O Grande Gatsby
Média
4,2
2367 notas

108 Críticas do usuário

5
33 críticas
4
37 críticas
3
24 críticas
2
10 críticas
1
3 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de novembro de 2013
Produzido como poucos, muito luxo e estilo. Achei a história bem bacana, mas que pega fogo no seu final. Destaque para boa direção de arte, fotografia e trilha sonora.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de julho de 2013
Baseada no livro homônimo escrito por F. Scott Fitzgerald, a boa notícia para aqueles que aguardavam a adaptação cinematográfica “O Grande Gatsby”, do diretor australiano Baz Luhmann, é que o filme mantém a essência principal da obra literária na qual se baseia, na medida em que a história nos é relatada pelo ponto de vista de Nick Carroway (Tobey Maguire, numa ótima atuação), com destaque para o fascínio e atração que a personagem sente pelo mundo habitado por seu vizinho Jay Gatsby (Leonardo DiCaprio, também em uma ótima atuação).

Desta maneira, uma das coisas que fica subentendida pata a plateia, logo de cara, nas primeiras cenas de “O Grande Gatsby”, é que o fascínio e a atração que Nick Carroway sente não é pelo universo repleto de luxo e ganância cujo maior representante é Jay Gatsby. Ele se sente, na realidade, intrigado pela figura do próprio vizinho, que é alguém que, ao mesmo tempo, sempre aparece distante, porém muito próximo de Nick. Em consequência disso, apesar do filme dar destaque total ao milionário interpretado por Leonardo DiCaprio, a verdade é que a grande jornada do longa é a vivida por Nick Carroway.

Por meio do contato que ele estabelece com as personalidades e, principalmente, com o estilo de vida de Jay Gatsby, Tom Buchanan (Joel Edgerton, excelente), sua prima Daisy Buchanan (Carey Mulligan) e Jordan Baker (Elizabeth Debicki), assistimos às muitas transformações pelas quais irá passar Nick Carroway. No decorrer dos 142 minutos de “O Grande Gatsby” assistimos a um jovem perder completamente a sua inocência e ingenuidade e passar a ter, não só uma visão mais cínica de mundo, como também ter a noção completa de que a felicidade não está diretamente ligada a uma realidade que é, em sua aparência, perfeita – principalmente se ela tiver alguns toques de obsessão e de tragédia.

Neste ponto, é importante fazermos um adendo. “O Grande Gatsby” se passa na década de 20, quando a economia norte-americana estava em pleno progresso e oferecia oportunidades perfeitas de crescimento para tipos ambiciosos como Jay Gatsby, que tinham acabado de servir ao país na Primeira Guerra Mundial. Nick Carroway representa o outro lado dessa história: aqueles que deixavam suas pequenas cidades em busca da chance de crescimento pessoal e profissional nas grandes metrópoles urbanas. Para Nick Carroway, tudo era novo e por isso conseguimos entender o porquê de ele se envolver tanto com um mundo de roupas elegantes, de abuso de álcool e de festas de arrombas – que é típico da alta sociedade.

