daquele filme,ele toma liberdades para trabalhar um suspense,onde o conflito além de ser em um ambiente completamente diferente da terra,é também um conflito entre os próprios Predadores.Não existe mais apenas um conflito entre humanos e alienígenas ,mas entre todos aqueles que estão no campo de caça.
Todos são completos desconhecido com apenas 1 coisa em comum,são todos assassinos que costumavam matar aqueles da própria espécie,agora eles estão em meio a um conflito não só entre a desconfiança entre eles mesmo,como também em uma briga entre Aliens,aquele planeta agora é um coliseu onde somente os mais fortes sairão vivos.Gosto muito do clima de mistério/suspense que o filme tem,em especial nos primeiros 40 minutos onde todos estão ainda se conhecendo.
Apesar de ser muito bacana essa idéia do conflito elevado pela existência de diferentes espécies e inimigos por toda parte,acho que ainda falta um maior aproveito dessa hostilidade - Em especial no segundo ato - E também a tentativa de arrancar continuações,o filme parece se preocupar em uma sequência do que propriamente terminar esse arco.Mas ainda gosto desse filme.
Filme previsível e pouco memorável. Mas acho que é possível se divertir assistindo. Gostei bastante de algumas cenas (spoiler) a cena de batalha do predador vs samurai, foi legal.
O design dos diversos predadores também foi algo legal de ver.
O design dos diversos predadores também foi algo legal de ver.
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