O Exterminador do Futuro: Gênesis
Média
4,0
3011 notas

187 Críticas do usuário

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Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.243 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de julho de 2020
Os efeitos especiais contribuem muito com o filme, assim como a participação de Schwarzenegger (velho, mas não obsoleto), mas a formula repetida e a troca de atores a cada pouco prejudica as sequências.
Marcelo L.
Marcelo L.

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de julho de 2015
O primeiro terço do filme é eletrizante e chega a superar os filmes antecessores. Tem vários vilões e mocinhos como o Schwarzenegger, o Schwarzenegger feito por computação (que ficou perfeito, parecia o exterminador do primeiro filme, que era real), e o exterminador de metal líquido (que poderia ser utilizado melhor no filme). Mas depois o filme se perde. A ação fica rara, só ocorre em pontos importantes. E o que dizer do que a história do filme se torna? Eles acabaram com a história. Se não houvesse os filmes anteriores da franquia, se esse fosse o primeiro, eu entenderia. Mas a história destrói tudo que vimos antes. A mudança é tão drástica quanto a mudança do exterminador estrelado por Schwarzenegger de vilão (no primeiro filme) para mocinho (no segundo), se deixarmos de lado que são exterminadores diferentes mas de um mesmo modelo.
Você precisa enxergar esse filme como único e sem antecessores. Vendo desta forma é um bom filme.
Uma dica: depois dos créditos há uma cena final, então não saiam antes.
Gustavo B.
Gustavo B.

7 seguidores 39 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de julho de 2015
E bom ver o Arnold voltar depois de sua temporada de governador! E nada melhor que no exterminador do futuro que e meio confuso com suas viagens no tempo! Atores importantes com papeis insignificantes mas num catado geral o filme e bom!
Rômulo L
Rômulo L

249 seguidores 261 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de janeiro de 2019
As perseguições, explosões e pancadarias, por sua vez, são razoáveis. Mostrando algum diferencial apenas quando há o embate do T-800 com o novo modelo T-3000, formado de nanopartículas. Deixo meu destaque no uso de viagem ao tempo usado duas vezes no filme.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de junho de 2016
Ação. Explosões. Confuso. Robôs. Falso. Continuação. Tiros. Dominação. Tempo. Acelerado. Cansativo. Confuso.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de outubro de 2015
A grande ironia em relação ao novo 'Exterminador',é saber que o próprio Arnold Schwarzenegger criticou seu próprio trabalho nesse filme.Uma pena,pois o filme é uma boa continuação,assim como o foi o terceiro.Mesmo assim,a continuação deixa os fãs apreensivo,já que os dois primeiros filmes foram considerados por muito obras primas,e que a história era pra ter acabado por ali.Aqui não temos nenhum James Cameron na direção,mas temos o experiente diretor Alan Taylor.Que é bastante conhecido na TV,com excelentes trabalhos em séries.Trabalhou em "Game of Thrones" ao lado de Emilia Clarke,que vive uma Sarah Connor bem ágil e divertida.Lembra um pouco Linda Hamilton em certos momentos dentro do longa.Os minutos iniciais (pra mim) foram os melhores.Nos leva a história inicial,lembrando o primeiro filme,onde tudo começou.Resgata aquela fotografia antiga que sempre nos dá prazer a assistir.E consegue ser idêntico ao filme de 1984.Arnold está demais.Está velho,mas não obsoleto.Ele como sempre diverte,tem bastante carisma e ainda mostra uma boa forma para cenas de ação.Assim como seu personagem,a franquia envelheceu,mas não está obsoleta.

-Filme assistido em 03 de Outubro de 2015- Nota 7
Fernando M.
Fernando M.

33 seguidores 51 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de setembro de 2015
Vivemos uma época de desconstrução dos clássicos. Se até o próprio George Miller – o criador da saga Mad Max – pretendeu “revisitar” (para o bem ou para o mal) a sua mais famosa obra, não é nenhuma surpresa que O Exterminador do Futuro – Gênesis tenha trilhado (quase) pelo mesmo caminho.

Eu digo “quase” porque, embora seja uma espécie de desconstrução, ela não contou – mais uma vez – com a batuta de Cameron.

Gênesis veio para arrumar a casa, limpar a bagunça, mas trocar os móveis de lugar. Ele parte do pressuposto que o terceiro (2003) e o quarto filme (2009) nunca existiram. Como um filho arrogante de Cameron, Gênesis não só quer ter brilho próprio, como tentar provar – do começo ao fim – que as histórias do pai não passavam de mentira.

