Dredd
Média
4,0
477 notas

43 Críticas do usuário

5
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Fabiano O.
Fabiano O.

54 seguidores 78 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de maio de 2015
Indo investigar assassinatos em uma colônia controlada pela traficante conhecida como Ma-Ma, o Juíz Dredd, acompanhado da recruta Anderson, que tem poderes psicóticos, os dois ficam presos no lugar por ordens da traficante de fechar o local, após pegarem um dos capagangas de Ma-Ma, suspeito desses assassinatos. Começa então uma caçada mortal contra os dois juizes, e Dredd, não tem medo algum, bate de frente contra todas as tentativas de acabar com sua vida, e tenta por um fim a desordem e a tirania de Ma-Ma naquele local.
Extremamente violento, com belos efeitos vusais em 3D, e ótimas cenas de ação, Dredd deixa a primeira adaptação baseada na personagem de 1995 com Stallone no chinelo, sendo bem melhor desenvolvido e empolgante de não dar nenhuma pausa, centralizado nas principais personagens, contando com uma grande atuação de Carl Urban como Dredd, sendo bem fiel aos quadrinhos (principalmente por não tirar nenhuma vez o capacete, o oposto do que Stallone fez em 95), mostrando que é realmente um filme do juiz de Megacity, além de boas atuações de Olivia Thirbyl como Anderson e Lena Headey como Ma-Ma. Para uma adaptação de orçamento bem inferior aos demais filmes baseado em quadrinhos, Dredd se saiu muito bem.
Ricardo Alves e S
Ricardo Alves e S

9 seguidores 31 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
O filme é bom, apesar de passar no futuro, e bem underground, na existe um abuso de efeitos, pelo contrário até poderia ter. Bons atores e tomadas bem interessantes, recomendo e bem inteligente.
Cinetrix
Cinetrix

20 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de setembro de 2013
Esqueça a primeira versão de Dredd, aquela com Sylvester Stallone, de 1995, e conheça o poder empolgante da justiça em uma nova versão cinematográfica. “Dredd - O juiz do apocalipse” não se trata de uma refilmagem e muito menos de uma continuação, pelo contrário, é um filme que surge para ‘apagar’ seu antecessor e retratar o personagem da maneira que merece com violência e fidelidade à HQ.

Como a produção dos anos 90 não agradou tanto aos fãs em relação à narrativa (e também por outros motivos de caracterização), a aposta do novo Dredd foi em uma estória mais simples, objetiva e sem lengalenga. Além disso, a trama valoriza a violência estilizada dos quadrinhos e, claro, exibe um juiz mais durão e de personalidade ímpar.

Ambientado em um futuro desesperançoso, a missão de Dredd (em interpretação convincente de Karl Urban) é prender Ma-Ma (Lena Headey), uma traficante de narcóticos que está no último pavimento de um complexo de apartamentos gigantesco. O problema é que o tal prédio tem 200 andares e Dredd, com a ajuda de uma juíza novata (Lena Headey), que também é médium, deverá enfrentar os capangas de Ma-Ma que estão fortemente armados e espalhados por todo o local.

O longa possui um ritmo eficiente e a direção segura de Pete Travis (“Ponto de vista”) trabalha bem os clichês e as sequências de ação. Outros aspectos bem orquestrados por Travis é em algumas soluções visuais que deixaram o filme ainda mais atraente. É o caso das câmeras lentas que retratam o efeito da droga Slo-Mo (comercializada por Ma-Ma) e na boa utilização do 3D que enriquece a profundidade dos cenários (aparentemente parecem limitados) e espetaculariza a violência crua que espirra sangue e pequenos destroços para ‘fora da tela’.

Há quem diga que esse Dredd é um plágio do bom “Operação invasão”, que tem até uma premissa semelhante. Na verdade, a produção de Dredd se iniciou antes e o longa da Indonésia foi lançado primeiro. Ainda que ambos tenham a mesma proposta de ação, eles se diferenciam em suas entrelinhas e, claro, no apuro técnico.

Dredd termina com a sensação de ‘quero mais’ por contagiar o espectador que, certamente, refletirá sobre as ações de um ‘justiceiro legal’ que elimina a casta criminosa do mundo. Ele é um heroi que todos sonham ser ou, pelo menos, todos clamam por sua existência. Talvez, por isso, seu rosto não é revelado, o que subentende que ‘Dredds’ podem existir ou tentam existir, apenas não são percebidos ou apoiados como deveriam.
Samuel A.
Samuel A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de agosto de 2013
Como personagem que veio dos quadrinhos ele é bem mais violento e sanguinário que os engomadinhos do cinema e da TV. Adoro a linguagem crua dos quadrinhos, e quando ela é transportada sem limite para a telona, eu aaaaamo! Realmente o filme é previsível, você sabe que o herói vai vencer no final, mas em vários momento a gente fica com uma dúvida danada.
Pablo M.
Pablo M.

