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Cronos C
17 seguidores
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4,5
Enviada em 3 de agosto de 2020
Filme muito bem dirigido e mais uma ótima adaptação do romance de Fitzgerald. Como sempre Leonardo DiCaprio com excelente atuação e um figurino impecável. Faz você viajar no tempo e descobrir uma Nova York glamorosa, cheia de vida e beleza. A história é bem conhecida, mas essa 4ª versão não deixa nada a desejar e a eterna paixão de Gatsby pela sua insegura e submissa Daisy, além da admiração de Nick Carraway (Tobey Maguire), são retratados na dose certa. No final mostram que o ciúmes, a traição e a vingança podem acabar com um sonho, por mais belo e sincero que seja e a vida de qualquer pessoa.
Uma adaptação muito legal do livro, mas que encontra uma certa dificuldade em traduzir as palavras do livro em imagens. Mas todo o trabalho, de figurino, cenários, trilha sonora e o 3D, ficaram muito bons. Vale a pena ser assistido, nem que seja só para dançar Charleston...
História belíssima com detalhes incríveis que conquistam, regados de arte e amor cinematográfico do início ao fim. Roteiro inteligente, embora baseado em uma obra já existente, tornou-se uma adaptação digna de ser vista e sentida. Personagens característicos e um profundo dilema conceitual sobre até onde os erros do passado podem influenciar na sua felicidade futura.
Fotografia estonteante, maquiagem bem elaborada e uma ótima ambientação. As atuações estão de média a boas, contudo o que estraga o filme é a história que não nos convence, parece o Conde de Monte Cristo (bom livro por sinal) sem toda a vingança.
O grande Gatsby nos traz uma adaptação fiel a obra literária de Nick Carraway, escrita por volta de 1922 e que retrata o que seria na época o ''sonho americano'', isto devido ao ápice que a sociedade norte americana vivia em sua economia a bolsa de valores de Nova York se encontrava no auge, o dinheiro que circulava nas mãos de ricos era gasto em incríveis festas, na ostentação da riqueza sem limites e neste cenário surge Jay Gatsby que cinco anos anos antes conhecera Daisy Buchanan prima de Nick por quem se apaixonara e que por questões maiores o destino havia separado. A trama se desenvolve com grandes atuações principalmente Leonardo Di Caprio que interpreta muito bem seu papel.
É indiscutível que o livro de F. S. Fitzgerald é ótimo. Fitzgerald tentou escrever roteiros para Hollywood, mas não obteve êxito. É engraçado que este seu livro de grande sucesso não tenha obtido nesta versão (não assisti outra) uma adaptação no mínimo acertada. Nick Carraway (Tobey Maguire) nos conta a história de Jay Gatsby (Leonardo Di Caprio), um homem que tem um passado misterioso e que acumula uma fortuna. Gatsby estabelece uma amizade com Carraway para conseguir o reencontro com seu antigo amor Daisy Buchanan (Cary Mulligan) que é prima de Carraway. Ela se encontra casada com um milionário mulherengo, porém não consegue esquecer seu amor por Gatsby. Baz Luhrmann faz a direção e adapta esta versão para o cinema. Ao realizar uma retrospectiva de sua carreira, não consigo estabelecer uma empatia com outros títulos como Austrália, Moulin Rouge (um pouco a exceção) e Romeu + Julieta. Neste filme parece que ele não consegue esquecer estes filmes e por isso temos cenário exageradamente coloridos, música contemporânea em um filme que se passa na década de 20, tragédias, mulheres sofredoras e personagens que morrem por amor. Se o livro remete a isso tudo bem e por ser uma adaptação passará por tudo isso citado, mas o problema é passar no estilo Luhrmann. Como ele resolveu contar a história. A momentos em que não sei mais se estou em uma NY da década de 20 ou numa festa do sec. XXI. Além desses cenários exagerados a fotografia que utiliza efeitos especiais nos passa claramente uma artificialidade. Na direção de atores também não consegue ser eficiente e o casal protagonista não consegue em nenhum momento parecer realmente apaixonados. Mulligan não consegue desenvolver seu personagem e tem certos momentos que parece mais deslumbrada com a riqueza de Gatsby do que realmente apaixonada. Não conseguimos em nenhum momento sentir algo como compaixão por ela. Di Caprio passa longe de suas boas atuações e não consegue que tenhamos qualquer empatia pelo seu personagem. Em nenhum momento o diretor consegue nos levar ao ponto de não gostar de Tom Buchanan (Joel Edgerton) e gostar de Gatsby. Isso em minha opinião se deve ao roteiro e a direção de atores, o que coube a Luhrmann e que não soube usar de forma correta. O embate entre Tom e Gatsby faz com que mais ainda não nos identifiquemos com nosso protagonista e isso para um filme em que teríamos que ter empatia com o personagem principal faz com que no mínimo não soframos nenhum impacto com qualquer coisa que aconteça com ele. Outro ponto fraco é a narração. Por exemplo, em uma cena o narrador nos diz que se sente feliz ao fazer o único elogio a Gatsby. Em seguida a câmera filma o rosto dele mostrando a felicidade. Ora se cinema é imagem, só o simples fato de filmá-lo após o elogio já nos demonstra o quanto ele está feliz e essa explicação se torna inútil. Ao final temos palavras que realmente nos fazem refletir, porém não nos impacta tanto, pois acabamos de assistir um filme fraco.
O trailer meio que engana, esperava um filme com mais intriga, ou reviravoltas. A parte visual se destacou mais do que a história como um todo por isso dei 4. Figurino, efeitos visuais e fotografia vem pra ser indicados no Oscar.
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