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Cinetrix
20 seguidores
55 críticas
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5,0
Enviada em 12 de setembro de 2013
Esqueça a primeira versão de Dredd, aquela com Sylvester Stallone, de 1995, e conheça o poder empolgante da justiça em uma nova versão cinematográfica. “Dredd - O juiz do apocalipse” não se trata de uma refilmagem e muito menos de uma continuação, pelo contrário, é um filme que surge para ‘apagar’ seu antecessor e retratar o personagem da maneira que merece com violência e fidelidade à HQ.
Como a produção dos anos 90 não agradou tanto aos fãs em relação à narrativa (e também por outros motivos de caracterização), a aposta do novo Dredd foi em uma estória mais simples, objetiva e sem lengalenga. Além disso, a trama valoriza a violência estilizada dos quadrinhos e, claro, exibe um juiz mais durão e de personalidade ímpar.
Ambientado em um futuro desesperançoso, a missão de Dredd (em interpretação convincente de Karl Urban) é prender Ma-Ma (Lena Headey), uma traficante de narcóticos que está no último pavimento de um complexo de apartamentos gigantesco. O problema é que o tal prédio tem 200 andares e Dredd, com a ajuda de uma juíza novata (Lena Headey), que também é médium, deverá enfrentar os capangas de Ma-Ma que estão fortemente armados e espalhados por todo o local.
O longa possui um ritmo eficiente e a direção segura de Pete Travis (“Ponto de vista”) trabalha bem os clichês e as sequências de ação. Outros aspectos bem orquestrados por Travis é em algumas soluções visuais que deixaram o filme ainda mais atraente. É o caso das câmeras lentas que retratam o efeito da droga Slo-Mo (comercializada por Ma-Ma) e na boa utilização do 3D que enriquece a profundidade dos cenários (aparentemente parecem limitados) e espetaculariza a violência crua que espirra sangue e pequenos destroços para ‘fora da tela’.
Há quem diga que esse Dredd é um plágio do bom “Operação invasão”, que tem até uma premissa semelhante. Na verdade, a produção de Dredd se iniciou antes e o longa da Indonésia foi lançado primeiro. Ainda que ambos tenham a mesma proposta de ação, eles se diferenciam em suas entrelinhas e, claro, no apuro técnico.
Dredd termina com a sensação de ‘quero mais’ por contagiar o espectador que, certamente, refletirá sobre as ações de um ‘justiceiro legal’ que elimina a casta criminosa do mundo. Ele é um heroi que todos sonham ser ou, pelo menos, todos clamam por sua existência. Talvez, por isso, seu rosto não é revelado, o que subentende que ‘Dredds’ podem existir ou tentam existir, apenas não são percebidos ou apoiados como deveriam.
Sem medo de chocar, "Dredd" é um longa de ação cheio de confiança, estilo e violência, que não trata o espectador como criança. Certamente vai agradar tanto aos fãs do personagem quanto a um novo público.
Já havia lido quadrinhos do Dredd e achei uma linguagem diferente dos demais. Então, em 1995, Stallone se torna Dredd no cinema... Fiasco! Agora, Dredd saí em 2012 nos cinemas e bota a versão de 1995 no chinelo. Ambientação bacana e mto, mas mto sangue! Vale uma conferida.
Muita ação com personagens incríveis. Particularmente fiquei enfeitiçado pela vilã Ma-Ma, perversa e sádica. Os efeitos 3D são espetaculares e são realçados mais ainda nas cenas slow-motion. Competente elenco, direção, fotografia e trilha sonora.
Eis o verdadeiro Juiz Dredd, em um filme muito bem feito com doses de ação e violência. Filme que não economiza nas cenas, além de ter ótimo roteiro e com um enredo que funciona muito bem. O ator principal manda bem demais. As atrizes principais também tem ótima dinâmica. Destaque também para os diálogos, sempre na dosagem certa. Filme caprichado do início ao fim, com ótima dinâmica.
O filme é bom, apesar de passar no futuro, e bem underground, na existe um abuso de efeitos, pelo contrário até poderia ter. Bons atores e tomadas bem interessantes, recomendo e bem inteligente.
Com a sua Censura de 18, O filme e completamente Fraco, Não e digno de uma Classificação tão avançada. As cenas de ação são super legais mais poderia ser ótimas. Não tenho muito a critica, pois o Diretor: Pete Travis poderia ter feito um filme melhor.
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