19 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de dezembro de 2013
Nem sempre um filme orçamento milionário é sinônimo de qualidade. Dredd , um (anti) herói dos quadrinhos ficou muito bom em sua readaptação para o cinema, deixando o primeiro Dredd de 1995 estrelado por Stalone no chinelo. Megacity 1 saiu de seu ambiente original dos quadrinhos com motos e carros que voam, mas o personagem que dá nome ao filme não. Raiva e controle está nesta atuação de Karl Urban que nem precisou tirar o capacete e foi fiel a história dando status de "Capitão Nascimento do futuro". Baixo orçamento, um bom roteiro, um filme curto, trilha sonora pesada no bom Rock,cru, violento e independente. Um completo filme de ação, talvez um dos melhores do ano. recomendo...nota 9,0
Guilherme M.
Guilherme M.

197 seguidores 163 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de setembro de 2013
Muita ação e adrenalina mais fiel a HQ do que o filme de 1995 !!
Nathan S
Nathan S

35 seguidores 33 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de junho de 2013
Praticamente não gostei de nada! Filme recheado de clichês hollywoodianos baratos e enjoativos que fazem a gente praticamente sacar o filme inteiro antes que ele chegue na metade.
O personagem principal (Dredd) ficou frio, sem sal e nem açucar, é o tipo de super-herói que não faz a gente torcer por ele em nehum momento do filme. Previsível, sabemos tudo o que pode e vai acontecer durante as cenas de açao e de diálogos medíocres. As cenas de slow-motion só serviram pra deixar o filme mais lento e meio cansativo. Não que ele não tenha açao, quem gosta de filmes punk com balas se perdendo e perfurando paredes a quase todos os instantes do filme vai gostar.
Eu sinceramente tive minhas expectativas frustradas. Achei o resultado final um fracasso. Um dos poucos lados positivos (isso na minha exclusiva opinião) foi o excessivo derramamento de sangue - é óbvio que isso não agrada, e, às vezes, até irrita alguns espectadores, mas eu adoro sanguinolência e me diverti com a carnificina presente em DREDD -. Infelizmente até o seu ponto forte (a violencia) tem suas bizarries e exageros que deixam qualquer um com aquela velha pergunta " What The Fuck Is That?'', temos como exemplo uma cena em que Dredd salva uma refem ja no inicio do filme. O cara explode o bandidão com um tiro de "munição inflamável/incendiária" na boca que parecia ser um sinalizador ou sei lá o que!!! Que cena mais ridícula e exagerada, esptrapolou demais... mas tudo bem, Welcome to the Hollywood world!!!!
Fotografia bacana, trilha sonora medíocre, atuaçoes miseráveis (até a Lena Headey que atuou super bem em 300 como a Rainha Gorgo se saiu mal nesse filme aqui), História clichê (apesar de ser um remake), mas qual é... acho que o público ja ta cansado dessa temática de sociedade caótica e cenáros pós-apocalípticos. Podiam mudar o disco, mas tudo bem, eles arriscaram por que ainda existem fãs desse tipo de filme que merecem seu devido respeito, aliás gosto é gosto e isso não se discute.
Mesmo tendo sua qualidades (minimas) eu não assistiria de novo por nenhum motivo!!!
Guilherme T.
Guilherme T.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de maio de 2013
Uma grande e agradável surpresa no universo de filmes inspirados em HQs. Dredd respeita o espectador fiel as HQs com conteúdo violento, brindando seu público com sangue, tiros, violência e mais uma dose de sangue. Não que tal estilo deva ser congratulado, mas se as origens do personagem trazem a violência no seu DNA, por que no cinema as coisas deveriam ser diferentes ?

Dredd trabalha com uma narrativa coesa, a trama se desenvolve em um bom ritmo excelente, a caracterização (alvo de muitas dúvidas quando as primeiras imagens foram divulgadas) se mostrou fiel. O enredo não é digno de ser chamado de brilhante, mas foi bem trabalhado e trás uma história que poderia convencer até o fã mais fanático que foi retirado diretamente da publicação impressa. A estética 3D fica clara e incontestável, esse foi um filme feito para usar esse recurso. Os efeitos não são os melhores já vistos, mas dado o orçamento limitado foram bem explorados. A ação ocorrendo em camêra lenta realmente chamou muito a atenção.

Filme recomendável para público maduro, mas fãs de HQs se deliciarão, pois muito conteúdo, inclusive certas tomadas de câmera, lembram muito ângulos e estéticas vistas nos quadrinhos. Não se trata de uma grande obra de arte do cinema, mas uma apresentação respeitosa, tanto ao personagem quanto ao espectador.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de maio de 2013
Já havia lido quadrinhos do Dredd e achei uma linguagem diferente dos demais. Então, em 1995, Stallone se torna Dredd no cinema... Fiasco! Agora, Dredd saí em 2012 nos cinemas e bota a versão de 1995 no chinelo. Ambientação bacana e mto, mas mto sangue! Vale uma conferida.
Cristiano S.
Cristiano S.

3 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 13 de maio de 2013
Deixou a versão do Stallone (1995) no chinelo (que já era fraco). Muito bom, cenário, atuação de Karl Urban, Trilha Sonora, apesar do filme ser meio previsível, ainda sim consegue trazer algumas surpresas. Com certeza não é dinheiro jogado fora e dá para curtir uma boa pipoca.
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