Blow Up - Depois Daquele Beijo
Média
4,5
publicações
  • Cineweb
  • Estado de São Paulo
  • Folha de São Paulo
  • Veja

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Cineweb

por Alysson Oliveira

"Blow-Up" é também cinema nostalgia. Saudade de um tempo de experimentação – no cinema, na vida – que o século XXI não permite. A zona de conforto – ela mesma que pode induzir a um consumo desenfreado – se dá por feliz em oferecer muitas opções da mesma coisa disfarçadas em novidade.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

Estado de São Paulo

por Luiz Carlos Merten

Muitos espectadores [...] só agora vão ver o filme na tela grande do cinema. [...] Ver ou rever "Blow Up" nessas circunstâncias faz toda a diferença. É um dos filmes icônicos, emblamáticos, dos anos 1960.

A crítica completa está disponível no site Estado de São Paulo

Folha de São Paulo

por Sérgio Alpendre

"Blow-Up" é datado no estilo: cortes desconexos, movimentos de câmera agressivos e zooms esquisitos. Antonioni brinca com métodos da nouvelle vague francesa e do cinema italiano de autor da época.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo

Veja

por Miguel Barbieri Jr.

O primeiro filme em língua inglesa do diretor italiano Michelangelo Antonioni (1912-2007), "Blow-Up — Depois Daquele Beijo" marcou época ao mostrar o estilo de vida de Londres de meados da década de 60. [...] O ponto nevrálgico demora muito a ocorrer, mas tensão e surpresa resistiram ao tempo.

A crítica completa está disponível no site Veja
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