Por isso mesmo, “O Grande Gatsby” é um filme que se destaca pela competência de sua parte técnica. Trabalhando com colaboradores habituais como a sua esposa Catherine Martin (que é figurinista e diretora de arte) e com o compositor Craig Armstrong, o diretor Baz Luhrmann nos entrega um filme que tem um estilo exagerado – com aquelas diversas inadequações temporais típicas da filmografia do australiano – que mostra muito bem que, por trás de tanta pompa e circunstância, existia, na verdade, um enorme vazio, que era representado pela solidão de Jay Gatsby após todas aquelas festas terminarem. Apesar disso tudo, fica sempre embutido, em cada cena do filme, a sensação incômoda de que o longa teria alcançado um resultado bem melhor caso tivesse um roteiro mais coerente.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2020
Um filme lindo, com mais beleza do que enredo em si. Um drama bem feito, com grandes atuações. Para quem curte o gênero, com uma grande dose lúdica, vá em frente!
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de setembro de 2013
Uma obra de arte, que poderia muito bem ser vista tanto no cinema quanto no Metropolitan Museum, mesmo sendo uma readaptação o filme não perde em nada para seus antigos xarás, diferente de muitas outras readaptações que tiveram fracasso de crítica e bilheteria, Gatsby versão 2013 lançou uma nova forma de cinema, a versão sala de arte. O filme conta com um roteiro clássico e arrebatador, escolha primordial para direção, Baz Luhrmann conta com uma filmografia de clássicos entre eles se destacam; Romeu e Julieta (também com Leonardo DiCaprio) e o sensacional Moulin Rouge, fizeram de Lhurman um "expert" no gênero. O diretor foi muito bem, mas melhor que ele é a história e roteiro sensacionais, fazem o romance rolar de forma fenomenal e magistral, dificilmente encontrada nos filmes atuais. Como citado o filme é um romance que foge do sentido literal da palavra, pois começa como um drama que passados os minutos se transforma numa história arrebatadora de um romance entre dois personagens perfeitamente amantes da vida mas que tiveram sua história cortada pelo destino, a retomada desse amor é a história visível, mas por trás de um véu tem-se o rela sentido do filme, a vida é para ser aproveitada e vivida sem esperanças de refazer ou retomar o passado, e isso Tobey Maguire fez de forma fenomenal e de maneira jamais vista em sua carreira de Peter Parker. O casal principal é composto por um gênio do cinema no século XXI, Leonardo DiCaprio mais uma vez espetacular e com uma Carey Mulligan lindamente apaixonante, o elenco também conta com personagens coadjuvantes perfeitos para o enredo e que tem sua participação necessária e esclarecida na película. Direção sensacional, elenco magistral e trilha sonora com o melhor do que a música deste século pode oferecer, canções como Young and Beautiful fazem muita gente delirar na poltrona. Uma verdadeira obra prima fenomenal.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de junho de 2013
O Grande Gatsby, um grande e emocionante filme. Bem dirigido, com atuações magistrais de Leonardo DiCaprio (Gatsby), Tobey Maguire (Nick) e Carey Mulligan (Daisy). Cenários, fotografias, figurinos deslumbrantes, tudo impecável, uma superprodução. Um drama muito humano, romântico e trágico. Continua um clássico. É tudo o que anunciaram e mais alguma coisa. Imperdível para quem gosta de cinema.
Maiko D
Maiko D

1.659 seguidores 303 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de dezembro de 2014
Gostei. O filme é envolvente. Embora tenham dado um toque muito moderno às musicas, manteve-se a originalidade do período com dinâmica. Há momentos que me imagino lendo o livro e como imaginaria certas narrativas, como nos trejeitos, caricaturas, casas, veículos e, principalmente, durante as festas.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de agosto de 2017
O GRANDE GATSBY (The Great Gatsby

O longa baseado na obra original de F. Scott Fitzgerald tem sua quarta adaptação para o cinema. As demais foram The Great Gatsby (1926), The Great Gatsby (1949) e O Grande Gatsby (1974).

Bem: eu não conheço a obra original, tampouco assisti os filmes anteriores. Se baseando nessa adaptação de 2013, o que eu posso falar é: O GRANDE GATSBY é simplesmente fantástico!!!

O diretor Baz Luhrmann de Moulin Rouge - Amor em Vermelho (2001) nos entrega uma grande obra literária adaptada para o cinema. Um enredo coeso, um roteiro bem encaixado. Devo destacar a belíssima fotografia, que está esplêndida, envolta em um verdadeiro mar de cores vivas e singelas. Impossível não se impressionar com os belos cenários que compõem o longa, mergulhados em belos figurinos, com uma densidade de cores incríveis (destaque para a cena em que Jay Gatsby reencontra Daisy Buchanan em um local rodeado de belas flores coloridas). Com figurinos deslumbrantes e um design de produção incrível, o longa recebeu duas indicações ao Oscar 2014 em ambas categorias.

O longa se passa em Nova Iorque, na cidade de Long Island, durante o verão de 1922, e conta uma história com amores, traições e ódios. Uma das coisas que me chamou bastante atenção ao decorrer da trama, o fato de como foi encaixado cada personagem em seu devido lugar (em seu devido papel). Em uma época que a sociedade Americana vivia um baixo nível de prosperidade, com sérios problemas em sua economia, com imposição de leis e contrabandos, um cenário um tanto turbulento pra encaixar um romance perdido no tempo. Porém, foi feito com bastante competência, demonstrando valores perdidos, riquezas soberbas, fascinações, e claro, uma grande história de ´´Amor``.