A sacada é de mestre. Brincando com as linhas temporais, o filme tenta abalar os conceitos já cristalizados no primeiro (1984) e segundo filme (1991), relativizando-os. A rebeldia é essa. Cameron sempre foi uma barreira intransponível para a própria obra. Ele fez tão bem que parecia que nada mais havia o que ser feito. Ainda assim, Mostow e McG tentaram, à sua maneira, continuar com a trama, mesmo pagando um alto preço. Enquanto o filme de Mostow é lembrado como uma esforçada fan-fiction, o trabalho de McG é lembrado como um corpo estranho em toda a franquia.

Alan Taylor aprendeu muito com eles. De Mostow, Taylor pega o respeito de fã, a reverência, a continência para com o mestre. Já de McG, ele obtém a rebeldia, a quase agressividade de trilhar por caminhos próprios. É divertido ver a preocupação de Taylor de reconstituir fielmente cenas icônicas dos primeiros filmes, ainda que ressignificando-os. Aliás, Gênesis mostra, da direção ao roteiro, um trabalho de pesquisa, de quem se debruçou sobre todos os quatro anteriores.

O resultado é que Taylor fez praticamente um filme que lança boas perguntas e muitas pontas soltas e que poderão ser desenvolvidos em uma possível continuação. Ele explode com as bases daquele aspecto “definitivo” esboçado por Cameron em 1991, que prejudicou por muito tempo as tentativas de sequência.

Entretanto, a comparação é inevitável. Gênesis não possui o traço econômico, enxuto, que pautou o início da franquia. Ele grita, se esperneia, soltando fogos, fazendo malabarismos, com surpresas e reviravoltas. É um produto inferior, mas o resultado é razoável. Ao contrário de muitos críticos puristas e saudosistas, achei a transformação de John Connor (Jason Clarke) em vilão o ponto alto do filme. Mas é aquela quebra de expectativa que todos os outros filmes pós-Cameron adotaram, de carona com o segundo. É uma fórmula, mas aqui é bem mais interessante por acrescentar algo novo, inovador.

Em Gênesis há um grande salto de qualidade. Entretém, diverte, empolga como o mais genuíno cinema-pipoca. No entanto, chegamos em 2015 com a sensação que Exterminador do Futuro virou uma franquia irregular, de altos e baixos, com surgimento de pastiches involuntários esmagados pelo gênio criativo de James Cameron.

Talvez o que o Exterminador precise seja não de mais uma continuação, mas de uma refilmagem. Um novo primeiro capítulo. Como as sagas de super-heróis, como os filmes Batman de Tim Burton ou de Christopher Nolan. Como os filmes RoboCop de Verhoeven e Padilha. Nesse aspecto, eu sou radical. O tempo já provou que Cameron está absorvido demais em projetos grandiosos para lançar um terceiro filme, no que isso realmente significa. O Exterminador ganharia se outro diretor fizesse a sua releitura, a partir de outra perspectiva, de outro olhar. Como nos quadrinhos. Inclusive riscando a cláusula pétrea, de que o papel de Terminator deva sempre ser de Schwarzenegger.
daniloalegre
daniloalegre

23 seguidores 23 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de julho de 2015
Muito bom, ficou legal como mudaram a história e usaram detalhes dos dois primeiros filmes da franquia.
Paulo V.
Paulo V.

16 seguidores 13 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de abril de 2016
Pra quem não tem como referencial os filmes anteriores de exterminador do futuro, a presente obra parece bem delineada, ainda que, claro, possa conter algumas falhas pontuais. Porém, até mesmo quem não é um fiel acompanhante da saga percebe que há momentos de déjà vi, como no caso da cena de apresentação de Sarah Connor; do design dos robôs-humanos etc. Tudo bem que isso faz parte do jogo quando se trata de uma série continuada de filmes, que têm por objetivo manter a coerência da estória, mas seria mais conveniente inovar e trazer uma proposta nova.
O roteiro soube ser correspondente à atualidade como, por exemplo, no trato do uso da internet cada vez mais disseminada e integrada às pessoas, dando um bom pretexto para a famigerada revolução das máquinas. De igual modo, soube permear o passado e o futuro na medida da adequação de figurino, localização situacional e conveniência de roteiro no que tange ao desenrolar da narrativa.
Neto S.
Neto S.

30.586 seguidores 773 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de julho de 2015
Bom filme , Exterminador do futuro Gênesis é um bom filme com excelentes efeitos com ótimas atuações, uma história boa assim como as outras e com um ótimo elenco , não é o melhor filme da franquia mais é superior ao Exterminador do futuro a salvação, filme vale a pena é divertido trás boas risadas concerteza vale apena ir pro cinema com a família , amigos e a namorada/o bem filme é bom e eu do nota 8.0
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