Leonardo DiCaprio vive mais uma bela atuação, entrega mais um belo trabalho. Um ator tão maravilhoso, que possui inúmeros trabalhos fantásticos, que fica impossível apontar o melhor. DiCaprio vive Jay Gatsby, um milionário que veio de famílias nobres do centro-oeste. O homem de Oxford com um passado misterioso, um presente perturbado e um futuro impreciso. Jay Gatsby tem um vida regadas a festas do mais alto escalão, porém, guarda um grande amor perdido há 5 anos. PUTA trabalho do DiCpario, mais uma vez!!! É impressionante a facilidade que ele tem em desenvolver belos trabalhos, com atuações soberbas. Eu indicaria fácil ao Oscar (assim como ele foi indicado no mesmo ano por O Lobo de Wall Street, outro grandioso trabalho).

Gostei de Tobey Maguire vivendo um personagem que idolatrava os ricos e o glamour. Nick Carraway chegou a Nova York tentando a carreira de escritor e logo conheceu o misterioso Jay Gatsby, por quem criou um vínculo afetivo. Nick arma todo um esquema pra Jay voltar a reencontrar seu amor do passado, mesmo que isso lhe traga fortes complicações. Fazia muito tempo que eu não assistia um longa de Tobey tão bom como nos velhos tempos de Homem Aranha. Gostei de sua atuação, bem segura e bem ajustada.

A belíssima Carey Mulligan viveu Daisy Buchanan, a prima de Nick Carraway. Daisy foi e ainda é o grande amor da vida de Jay Gatsby, e vive casada e morando do outro lado da baía, de frente pra sua casa. Uma mulher que apreciava todos os tipos de atenções, vindas de todos os lados, mas um tanto perdida em seus objetivos e decisões. Carey conseguiu se desenvolver bem na trama, não foi uma atuação marcante, mas ela conseguiu segurar a personagem.

O longa ainda conta com Joel Edgerton, que viveu o também milionário Tom Buchanan, casado com Daisy. Tom criou uma certa rivalidade com Jay Gatsby ao longo da trama, com relações a sua esposa e na tentativa de desmascarar o festeiro. Uma atuação mais mediana, sem grandes destaques.

Uma coisa que me deixou um tanto curioso e intrigado, foi o a trilha sonora do filme, as músicas encaixadas na trama. Não vou dizer que é ruim, tem horas que até funciona (como no preparo da casa pra receber a amada Daisy ao som mais suave de Crazy In Love - Emeli Sandé & The Bryan Ferry). Porém, achei um pouco estranho o fato do longa se passar nos anos 20, uma época com um Jazz mais abrangente e compor uma trilha com cenas ao sons de 100$ Bill - Jay-Z / Young And Beautiful - Lana Del Rey / Bang Bang
- will.i.am / Back To Black - Beyoncé, entre outras. Acho que como produtor executivo, Jay-Z deve ter contribuído pra isso.

Portanto, O GRANDE GATSBY é um belo filme, uma bela adaptação. O longa conseguiu me agradar e me encantar.

Vale muio a pena conferir, RECOMENDO!!!
ymara R.
ymara R.

838 seguidores 262 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2014
Assisti muitas vezes e li outras tantas..e sempre espero um final diferente.. Gatsby tem este poder...esperança de finais melhores e felizes.. de passados serem resgatados ...enfim...
Phelipe V.
Phelipe V.

510 seguidores 204 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de junho de 2013
Baz Luhrmann assume, aqui, a inspiração no livro na concepção do roteiro de Moulin Rouge, que, diga-se de passagem, é bastante superior. A narração em off, sempre tão chata e preguiçosa em outros filmes, é bem usada em O Grande Gatsby, mas o filme dificilmente funciona quando o personagem que dá título à obra não está em cena. Gatsby, e toda sua irreverência e mistério, traz vida a um roteiro um tanto quanto raso. E DiCaprio está fenomenal! O ponto fraco, mesmo, é a personagem de Daisy, um tanto quanto mal desenvolvida e muito mal atuada com uma Carey Mulligan que expressa todas as emoções com uma única expressão facial. O estilo frenético do diretor, no entanto, não chega a incomodar aqui principalmente pelo uso da trilha-sonora, que não é repleta de músicas boas, mas que nas cenas, adquire um significado a mais e traz um frescor ao filme.

PS: O 3D é dispensável.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 16 de setembro de 2013
Nada de tão maravilhoso assim,como questionaram que seria um dos melhores filmes do um filme bem roteirizado e atuações exemplares de cada de um;Leonardo DiCaprio!Todos nós já estamos acostumados com grandes atuações e grande filmes dele,no filme ele consegue manter um bom trabalho,mas nada de se tirar o chapé aparição fica por conta de Tobey Maguire,e das bem aproveitadas Isla Fischer e Carey conseguiram chamar atenção com suas belas atuaçõ mas,ainda fico com o filme de 1974.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa